sábado, 2 de julho de 2016
As Profecias Bíblicas e a Verdade Presente (Apresentação em PREZI)
Isaac Newton e a Igreja Verdadeira (Apresentação em PREZI)
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quinta-feira, 30 de junho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
As Escrituras Sagradas - Nossa Regra de Fé e Prática (Apresentação em PREZI)
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A Importância do Estudo e da União da Igreja (Apresentação em PREZI)
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quarta-feira, 11 de maio de 2016
Como saber se você sofre de fome oculta?
![]() |
Quantidade
x qualidade: alimentação pobre em vitaminas e minerais é a causa da fome oculta
e não pouca comida
|
Descubra como se prevenir deste mal que afeta mais
de 2 bilhões de pessoas no mundo, segundo estimativas do Instituto Internacional
de Pesquisa de Política Alimentar, dos Estados Unidos
O nome engana e nada tem a ver com aquela sensação
de estômago vazio inexplicável. Na realidade, a fome oculta está associada à
qualidade, e não à quantidade, do que comemos. “O problema é resultado de uma
alimentação pobre em vitaminas e minerais, micronutrientes necessários para
manter o organismo a pleno vapor”, resume o nutrólogo Paulo Giorelli,
presidente da regional do Rio de Janeiro da Associação Brasileira de Nutrologia
(Abran).
O desconhecimento ameaça piorar ainda mais as
coisas. Em levantamento feito pela área de Pesquisa e Inteligência de Mercado
da Editora Abril sobre os impactos da rotina moderna na busca pela vida
saudável, 83% dos participantes admitiram nunca ter ouvido falar de fome
oculta. E mais: 30% não têm ideia se sofrem de alguma carência alimentar.
Então, quando o corpo começa a dar os primeiros sinais da deficiência, já está
vulnerável a encrencas que atrapalham o dia a dia.
Conheça abaixo cinco dos sinais que podem ajudar
identificar a fome oculta.
Sinal 1: Esgotamento físico
Cansaço, dificuldade de sair da cama, falta de ânimo para a prática de exercícios físicos. Sintomas assim, muitas vezes, estão associados a uma alimentação pobre em ferro. O consumo insuficiente do mineral, com o tempo, leva a fadiga e desânimo, culminando em um quadro de anemia. Atenue esse risco consumindo carne magra [sic], folhas verde-escuras e grãos integrais. A falta de vitamina do complexo B também pode desencadear o problema. Por isso, é preciso reforçar a presença de leite, peixe [sic], ovos e leguminosas no cardápio.
Sinal 2: Fadiga mental
O ácido fólico regula a comunicação entre os neurônios e sua escassez pode estar por trás da dificuldade de raciocínio e falta de concentração. Forrar o prato de brócolis, espinafre, agrião e rúcula, combinados com grãos, é boa estratégia para garantir mais agilidade mental.
Sinal 3: Queda de cabelo e unhas fracas
Quando faltam vitaminas A, C e E, importantes parceiras para a regeneração de tecidos, os fios enfraquecem, a pele fica áspera e as unhas, quebradiças. O betacaroteno, que dá o tom da cenoura e da abóbora, por exemplo, se transforma em vitamina A no organismo. As folhas de tom verde-escuro garantem uma longa lista de substâncias benéficas, entre elas a vitamina C. E um punhado de amêndoas é repleto de vitamina E. “Adicionar azeite a vegetais é boa pedida”, ensina a nutricionista Mariana del Bosco. Isso porque a gordura colabora no transporte e na absorção dos micronutrientes.
Sinal 4: Cãibras
Dores e contrações musculares constantes acendem o sinal amarelo para a falta de minerais. Frutas como manga e banana trazem boa quantidade de potássio. Castanha-do-pará e cereais integrais são ótimas fontes de magnésio. O cálcio, já sabemos, está em leite e derivados, além de peixes [sic], como sardinha e salmão [sic]. “Sem se esquecer de que os minutos que ficamos ao sol fazem diferença, já que a exposição é parceira na aquisição da vitamina D e na fixação do cálcio nos ossos”, lembra Mariana.
Sinal 5: Baixa imunidade
Para melhorar as defesas, é preciso calibrar melhor a ingestão de vitamina C, presente em frutas como laranja e caju, além de tomate e brócolis. Um aporte de zinco e selênio também ajuda a manter o organismo livre de gripes e resfriados constantes. Aveia e cogumelo são ricos no primeiro mineral; castanha-do-pará, por sua vez, carrega bastante selênio.
(Fonte: Veja)
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
O que acontece ao seu corpo quando 'larga' os laticínios
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Uns defendem que os produtos lácteos são essenciais, outros ripostam que são prejudiciais para a saúde e que não é ‘natural’ ingeri-los. |
Afinal, o que é que
acontece ao corpo quando ‘larga’ o hábito de uma vida a consumir laticínios?
O Metro britânico foi descobrir e aponta as cinco
coisas que poderão acontecer:
1. A sua digestão poderá melhorar. Cerca de 65% da população
mundial tem dificuldade em digerir o leite, de acordo com a Biblioteca Nacional
de Medicina dos EUA. Poderá sentir ainda que a barriga fica menos inchada,
menos flatulência ou dores de estômago.
2. Menos acne. Estudos sugerem que o leite de vaca é um
estimulante para a acne, uma vez que contém esteroides anabólicos, bem como
hormônios de crescimento.
3. Menor risco de cancro. As mulheres que ‘cortem’ ou
reduzam o seu consumo de leite poderão ter menos risco de desenvolver cancro
nos ovários. Isto porque um estudo sugere que as mulheres que bebem três ou mais
copos de leite por semana têm um risco moderadamente aumentado de desenvolver
este tipo de cancro. Um estudo de Harvard sugere ainda uma relação entre o
consumo de laticínios e cálcio e o cancro da próstata.
4. Menor risco de diabetes. Estudos sugerem uma ligação
entre os laticínios e a diabetes. Um dos estudos sugeriu uma forte ligação
entre o consumo de iogurte e o aumento do risco de desenvolver diabetes tipo 2,
por exemplo.
5. Não ficará com os ossos mais fracos. Pode contrariar tudo o que já lhe
disseram mas, afinal, o leite pode não ajudar a prevenir os ossos fracos e
quebradiços na vida adulta como se pensava. É a conclusão de um estudo de
Harvard que contou com cerca de 78 mil mulheres, que não encontrou qualquer
evidência de que o leite e o cálcio ajuda a prevenir fraturas.
Fonte: Notícias ao Minuto
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