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terça-feira, 10 de abril de 2018
Reunião Regional do Movimento em Guapiara - 03/2018
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Eu Consagro Hoje Meu Coração - Quarteto Arautos do Advento
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domingo, 26 de março de 2017
Organização e Progresso da Igreja - Versão 2.0 (Apresentação em PREZI)
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
A calúnia celestial de Satanás
Como um teólogo aspirante, escrevi meu primeiro trabalho de pesquisa a respeito dos textos de Isaías 14 e Ezequiel 28 – passagens que os adventistas tradicionalmente interpretam como sendo referentes a Satanás e à origem do mal no Céu. Seguindo a pista de comentários da alta crítica, cheguei à desconcertante conclusão de que essas passagens se referem nem a um nem a outro. Consequentemente, senti que os adventistas não deveriam mais citar essas supostas evidências bíblicas para sustentar sua compreensão acerca de como o Grande Conflito começou.
Entretanto, estudos mais aprofundados revelaram
que, até o surgimento da crítica histórica à época do Iluminismo, os cristãos
em geral interpretavam Isaías 14 e Ezequiel 28 da mesma maneira que os
adventistas interpretam hoje. E, recentemente, encontrei evidências exegéticas
convincentes de que Isaías e Ezequiel estavam, de fato, se referindo a Satanás
nessas passagens.
Enquanto era estudante em nosso seminário, Jose
Bertoluci escreveu uma dissertação que compromete seriamente a visão crítica de
que os dois profetas descrevem apenas inimigos terrenos históricos de Israel.
Intitulado “O Filho da Alva e o Querubim Cobridor no contexto do conflito entre
o bem e o mal”[1], o artigo de Bertoluci mostra que cada passagem se transfere
do domínio local e histórico dos reis terrestres para o âmbito sobrenatural no
qual Lúcifer interpretou seu sedicioso papel. Descobri mais evidências que
suportam esse deslocamento conceitual em Ezequiel 28 – do “príncipe” terreno (nagid,
o rei de Tiro, versos 1-10) para o “rei” cósmico (melek, o soberano
sobrenatural de Tiro, o próprio Satanás, versos 11-19). Descobri também que
esse julgamento sobre o querubim caído ocorre no clímax do livro inteiro.[2]
Desse modo, a evidência bíblica suporta fortemente a exegese tradicional: o mal
teve sua origem em Lúcifer, o querubim cobridor.
Até alguns meses atrás, entretanto, um conceito
adventista muito familiar a respeito do advento do Grande Conflito parecia não
ter mais do que um suporte bíblico meramente inferencial. Refiro-me às
alegações de que, antes de sua queda, Satanás se pôs entre os anjos a difamar o
caráter e o governo de Deus. Nos livros Patriarcas e Profetas e O
Grande Conflito, em torno de 16 páginas tratam desse assunto, com base em
informações a respeito de Satanás tais como o fato de ele ter sido chamado
“homicida desde o princípio, [...] um mentiroso” (João 8:44, RSV) e “o acusador
de nossos irmãos” (Apocalipse 12:10, RSV). Mas existe alguma base bíblica mais
explícita para a acusação de “calúnia celestial”?
Acredito que sim. Por um feliz acaso, eu estava
examinando uma afirmação recente de que a maior parte da descrição de Satanás
em Ezequiel 28 seria apenas simbólica porque, como foi argumentado, ele é
descrito como sendo engajado em uma “abundância de [...] comércio” (verso 16,
NKJV) e, obviamente, Lúcifer não é literalmente um mercador celestial. Na
etimologia da palavra hebraica para “comércio”, fiz uma surpreendente e
empolgante descoberta. O verbo rakal, do qual esse substantivo deriva,
literalmente significa “andar por aí, de um para outro (para comércio ou
conversa fútil)”.[3] O substantivo derivado rakil – encontrado seis
vezes no Antigo Testamento, uma delas em Ezequiel 22:9 – significa “caluniador”
ou “mexeriqueiro”. O outro substantivo derivado, rkullah – que é o termo
usado para “comércio” em Ezequiel 28:16 – aparece somente nesse livro, e todas
as suas quatro ocorrências têm que ver com Tiro (26:12; 28:5; 16, 18).
A maior parte das versões modernas traduzem rkullah
como “tráfico”, “comércio” ou “mercadoria” – o que faz sentido, se aplicado
somente à Tiro histórica, uma cidade mercante, como contexto único da palavra.
Entretanto, em referência às representações do querubim cobridor em 28:16 e 18,
a noção de comércio não parece se aplicar tão bem. O notável crítico
exegeta Walther Eichrod comenta: “A descrição da transgressão é um pouco
inesperada, já que o comércio aqui é subitamente representado como sendo a
origem da iniquidade.”[4]
Uma resposta que acomoda ambas as interpretações,
“comércio” e “calúnia”, pode ser encontrada, creio eu, em um recurso literário
conhecido como “paranomasia” – um jogo com o significado da palavra. Já que o
substantivo rkullah é derivado do verbo que significa “andar por aí, de
um para outro, para fins de comércio ou de conversa fútil/difamação” – parece
provável que Ezequiel tenha escolhido esse raro termo hebraico (ao invés do
termo mais comum para comércio, sahar) justamente por causa de seu
possível duplo significado. A Tiro histórica claramente “andou por aí, de um
para outro” para fins de comércio com outras nações. De maneira semelhante, o
derradeiro governante de Tiro, Satanás (versos 11-19), no celeste “monte de
Deus”, também andou por aí, de um para outro – mas não para negociar, e sim para
espalhar calúnia e difamação entre os anjos. Ambos os governantes, o terrestre
e o espiritual, praticaram “tráfico”: o primeiro, de mercadorias; o segundo, de
calúnias contra Deus.[5]
O contexto imediato de Ezequiel 28:16 retrata a
queda do Querubim Cobridor da perfeição (verso 15) para o orgulho (verso 17).
Nesse cenário, os versos 16 e 18 traçam seus subsequentes passos para a
perdição. O verso 16 pode ser mais bem traduzido da seguinte maneira: “Na
multiplicação da tua difamação [rkullah], se encheu o teu [de Satanás]
interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do
monte de Deus...” Com hábeis pinceladas, Ezequiel pinta o retrato de Lúcifer
difamando a Deus, um primeiro passo em direção à definitiva rebelião aberta e
violenta descrita tão bem por João como “guerra no Céu” (Apocalipse 12:7, NIV).
Ezequiel 28:18 revela que, após sua expulsão do Céu, o querubim caído continua
a sua “iniquidade de difamação [rkullah]” contra Deus. O versículo
também registra a sentença divina contra Satanás: destruição pelo fogo por
causa da “multidão de suas iniquidades”.
A sediciosa difamação celestial de Satanás contra
Deus nos primeiros momentos do Grande Conflito não é uma adição adventista
extrabíblica à história; é, na verdade, uma admirável verdade bíblica!
(Richard M. Davidson é professor de Antigo
Testamento na Universidade Andrews, nos EUA)
Referências:
1. Jose M. Bertoluci, “The Son of the Morning and the Guardian Cherub in the Context of the Controversy Between Good and Evil”, dissertação de Th.D., Andrews University Seventh-Day Adventist Theological Seminary, 1985 (disponível a partir de University Microfilms, University of Michigan, P.O. Box 1346, Ann Arbor, MI 48106-1346).
2. Richard M.
Davidson, “Revelation/Inspiration in the Old Testament”, Issues in
Revelation and Inspiration, Adventist Theological Society Occasional
Papers, v. 1, Frank Holbrook e Leo Van Dolson, eds. (Berrien Springs, Mich.:
Adventist Theological Society Publications, 1992), p. 118, 119.
3. Francis
Brown, S. R. Driver e Charles A. Briggs, eds., The New Brown, Driver and
Briggs Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Grand Rapids,
Mich.; Baker Book House, 1981), p. 940.
4. Walter
Eichrodt, Ezekiel: A Commentary, Old Testament Library (Philadelphia: Westminster
Press, 1970), p. 394.
5. Apocalipse 18 parece capturar esse nuance dúbio
utilizado por Ezequiel. Em uma passagem claramente alusória a Ezequiel 28, o
anjo fala sobre a “mercadoria” de várias coisas materiais nos versos 12 e 13,
mas a listagem termina transferindo-se para o âmbito espiritual: “mercadorias
de [...] almas humanas” (KJV).
(Fonte: Blog Criacionismo)
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Histórias dos Pioneiros - Uriah Smith
A enfermidade passou, mas o deixou com uma úlcera que não sarava na sua perna. E por fim aos doze anos de idade, com a volta de febre e com uma perna dura, o famoso cirurgião o Dr. Amós Twitchell, amputou a perna do menino durante uma operação de vinte minutos realizada sobre a mesa da cozinha da família Smith, não havendo anestesia na época e sendo ele ainda novo demais para tomar uísque (a anestesia daquela época) podemos imaginar que horror deve ter sido aqueles momentos de gritos do menino ecoando pela casa, e que dor! Deve ter ele sentido. Deus certamente deve ter enviado Seu melhor anjo-cirurgião, para ficar ao lado do Doutor, e guiar-lhe os pensamentos e atos enquanto realizava aquela primitiva cirurgia, e também para garantir que não resultasse numa infecção – a causa comum de mortes após uma cirurgia naquele tempo.
Numa carta escrita para J. F. Barbaret, na década de 1890, estava a descrição que ele mesmo fez do trágico evento: “Tive uma necrose óssea na minha perna aos quatro anos de idade. Aos doze vi-me com uma perna atrofiada e repuxada e um joelho rígido, e a febre manifestando-se novamente. Era evidente que a perna precisava ser cortada ou eu perderia a vida. Bem não sei de nada com que se possa cortar uma perna a não ser uma faca. Assim, foi usada uma faca, e não tenho problema desde então, exceto o incômodo de usar um membro artificial.” Interessante é que ele não parece ter-se perturbado, não há evidências de que teve qualquer depressão traumática ou perda de auto-estima. Aceitou o fato da vida, adaptando-se à situação, cresceu e se tornou um homem inteligente e bem ajustado, admirado e apreciado por todos os que o conheciam, estudou para ser professor, e foi oferecido um cargo de prestigio e bem remunerado de diretor de uma universidade. Mas ele renunciou ao mundo, para aceitar o chamado maior de Deus.
No verão de 1844 foi batizado, ainda menino, e sofreu a decepção de Jesus não ter vindo em 22 de outubro daquele ano. Depois disso não se interessou mais pelas coisas espirituais, até que com a morte de seu pai inesperadamente, os pensamentos dele se voltaram para o bem-estar espiritual, e começou a estudar a mensagem do advento. Em 1852 numa conferência em Washington, pela primeira vez ouviu Tiago e Ellen White falando, falaram claramente a razão para o desapontamento, e explicaram porque haviam adotado a guarda do sábado. Ele foi para casa impressionado, mas era muito cauteloso, então estudou o assunto durante três meses. Depois de uma árdua batalha com suas próprias ambições, posteriormente escreveu: “Um exame dos argumentos sobre nossa posição me convenceu plenamente a andar com os remanescentes, que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”.
Ele mandou um poema dele próprio, esperando que fosse publicado no periódico Review Herald, o engraçado é que o poema parecia mais um sermão, intitulado: “A Exortadora Voz do Tempo e da Profecia.” Com uma incrível extensão de 35 mil palavras! Tiago White (Editor do periódico) gostou tanto que imprimiu em partes sermão poético durante cinco meses. Tiago chamou ele para fazer parte da equipe de publicação da Review, ele aceitou, e com 21 anos de idade começou seu trabalho que seria pelo resto de sua vida. Com 23 anos apareceu pela primeira vez seu nome na revista como editor, e durante mais de 50 anos estaria relacionado com a Review.
Ele escreveu mais de 18 livros, além do bem conhecido livro “As Profecias de Daniel e Apocalipse” (vários títulos foram dados a este livro) tão clara são suas explicações no livro que foi considerado o campeão no entendimento das profecias, seu livro até hoje não foi ultrapassado, Ellen G. White escreve que livros como Patriarcas e Profetas, Grande Conflito (ambos dela) e o livro dele, deveriam ser vendidos porque eram exatamente a mensagem que o povo necessitava, diz ainda que neles existem preciosas instruções, e todo esforço deve ser feito para os pôr diante do povo. W. A. Spicer descreveu ele da seguinte maneira: “sempre calmo e sereno, jamais ansioso ou agitado”. É dito sobre ele também que ficava silencioso nas reuniões quando ouvia críticas. Raramente precisava desculpar-se por palavras insensatas – porque não as proferia. O são juízo e a capacidade de ponderar as coisas fizeram dele um sábio conselheiro, tanto em sua função oficial na igreja, como na vida pessoal.
Também demonstrou seu interesse para com a música, dizendo ser a “linguagem do Céu” disse também que “a música é um dom divino, e deve ser dedicado a propósitos divinos”. 6 de março de 1903 quando ia a pé para o trabalho, ele cai na grama, (provavelmente sofreu um ataque cardíaco) os amigos de trabalho o socorrem, e levam ele até o escritório, lá um médico cuidou dele até que algumas horas depois ele falece de um ataque cardíaco fulminante. No seu bolso carregava manuscritos de um sermão que planejava apresentar, que constavam estas palavras: “Estou com todos vocês no esforço de proclamar este evangelho do reino nesta geração, como testemunho a todas as nações. E quando isso se completar, será o sinal para a coroação de nosso Rei vindouro”. sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Histórias dos Pioneiros - Uriah Smith
A enfermidade passou, mas o deixou com uma úlcera que não sarava na sua perna. E por fim aos doze anos de idade, com a volta de febre e com uma perna dura, o famoso cirurgião o Dr. Amós Twitchell, amputou a perna do menino durante uma operação de vinte minutos realizada sobre a mesa da cozinha da família Smith, não havendo anestesia na época e sendo ele ainda novo demais para tomar uísque (a anestesia daquela época) podemos imaginar que horror deve ter sido aqueles momentos de gritos do menino ecoando pela casa, e que dor! Deve ter ele sentido. Deus certamente deve ter enviado Seu melhor anjo-cirurgião, para ficar ao lado do Doutor, e guiar-lhe os pensamentos e atos enquanto realizava aquela primitiva cirurgia, e também para garantir que não resultasse numa infecção – a causa comum de mortes após uma cirurgia naquele tempo.
Numa carta escrita para J. F. Barbaret, na década de 1890, estava a descrição que ele mesmo fez do trágico evento: “Tive uma necrose óssea na minha perna aos quatro anos de idade. Aos doze vi-me com uma perna atrofiada e repuxada e um joelho rígido, e a febre manifestando-se novamente. Era evidente que a perna precisava ser cortada ou eu perderia a vida. Bem não sei de nada com que se possa cortar uma perna a não ser uma faca. Assim, foi usada uma faca, e não tenho problema desde então, exceto o incômodo de usar um membro artificial.” Interessante é que ele não parece ter-se perturbado, não há evidências de que teve qualquer depressão traumática ou perda de auto-estima. Aceitou o fato da vida, adaptando-se à situação, cresceu e se tornou um homem inteligente e bem ajustado, admirado e apreciado por todos os que o conheciam, estudou para ser professor, e foi oferecido um cargo de prestigio e bem remunerado de diretor de uma universidade. Mas ele renunciou ao mundo, para aceitar o chamado maior de Deus.
No verão de 1844 foi batizado, ainda menino, e sofreu a decepção de Jesus não ter vindo em 22 de outubro daquele ano. Depois disso não se interessou mais pelas coisas espirituais, até que com a morte de seu pai inesperadamente, os pensamentos dele se voltaram para o bem-estar espiritual, e começou a estudar a mensagem do advento. Em 1852 numa conferência em Washington, pela primeira vez ouviu Tiago e Ellen White falando, falaram claramente a razão para o desapontamento, e explicaram porque haviam adotado a guarda do sábado. Ele foi para casa impressionado, mas era muito cauteloso, então estudou o assunto durante três meses. Depois de uma árdua batalha com suas próprias ambições, posteriormente escreveu: “Um exame dos argumentos sobre nossa posição me convenceu plenamente a andar com os remanescentes, que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”.
Ele mandou um poema dele próprio, esperando que fosse publicado no periódico Review Herald, o engraçado é que o poema parecia mais um sermão, intitulado: “A Exortadora Voz do Tempo e da Profecia.” Com uma incrível extensão de 35 mil palavras! Tiago White (Editor do periódico) gostou tanto que imprimiu em partes sermão poético durante cinco meses. Tiago chamou ele para fazer parte da equipe de publicação da Review, ele aceitou, e com 21 anos de idade começou seu trabalho que seria pelo resto de sua vida. Com 23 anos apareceu pela primeira vez seu nome na revista como editor, e durante mais de 50 anos estaria relacionado com a Review.Ele escreveu mais de 18 livros, além do bem conhecido livro “As Profecias de Daniel e Apocalipse” (vários títulos foram dados a este livro) tão clara são suas explicações no livro que foi considerado o campeão no entendimento das profecias, seu livro até hoje não foi ultrapassado, Ellen G. White escreve que livros como Patriarcas e Profetas, Grande Conflito (ambos dela) e o livro dele, deveriam ser vendidos porque eram exatamente a mensagem que o povo necessitava, diz ainda que neles existem preciosas instruções, e todo esforço deve ser feito para os pôr diante do povo. W. A. Spicer descreveu ele da seguinte maneira: “sempre calmo e sereno, jamais ansioso ou agitado”. É dito sobre ele também que ficava silencioso nas reuniões quando ouvia críticas. Raramente precisava desculpar-se por palavras insensatas – porque não as proferia. O são juízo e a capacidade de ponderar as coisas fizeram dele um sábio conselheiro, tanto em sua função oficial na igreja, como na vida pessoal.
Também demonstrou seu interesse para com a música, dizendo ser a “linguagem do Céu” disse também que “a música é um dom divino, e deve ser dedicado a propósitos divinos”. 6 de março de 1903 quando ia a pé para o trabalho, ele cai na grama, (provavelmente sofreu um ataque cardíaco) os amigos de trabalho o socorrem, e levam ele até o escritório, lá um médico cuidou dele até que algumas horas depois ele falece de um ataque cardíaco fulminante. No seu bolso carregava manuscritos de um sermão que planejava apresentar, que constavam estas palavras: “Estou com todos vocês no esforço de proclamar este evangelho do reino nesta geração, como testemunho a todas as nações. E quando isso se completar, será o sinal para a coroação de nosso Rei vindouro”.
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