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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Estrutura Misteriosa Intriga Cientistas do Mundo Todo


Uma estrutura misteriosa foi encontrada por um pesquisador em junho deste ano, na Amazônia Peruana. Trata-se de um tipo de “torre”, feito por um material parecido com teias de aranha, mas estruturado de uma forma bem diferente de qualquer outra teia já vista. Desde então, mais três dessas “coisas” foram encontradas. O Wired publicou uma matéria na qual diz que nem mesmo cientistas e biólogos conseguiram identificar o material. Seria um fungo? Uma teia de aranha diferente? E por que isso existe? Essa estrutura tem alguma função, afinal? A verdade é que, por enquanto, ninguém sabe. De acordo com o pesquisador que encontrou as estruturas, Troy Alexander, elas são pequenas e não medem mais do que dois centímetros. Alexander tem divulgado imagens das estruturas na esperança de que alguém possa entender alguma coisa a respeito delas, mas cientistas e biólogos ainda não conseguiram explicar nada.

 

O entomologista William Eberhard, do Instituto de Pesquisa Smithsonian Tropical, disse que não tem ideia do que possa ter criado a estrutura ou do que, de fato, ela seja. O curador emérito de aranhas do Museu Americano de História Natural, Norman Platnick, disse ter visto a estrutura por foto, mas não tem ideia sobre o animal responsável pela formação dessa torre em miniatura.

 

Curiosos de plantão estão palpitando e até mesmo aranhas marcianas já foram apontadas como formadoras da “coisa”. O fato é que, até agora, ninguém sabe ao certo o que é ou quem fez isso. Qual é o seu palpite?

 


 

Nota do Blog Criacionismo: Meu palpite é que essa estrutura é resultado de “forças naturais” aleatórias. Não, claro que essa não é a minha opinião, mas é mais ou menos o que os cientistas naturalistas/darwinistas dizem quando veem estruturas muito, mas muito mais complexas, como o DNA, por exemplo. Então, por que a teiazinha em forma de torre tem que ter sido feita por alguém ou algo?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus"

O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em "Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus". O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença.
Para o autor, alguns ateístas têm um "fervor religioso" tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade.
Ao longo dos capítulos, o autor usa linguagem simples e citações de outros autores para mostrar que as descobertas feitas pelo homem não excluem a existência de um Deus. Lennox também expõe o que considera as fraquezas da ciência e revela que a maior parte das respostas que ela oferece são especulações teóricas que precisam da fé da comunidade científica para existir. Ele ainda ressalta momentos em que os acadêmicos precisaram se desmentir e até voltar atrás com suas afirmações.
Entre os temas discutidos estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.
Leia trecho inicial do capítulo "Deus - Uma Hipótese Desnecessária?".
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Deus - Uma Hipótese Desnecessária?
A ciência tem alcançado êxito impressionante na investigação do Universo físico e na elucidação de como ele funciona. A pesquisa científica também levou à erradicação de muitas doenças horríveis e nos deu esperanças de eliminar muitas outras. E a investigação científica alcançou outro efeito numa direção completamente diferente: ela serviu para libertar muita gente de medos supersticiosos. Por exemplo, ninguém precisa mais pensar que um eclipse da Lua é causado por algum demônio assustador, que necessita ser apaziguado. Por tudo isso e por inúmeras outras coisas devemos ser muito gratos.
Porém, em algumas áreas, o próprio sucesso da ciência tem também conduzido à ideia de que, por conseguirmos entender os mecanismos do Universo sem apelar para Deus, podemos concluir com segurança que nunca houve nenhum Deus que projetou e criou este Universo. Todavia, esse raciocínio segue uma falácia lógica comum, que podemos ilustrar como segue.
Tomemos um carro motorizado Ford. É concebível que alguém de uma parte remota do mundo que o visse pela primeira vez e nada soubesse sobre a engenharia moderna pudesse imaginar que existe um deus (o sr. Ford) dentro da máquina, fazendo-a funcionar. Essa pessoa também poderia imaginar que quando o motor funcionava suavemente o sr. Ford gostava dela, e quando ele se recusava a funcionar era porque o sr. Ford não gostava dela. É óbvio que, se em seguida a pessoa passasse a estudar engenharia e desmontasse o motor, ela descobriria que não existe nenhum sr. Ford dentro dele. Tampouco se exigiria muita inteligência da parte dela para ver que não é necessário introduzir o sr. Ford na explicação de funcionamento do motor. Sua compreensão dos princípios impessoais da combustão interna seria mais que suficiente para explicar como o motor funciona. Até aqui, tudo bem. Mas se a pessoa então decidisse que seu entendimento dos princípios do funcionamento do motor tornavam impossível sua crença na existência de um sr. Ford, que foi quem de fato projetou a máquina, isso seria evidentemente falso - na terminologia filosófica ela estaria cometendo um erro de categoria. Se nunca houvesse existido um sr. Ford para projetar os mecanismos, nenhum mecanismo existiria para que a pessoa entendesse.

(Folha Online)

domingo, 31 de julho de 2011

Jornal “científico” censura artigo antinaturalista

Para que a vida tivesse evoluído a partir de matéria inorgânica, os átomos e as moléculas teriam que se mover de um estado de organização inferior para um estado de organização superior e mais complexa, para além de se auto-organizarem de forma a gerar estruturas precisas e complexas. Mas a Segunda Lei da Termodinâmica (SLT), generalizada para a informação, demonstra que, sem um agente inteligente a controlar e a influenciar o processo, as moléculas caminham sempre para um estado de menor organização informacional. Um artigo técnico recente demonstra de forma clara que a perspectiva naturalista para a origem da vida está em oposição à SLT. Isso talvez explique o porquê de, apesar de o artigo ter sido inicialmente publicado, mais tarde ter sido removido. Aparentemente, a “ciência” avança mais depressa quando se censuram evidências que contradizem o naturalismo.

A SLT é uma descrição da tendência (universal) dos sistemas naturais de perderem sua organização e ordem ao longo do tempo. A lei descreve como o calor se movimenta em direção a zonas mais frias de forma a que a temperatura se equilibre. Descreve também como as partículas naturalmente se afastam umas das outras – decrescendo sempre a organização estrutural quando largadas sem supervisão inteligente.

Há pessoas que só têm emprego porque a SLT é um fato. Profissionais como restauradores de imóveis, mecânicos, médicos, e mesmo empresas que reparam computadores, só fazem sentido num mundo em que os sistemas naturalmente progridem para a degeneração informacional. E reparemos que, mesmo quando há supervisão inteligente, os sistemas físicos inexoravelmente perderão sua funcionalidade original. Um exemplo de um desses sistemas informáticos que, apesar de todo o cuidado e atividades de restauro, caminha para a deterioração, é você.Continue a ler aqui...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Teorias evolutivas anulam-se mutuamente

No ano de 2009, o professor de biologia Ken Miller (Universidade de Brown) escreveu no jornal New Scientist que “o problema não resolvido e mais profundo da biologia é a origem da vida em si.” Na verdade, não é um problema para a “biologia”, mas, sim, um problema para o preconceito antissobrenaturalista da teoria da evolução. E o problema não só não está resolvido dentro do paradigma evolutivo, como parece ser de resolução impossível através de processos estritamente naturais. Dois novos estudos alegam terem feito progressos na resolução do dilema. Ironicamente, e sem ser o seu propósito, eles cancelam-se mutuamente. Clique aqui para continuar a leitura...
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