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segunda-feira, 19 de novembro de 2018
As Sete Trombetas do Apocalipse - Parte II (Apresentação em PREZI)
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sexta-feira, 13 de abril de 2018
Comentário sobre a Parábola das Dez Virgens
Não é exagero dizer que o tema da “Parábola das Dez Virgens
& Clamor da Meia-Noite” é um dos mais essenciais para o adventismo de hoje,
bem como um dos temas mais carentes de estudo aprofundado.
A presente literatura que está
agora ao alcance do leitor, chega a fim de remediar a falta de materiais que se
aprofundam na aplicação profética desta parábola. Aplicação esta que tem
relação intima com a história do movimento adventista.
Por que seria esse assunto um dos
mais essenciais para nossos dias?
Antes
de ser respondida esta pergunta, devemos analisar alguns textos da pena de
Ellen G. White:
“A maior e mais urgente de todas as nossas necessidades é um
reavivamento da verdadeira piedade entre nós. Buscá-lo deve ser nosso primeiro
trabalho”. Review and Herald, 22 de março
de 1887. Serviço Cristão, pág. 41.
Definida a maior e mais urgente necessidade, devemos agora
entender a diferença de reavivamento e reforma. A mensageira do Senhor nos
explica nas seguintes palavras:
“Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a
ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas.
Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das
faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma
significa uma reorganização, uma mudança nas idéias e teorias, hábitos e
práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada
com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que
lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”. Review and Herald, 25 de fevereiro de 1902. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 128.
A partir dessas conclusões, cabe a nós descobrirmos que
mensagem deve ser anunciada a fim de provocar um reavivamento, e por
consequência uma reforma, visto que, o reavivamento operado pela guia do Espírito
Santo, leva necessariamente, a frutos de justiça.
Tal como é
comentado em “Nosso Fundamento e História”, temos,
como movimento, dedicado bastante tempo ao estudo da Parábola das Dez Virgens. Isto
não deve ser entendido como mero capricho humano, pois isso, é devido à clara instrução
do Espírito de Profecia de considerá-la mais do que apenas uma simples
parábola.
Veja o que a pena inspirada diz:
“Algumas vezes tem-me sido citada a
parábola das dez virgens cinco das quais eram prudentes e cinco loucas. Esta
parábola foi e será cumprida ao pé da letra, pois tem uma aplicação especial
para este tempo, e, como a mensagem do terceiro anjo, tem se cumprido e continuará
a ser Verdade Presente até o fim do tempo”.
Review and Herald, 19 de Agosto de 1890.
“Todos detalhes desta parábola devem ser
cuidadosamente estudados”. Review and Herald,
31 de Outubro de 1899.
“Todos precisamos estudar como nunca antes
a parábola das dez virgens”. Man. 140,
1901. Comentário Bíblico, Vol. 4,
pág. 1.179.
A partir
destes conselhos inspirados, somos instados a nos determos, obedientemente, em
um exame detalhado de cada ponto desta parábola.
De
acordo com o que lemos, se atesta que a parábola foi cumprida no passado, na
experiência dos adventistas mileritas, debaixo das mensagens do primeiro e
segundo anjo, e que seria cumprida novamente, debaixo da mensagem do terceiro
anjo, e que iria até o fim do tempo como Verdade Presente. Neste ponto, já adentramos em um
entendimento que quase sempre é negado pelas igrejas do adventismo, isto é, de
que esta parábola têm duas aplicações proféticas. Tais igrejas crêem só em uma
aplicação lá no passado, em 1844.
Uma
exceção destacada está no livro “101 Respostas a Perguntas do Dr. Ford”,
editado pelo IAE (Instituto Adventista de Ensino - SP). No livro é exposto o
fato de que Desmond Ford criticou a divina inspiração de Ellen G. White. Pretendendo
provar que ela teria entrado em contradição algumas vezes em seus escritos, ele
cita um exemplo ao afirmar que ela aplicara a parábola para 1844, e também,
para o tempo do fim. Nas páginas 80 e 81 é revelado que diante deste impasse,
os autores admitiram duas aplicações da parábola das dez virgens. O lamentável
é este reconhecimento ter sido apenas em uma circunstância atenuante, em vez de
fazer parte do estudo profético da igreja.
Esta
nossa literatura chega ao povo do advento com o sincero e solene propósito de
reavivar os crentes na tríplice mensagem angélica, preparando assim um povo
para estar em pé na grande crise final.
Com
esta publicação temos a fervorosa esperança de que muitas pessoas sejam
despertadas pela mensagem do clamor da meia-noite. Esta mensagem é o ponto
central a ser descoberto no estudo.
Alguém pode estar se
perguntando a esta altura: “não seria a mensagem da justificação pela fé a
mensagem a ser apresentada para que ocorra o reavivamento?” Sem dúvida alguma!
Em todos os tempos, em todas as
igrejas, a justiça de Cristo sempre é a mensagem decisiva para o futuro de uma
igreja. No entanto, esta mensagem da graça pode ser apresentada de diversas maneiras.
Ela não está presa a uma forma. Portanto, toda vez que falamos do óleo das
virgens da parábola, estamos tratando do fator decisivo para a nossa salvação,
ou seja, a atuação do Espírito Santo em nós.
Vale ressaltar que o
propósito de Deus de nos ter dado esta parábola profética não é o de apenas nos
conceder uma nova forma de expor a mensagem da salvação. O Senhor quer informar
a Sua igreja dos últimos dias acerca do momento específico da história
terrestre em que ela se encontra. Fazendo isto, Ele tenciona alertar para o
preparo que nos é requerido por vivermos no grande dia da expiação final e do
juízo investigativo (GC 480, 489).
Ao
decorrer do estudo surgirá perguntas, tais como:
Quando
começou a pregação da mensagem do primeiro anjo?
Por
que o clamor da meia-noite causou o surgimento do movimento do advento separado
das igrejas em 1844?
O
que iniciou primeiro, o segundo anjo ou o clamor da meia-noite?
Como
provamos a existência de uma aplicação da parábola em nosso tempo?
O que é o clamor da meia-noite para
nossos dias?
As virgens
loucas dormem novamente durante o clamor?
Quando
se dará o selamento do povo de Deus conhecedor que não está em Babilônia –
antes ou depois do decreto dominical?
A
vinda do anjo de Apocalipse 18 se dará por ocasião de que evento?
Quando uma igreja que Deus escolheu
se torna infiel, Ele escolhe outra?
Estas e
muitas outras perguntas são respondidas com a iluminação da Bíblia e do
Espírito de Profecia. Convidamos o leitor a analisar esta mensagem de bom grado
no espírito de cristãos bereanos.
Destacamos ainda, que o leitor têm para seu auxílio durante todo o estudo, dois
diagramas proféticos com os principais eventos analisados.
Para concluirmos,
lemos nos Testemunhos uma exortação a um melhor estudo do plano da redenção,
principalmente quanto à parte final, a fim de preparar um povo que terminará a
obra:
“O
grande plano de redenção, conforme revelado na obra final para estes últimos
dias, deve ser cuidadosamente estudado. As cenas relacionadas com o santuário
celestial devem de tal modo impressionar o espírito e o coração de todos, que
estes sejam capazes de impressionar também a outros. Todos precisam compreender
melhor a obra da expiação que está sendo efetuada no santuário do Céu. Quando
essa importante verdade for reconhecida e compreendida, os que a abraçaram
trabalharão de acordo com Cristo, a fim de preparar um povo que esteja em pé no
grande dia de Deus e seus esforços serão bem-sucedidos.
Pelo
estudo, meditação e oração, o povo de Deus será elevado acima do nível das
idéias e sentimentos comuns e terrenos, e posto em harmonia com Cristo e Sua
grande obra de purificação no santuário celestial. Sua fé O seguirá até dentro
do santuário, e Seus adoradores na Terra terão o cuidado de passar em revista a sua
vida, aferindo o seu caráter pelo grande padrão de justiça. Descobrirão
seus próprios defeitos e reconhecerão também que necessitam do auxílio do
Espírito de Deus a fim de estar habilitados para a grande e solene obra do
presente tempo, que Deus impôs aos Seus embaixadores”. Ano: 1889. Testemunhos para
a Igreja, Vol. 5, pág. 575.
(Acesse a publicação da Parábola das Dez Virgens, bem como seus diagramas, clicando aqui).
(Para conhecer a história e doutrinas do Movimento, acesse clicando aqui).
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
Casamento e Divórcio à Luz da Bíblia (Apresentação em PREZI)
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sábado, 2 de julho de 2016
As Profecias Bíblicas e a Verdade Presente (Apresentação em PREZI)
Isaac Newton e a Igreja Verdadeira (Apresentação em PREZI)
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quarta-feira, 29 de junho de 2016
As Escrituras Sagradas - Nossa Regra de Fé e Prática (Apresentação em PREZI)
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segunda-feira, 13 de abril de 2015
O Termo “Expiação” nos Escritos de Ellen G. White
EXPIAÇÃO NA CRUZ
Por meio do
sangue derramado olhava [Abel] para o futuro sacrifício, Cristo a morrer na
cruz do Calvário; e, confiando na expiação que ali seria feita, tinha o
testemunho de que era justo, e de que sua oferta era aceita. PP 72.
Ele [o Pai]
plantou a cruz entre céu e terra, e quando o Pai viu o sacrifício de Seu Filho,
Ele se curvou diante dele e reconheceu sua perfeição. ‘É o suficiente,’ Ele
disse, ‘a expiação está completa’”. Review and Herald, 24 de setembro de 1901.
EXPIAÇÃO EM LIGAÇÃO COM O PLANO DA REDENÇÃO
Ele deseja
que cada indivíduo de nossa raça, formado a Sua imagem, lembrasse que Deus é
infinito, e que o Seu amor revelado na expiação de Cristo em favor de toda a
humanidade, torna manifesto o valor que atribui à humanidade. Ele os convida a
virem a Ele para serem salvos. Carta 33, 1898. BS 193.
Os corações
não podem deixar de ser tocados pela história da expiação. II TSM 544.
EXPIAÇÃO NO SANTUÁRIO – APLICANDO OS BENEFÍCIOS DA GRAÇA
Jesus é o
nosso grande Sumo Sacerdote no céu. E o que Ele está fazendo? – Ele está
fazendo intercessão e expiação por seu povo que crê nEle. Review and Herald, 22 de agosto
de 1893.
A
intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial
ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou
essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. GC 489.
O grande
Sacrifício havia sido oferecido e aceito, e o Espírito Santo, que desceu no dia
de Pentecoste, levou a mente dos discípulos do santuário terrestre para o
celestial, onde Jesus havia entrado com o Seu próprio sangue, a fim de derramar
sobre os discípulos os benefícios de Sua expiação. PE 260.
Agora,
enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos
procurar tornar-nos perfeitos em Cristo.
GC 623.
CONCLUSÃO
O
sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado, é a grande verdade em torno da
qual se agrupam as outras. A fim de ser devidamente compreendida e apreciada,
toda verdade da Palavra de Deus, de Gênesis a Apocalipse, precisa ser estudada
à luz que dimana da cruz do Calvário. Apresento perante vós o grande, magno
monumento de misericórdia e regeneração, salvação e redenção - o Filho de Deus
erguido na cruz. Isso tem de ser o fundamento de todo discurso feito por nossos
pastores. OE 315.
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sábado, 14 de junho de 2014
O Plano da Divindade para a Redenção da Humanidade
O Plano da Redenção já havia sido feito antes da Criação da Terra
Antes que os fundamentos da Terra fossem lançados, o Pai e o Filho
Se haviam unido num concerto para redimir
o homem, se ele fosse vencido por Satanás. Haviam-Se dado as mãos, num
solene compromisso de que Cristo Se tornaria o fiador da raça humana. DTN
834.
O Próprio Deus tinha que ser
o Penhor e o Substituto da Raça Humana
o Penhor e o Substituto da Raça Humana
Visto
ser a lei de Jeová o fundamento de Seu governo no Céu assim como na Terra,
mesmo a vida de um anjo não poderia ser aceita como sacrifício por sua
transgressão. Nenhum de seus preceitos poderia ser anulado ou mudado para valer
ao homem em sua condição decaída; mas o
Filho de Deus, que criara o homem,
poderia fazer expiação por ele. Assim como a transgressão de Adão tinha
trazido miséria e morte, o sacrifício de Cristo traria vida e imortalidade. PP 66-67.
Morrendo sobre a cruz, Ele transferiu a culpa da
pessoa do transgressor para a do Substituto
divino, por meio da fé nEle como seu Redentor pessoal. Os pecados de um
mundo culpado, que em figura são descritos como sendo "vermelhos como o
carmesim" (Isa. 1:18), foram
atribuídos ao Penhor divino. MM, Ano:
1995, Cuidado de Deus, pág. 275.
Caso Deus Pai tivesse vindo ao Mundo
e se Encarnado,
teríamos a mesma História que nós temos Hoje com Cristo
Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós,
humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse
contemplar, não se haveria mudado a
história que temos, da vida de Cristo. MM,
Ano: 1965, Para Conhecê-Lo, pág. 338.
O Trio Celestial estava envolvido no
Plano da Redenção
Os Três em Unidade decidiram que Cristo deveria ser o Salvador
A Divindade
moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o
Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A
fim de levarem a cabo plenamente esse
plano, foi decidido que Cristo, o
unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. CSS 222.
Cristo Se Ofereceu para ser o Fiador
e o Substituto do Homem
Nenhum
dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos
encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que
comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a
Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem.
Ele é o eterno e auto-existente Filho,
que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ‘A quem enviarei?’, Ele
pôde responder: ‘Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como
fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não
podia: ‘Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e ... poder
para reavê-la’ Youth’s Instructor, 21
de junho de 1900. Comentário
Bíblico, Vol. 5, pág. 1.136.
Não Lhe foi imposta a obrigação de
empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário.
Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída.
Review and Herald, 17 de dezembro de
1872. MM, Ano: 1992, Exaltai-O, pág. 24.
De tanto melhor aliança Jesus foi
feito fiador. Hebreus 7:22.
Cristo é o Nosso Penhor, Fiador,
Substituto, e Mediador
Somente Jesus pode ser o Mediador pois possui Divindade e Humanidade
Somente Jesus poderia ser fiador
diante de Deus, pois
era igual a Deus. Somente Ele poderia
tornar-Se mediador entre Deus e o homem, pois possuía a divindade e a
humanidade. Jesus podia, assim, dar a garantia a ambas as partes de cumprir
as condições prescritas. Como o Filho de
Deus, representa o nosso penhor diante de Deus, e como o Verbo eterno, igual ao
Pai, assegura-nos que o amor do Pai se encontra à disposição daquele que crê em
Sua palavra empenhada. Review and
Herald, 3 de abril de 1894.
A
reconciliação do homem com Deus somente poderia ser empreendida por um mediador igual a Deus, possuidor
de atributos que O dignificassem e O declarassem digno de lidar com o Deus
Infinito em favor do homem, e que também representasse a Deus diante do mundo
caído. O substituto e penhor do homem
necessitava possuir a natureza do homem, uma conexão com a família humana,
a quem deveria representar; e, como
embaixador de Deus, teria de participar da natureza divina, possuindo conexão
com o Infinito, de modo a manifestar a Deus diante do mundo, sendo mediador
entre Deus e o homem. Review and Herald,
22 de dezembro de 1891.
A plenitude de Sua humanidade e a perfeição de Sua divindade formam
para nós um sólido fundamento sobre o qual podemos ser conduzidos à
reconciliação com Deus. Foi quando ainda éramos pecadores que Cristo morreu
por nós. Temos a redenção, o perdão dos pecados, através de Seu sangue. Suas
mãos perfuradas por cravos estendem-se do Céu à Terra. Com uma das mãos Ele
alcança os pecadores na Terra, e com a outra toca o trono do Infinito,
efetuando assim a nossa reconciliação. Cristo
se encontra hoje como nosso Advogado diante do Pai. Ele é o Mediador entre
Deus e o homem. Carregando as marcas da
crucifixão, Ele pleiteia a causa de nossas almas. 7BC 487.
E, sem
dúvida alguma, grande é o mistério da
piedade: Deus se manifestou em carne,
foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo,
recebido acima na glória. I Timóteo
3:16.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
A calúnia celestial de Satanás
Como um teólogo aspirante, escrevi meu primeiro trabalho de pesquisa a respeito dos textos de Isaías 14 e Ezequiel 28 – passagens que os adventistas tradicionalmente interpretam como sendo referentes a Satanás e à origem do mal no Céu. Seguindo a pista de comentários da alta crítica, cheguei à desconcertante conclusão de que essas passagens se referem nem a um nem a outro. Consequentemente, senti que os adventistas não deveriam mais citar essas supostas evidências bíblicas para sustentar sua compreensão acerca de como o Grande Conflito começou.
Entretanto, estudos mais aprofundados revelaram
que, até o surgimento da crítica histórica à época do Iluminismo, os cristãos
em geral interpretavam Isaías 14 e Ezequiel 28 da mesma maneira que os
adventistas interpretam hoje. E, recentemente, encontrei evidências exegéticas
convincentes de que Isaías e Ezequiel estavam, de fato, se referindo a Satanás
nessas passagens.
Enquanto era estudante em nosso seminário, Jose
Bertoluci escreveu uma dissertação que compromete seriamente a visão crítica de
que os dois profetas descrevem apenas inimigos terrenos históricos de Israel.
Intitulado “O Filho da Alva e o Querubim Cobridor no contexto do conflito entre
o bem e o mal”[1], o artigo de Bertoluci mostra que cada passagem se transfere
do domínio local e histórico dos reis terrestres para o âmbito sobrenatural no
qual Lúcifer interpretou seu sedicioso papel. Descobri mais evidências que
suportam esse deslocamento conceitual em Ezequiel 28 – do “príncipe” terreno (nagid,
o rei de Tiro, versos 1-10) para o “rei” cósmico (melek, o soberano
sobrenatural de Tiro, o próprio Satanás, versos 11-19). Descobri também que
esse julgamento sobre o querubim caído ocorre no clímax do livro inteiro.[2]
Desse modo, a evidência bíblica suporta fortemente a exegese tradicional: o mal
teve sua origem em Lúcifer, o querubim cobridor.
Até alguns meses atrás, entretanto, um conceito
adventista muito familiar a respeito do advento do Grande Conflito parecia não
ter mais do que um suporte bíblico meramente inferencial. Refiro-me às
alegações de que, antes de sua queda, Satanás se pôs entre os anjos a difamar o
caráter e o governo de Deus. Nos livros Patriarcas e Profetas e O
Grande Conflito, em torno de 16 páginas tratam desse assunto, com base em
informações a respeito de Satanás tais como o fato de ele ter sido chamado
“homicida desde o princípio, [...] um mentiroso” (João 8:44, RSV) e “o acusador
de nossos irmãos” (Apocalipse 12:10, RSV). Mas existe alguma base bíblica mais
explícita para a acusação de “calúnia celestial”?
Acredito que sim. Por um feliz acaso, eu estava
examinando uma afirmação recente de que a maior parte da descrição de Satanás
em Ezequiel 28 seria apenas simbólica porque, como foi argumentado, ele é
descrito como sendo engajado em uma “abundância de [...] comércio” (verso 16,
NKJV) e, obviamente, Lúcifer não é literalmente um mercador celestial. Na
etimologia da palavra hebraica para “comércio”, fiz uma surpreendente e
empolgante descoberta. O verbo rakal, do qual esse substantivo deriva,
literalmente significa “andar por aí, de um para outro (para comércio ou
conversa fútil)”.[3] O substantivo derivado rakil – encontrado seis
vezes no Antigo Testamento, uma delas em Ezequiel 22:9 – significa “caluniador”
ou “mexeriqueiro”. O outro substantivo derivado, rkullah – que é o termo
usado para “comércio” em Ezequiel 28:16 – aparece somente nesse livro, e todas
as suas quatro ocorrências têm que ver com Tiro (26:12; 28:5; 16, 18).
A maior parte das versões modernas traduzem rkullah
como “tráfico”, “comércio” ou “mercadoria” – o que faz sentido, se aplicado
somente à Tiro histórica, uma cidade mercante, como contexto único da palavra.
Entretanto, em referência às representações do querubim cobridor em 28:16 e 18,
a noção de comércio não parece se aplicar tão bem. O notável crítico
exegeta Walther Eichrod comenta: “A descrição da transgressão é um pouco
inesperada, já que o comércio aqui é subitamente representado como sendo a
origem da iniquidade.”[4]
Uma resposta que acomoda ambas as interpretações,
“comércio” e “calúnia”, pode ser encontrada, creio eu, em um recurso literário
conhecido como “paranomasia” – um jogo com o significado da palavra. Já que o
substantivo rkullah é derivado do verbo que significa “andar por aí, de
um para outro, para fins de comércio ou de conversa fútil/difamação” – parece
provável que Ezequiel tenha escolhido esse raro termo hebraico (ao invés do
termo mais comum para comércio, sahar) justamente por causa de seu
possível duplo significado. A Tiro histórica claramente “andou por aí, de um
para outro” para fins de comércio com outras nações. De maneira semelhante, o
derradeiro governante de Tiro, Satanás (versos 11-19), no celeste “monte de
Deus”, também andou por aí, de um para outro – mas não para negociar, e sim para
espalhar calúnia e difamação entre os anjos. Ambos os governantes, o terrestre
e o espiritual, praticaram “tráfico”: o primeiro, de mercadorias; o segundo, de
calúnias contra Deus.[5]
O contexto imediato de Ezequiel 28:16 retrata a
queda do Querubim Cobridor da perfeição (verso 15) para o orgulho (verso 17).
Nesse cenário, os versos 16 e 18 traçam seus subsequentes passos para a
perdição. O verso 16 pode ser mais bem traduzido da seguinte maneira: “Na
multiplicação da tua difamação [rkullah], se encheu o teu [de Satanás]
interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do
monte de Deus...” Com hábeis pinceladas, Ezequiel pinta o retrato de Lúcifer
difamando a Deus, um primeiro passo em direção à definitiva rebelião aberta e
violenta descrita tão bem por João como “guerra no Céu” (Apocalipse 12:7, NIV).
Ezequiel 28:18 revela que, após sua expulsão do Céu, o querubim caído continua
a sua “iniquidade de difamação [rkullah]” contra Deus. O versículo
também registra a sentença divina contra Satanás: destruição pelo fogo por
causa da “multidão de suas iniquidades”.
A sediciosa difamação celestial de Satanás contra
Deus nos primeiros momentos do Grande Conflito não é uma adição adventista
extrabíblica à história; é, na verdade, uma admirável verdade bíblica!
(Richard M. Davidson é professor de Antigo
Testamento na Universidade Andrews, nos EUA)
Referências:
1. Jose M. Bertoluci, “The Son of the Morning and the Guardian Cherub in the Context of the Controversy Between Good and Evil”, dissertação de Th.D., Andrews University Seventh-Day Adventist Theological Seminary, 1985 (disponível a partir de University Microfilms, University of Michigan, P.O. Box 1346, Ann Arbor, MI 48106-1346).
2. Richard M.
Davidson, “Revelation/Inspiration in the Old Testament”, Issues in
Revelation and Inspiration, Adventist Theological Society Occasional
Papers, v. 1, Frank Holbrook e Leo Van Dolson, eds. (Berrien Springs, Mich.:
Adventist Theological Society Publications, 1992), p. 118, 119.
3. Francis
Brown, S. R. Driver e Charles A. Briggs, eds., The New Brown, Driver and
Briggs Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Grand Rapids,
Mich.; Baker Book House, 1981), p. 940.
4. Walter
Eichrodt, Ezekiel: A Commentary, Old Testament Library (Philadelphia: Westminster
Press, 1970), p. 394.
5. Apocalipse 18 parece capturar esse nuance dúbio
utilizado por Ezequiel. Em uma passagem claramente alusória a Ezequiel 28, o
anjo fala sobre a “mercadoria” de várias coisas materiais nos versos 12 e 13,
mas a listagem termina transferindo-se para o âmbito espiritual: “mercadorias
de [...] almas humanas” (KJV).
(Fonte: Blog Criacionismo)
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Beber bastante água faz mesmo bem à saúde
O antigo adágio que recomenda beber oito copos de água por dia para garantir a saúde do organismo é considerado um mito por muitos [muitos que não conheciam o que Ellen White escreveu há mais de um século – leia nota abaixo]. Porém, pesquisas realizadas ao longo dos anos sugerem que beber mais água ajuda mesmo a limpar os rins de sódio, ureia e toxinas do corpo. No ano passado, dois grandes estudos encontraram um menor risco de problemas renais em longo prazo entre as pessoas que bebem mais água e outros líquidos diariamente. Em um relatório publicado na revista Nephrology de março, pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, e de outras instituições acompanharam mais de 2.400 pessoas com mais de 50 anos. Aquelas que bebiam mais líquidos – cerca de três litros por dia – demonstraram ter um “risco significativamente mais baixo” de doença renal crônica do que aquelas que bebiam menos.
Além disso, em um estudo publicado no mês passado no The Clinical Journal of the American Society of Nephrology, cientistas canadenses acompanharam 2.148 homens e mulheres saudáveis, com idade média de 46 anos, durante sete anos. Eles observaram os marcadores da função e da saúde renal e utilizaram o volume de urina para determinar a quantidade de líquidos que os indivíduos bebiam diariamente. Após controlar fatores como o diabetes, o fumo, medicamentos e outros, eles descobriram que aqueles que tinham maior volume de urina – em outras palavras, aqueles que beberam mais líquidos – eram menos suscetíveis ao declínio da função renal.
De acordo com os autores, os resultados não incentivam a ingestão de “quantidades abusivas de líquidos”, que podem causar efeitos colaterais. Mas fornecem evidências de que aumentar moderadamente a ingestão de líquidos, para mais de dois litros por dia, “pode de fato trazer benefícios ao rim”.
“Acredite você ou não, agora parece haver provas de que o ‘mito’ segundo o qual beber oito copos grandes de líquido por dia faz bem aos rins se sustenta”, disse o Dr. William Clark, um dos autores do estudo e nefrologista no Centro de Ciências da Saúde de London, em Ontário.
Conclusão: um aumento moderado de ingestão de líquidos pode proteger os rins.
(UOL)
Nota Blog Saúde e Família: Esse é o tipo de pesquisa que serve para nos ensinar pelo menos duas coisas: (1) fique sempre com um pé atrás quando lê sobre certas novidades nas áreas de saúde (física e/ou mental); dietas vêm e vão; novos tratamentos, idem; mas o que fica é o que a revelação já nos havia orientado: os oito remédios naturais; (2) acredite no que Deus, por Sua bondade, já nos revelou no passado; seguir essas orientações é sempre o caminho mais seguro.[DB]
Além disso, em um estudo publicado no mês passado no The Clinical Journal of the American Society of Nephrology, cientistas canadenses acompanharam 2.148 homens e mulheres saudáveis, com idade média de 46 anos, durante sete anos. Eles observaram os marcadores da função e da saúde renal e utilizaram o volume de urina para determinar a quantidade de líquidos que os indivíduos bebiam diariamente. Após controlar fatores como o diabetes, o fumo, medicamentos e outros, eles descobriram que aqueles que tinham maior volume de urina – em outras palavras, aqueles que beberam mais líquidos – eram menos suscetíveis ao declínio da função renal.
De acordo com os autores, os resultados não incentivam a ingestão de “quantidades abusivas de líquidos”, que podem causar efeitos colaterais. Mas fornecem evidências de que aumentar moderadamente a ingestão de líquidos, para mais de dois litros por dia, “pode de fato trazer benefícios ao rim”.
“Acredite você ou não, agora parece haver provas de que o ‘mito’ segundo o qual beber oito copos grandes de líquido por dia faz bem aos rins se sustenta”, disse o Dr. William Clark, um dos autores do estudo e nefrologista no Centro de Ciências da Saúde de London, em Ontário.
Conclusão: um aumento moderado de ingestão de líquidos pode proteger os rins.
(UOL)
Nota Blog Saúde e Família: Esse é o tipo de pesquisa que serve para nos ensinar pelo menos duas coisas: (1) fique sempre com um pé atrás quando lê sobre certas novidades nas áreas de saúde (física e/ou mental); dietas vêm e vão; novos tratamentos, idem; mas o que fica é o que a revelação já nos havia orientado: os oito remédios naturais; (2) acredite no que Deus, por Sua bondade, já nos revelou no passado; seguir essas orientações é sempre o caminho mais seguro.[DB]
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Traga-me os Livros!
Quando fazia faculdade, nos tempos de agruras e privações materiais, eu lembro bem que, muitas vezes, “namorava” os livros nas estantes das livrarias de São Paulo e, depois, me conformava lendo alguns deles na Biblioteca do IAE – sonhando com o dia em que teria o meu acervo pessoal de bons livros.
Hoje, posso dizer que disponho de uma excelente biblioteca particular. O que falta mesmo é espaço para mais estantes, já que todas estão abarrotadas e há pilhas de livros ainda à espera de um lugarzinho especial (Esta semana chegaram mais de 70, entre os novos da CPB e de outras editoras) entre os “pares”.
Graças a Deus, disponho de recursos para adquirir todos aqueles que me interessam entre os que são lançados todos os dias. No entanto, uma coisa não arrefeceu em mim com o passar do tempo: o amor pelos livros e a paixão pela leitura. De modo particular, associo o estudo da Bíblia e de outros bons livros não apenas à cultura da informação, desenvolvimento do intelecto, mas, acima de tudo, à nutrição e crescimento espiritual.
“Que outros se jactem das páginas que escreveram; a mim me orgulham as que tenho lido”, afirma Jorge Luis Borges. Concordo plenamente com o maior escritor argentino de todos os tempos – alvo de uma das maiores injustiças dos organizadores do Prêmio Nobel, ao ser preterido para o Nobel de Literatura – a leitura é um prazer raro. Ler um bom livro é como degustar um fino manjar, uma comida deliciosa.
Concordo ainda com Francis Bacon, quando diz: “Alguns livros são para serem degustados, outros para serem engolidos, e alguns poucos para serem mastigados e digeridos. A leitura torna o homem completo, as preleções dão a ele prontidão, e a escrita torna-o exato”; mas, não vem deles e nem de centenas de outros escritores, filósofos e pensadores “a mais perfeita tradução” dos meus sentimentos e impressões mais sublimes sobre o sagrado exercício da leitura. Ela vem, ou melhor, encontra eco, nas palavras do pastor evangélico e escritor John Piper:
“Digo-lhes que meu principal sustento espiritual vem do Espírito Santo por meio da leitura. Por conseguinte, ler é mais importante para mim do que comer. Se eu ficasse cego, pagaria a alguém a fim de que lesse para mim. Tentaria aprender braile. Compraria livros gravados em fitas cassetes. Preferiria viver sem comida a viver sem livros”.
É impossível exagerar a importância da boa leitura, o valor dos bons livros que saem do prelo da CPB, Ados, Fiel, Vida, Mundo Cristão e tantas outras boas editoras. Daniel Webster disse:
“Se livros religiosos não circularem amplamente entre as massas, neste país, não sei o que nos tornaremos como nação. Se a verdade não for difundida, o erro o será. Se Deus e Sua Palavra não forem conhecidos e recebidos, o diabo e suas obras ganharão ascendência. Se os livros evangélicos não alcançarem cada vilarejo, as páginas de literatura corrupta e licenciosa alcançarão”.
A minha manutenção financeira nos quatro anos de Teologia foi assegurada pela venda de livros da Casa Publicadora Brasileira – a chamada “Colportagem”. Certamente, os valentes “Ministros da Página Impressa”, da mesma forma que aconteceu comigo ao ler a citação acima, se vêem nas palavras de Webster; eles fazem um trabalho tão elevado de transformação de vidas que em nada pode ser posto como inferior ao dos pastores e educadores cristãos.
Retomando os trilhos das minhas reflexões pessoais sobre a importância da leitura, faço uso novamente das palavras de John Piper:
“A Igreja primitiva foi estabelecida pelos escritos dos apóstolos, bem como pela pregação deles. Deus resolveu enviar Sua Palavra Viva ao mundo por trinta anos, e Sua Palavra escrita, por dois mil anos. Pense sobre a intenção que estava por trás desta resolução divina. As pessoas, em cada geração, seriam dependentes daqueles que lêem. Algumas pessoas, se não todas, teriam que aprender a ler – e ler bem – para serem fiéis a Deus”.
Concluo estas reflexões, convidando o leitor a fazer mentalmente comigo uma viagem ao primeiro século da Era Cristã – mais precisamente entre os anos 64 a 67. Numa prisão em Roma, abandonado pela quase totalidade dos amigos (II Timóteo 4:9-11), encontramos um homem idoso que, após o cumprimento da mais fantástica obra evangelística de todos os tempos, espera com fé o cumprimento dos desígnios divinos (II Timóteo 4:6-8).
Não sei – honestamente falando – o que eu e você, leitor, esperaríamos da vida nesta idade e a esta altura dos fatos. Se alguém dissesse para você: “Pode escolher livremente duas coisas que eu levo para você”, o que você escolheria? Paulo fez apenas um pedido singelo para o discípulo, Timóteo: “Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos” (II Timóteo 4:13).
Bem, quanto à capa, ela se fazia “necessária na fria e úmida prisão do apóstolo. Paulo não pedia nada supérfluo”, afirmam os comentaristas. E os livros? Para que livros a esta altura dos acontecimentos? Para que livros, se o grande evangelista, agora no final da vida, já não devia nem conseguir enxergar direito?
Faz muitos anos, li um pequeno texto no qual o articulista comentava exatamente esse pedido singelo e inusitado. Perdi esse fragmento literário e, portanto, não tenho as palavras na íntegra; no entanto, lembro que o autor dizia mais ou menos assim:
“Ele teve um encontro pessoal com Cristo e, no entanto, pede livros; Ele foi um dos mais brilhantes e eruditos de todos os pregadores do Evangelho, e, no entanto, pede livros; Ele foi arrebatado até ao terceiro Céu, e, no entanto, pede livros; Ele foi colocado como a mais perfeita imitação de Cristo, e, no entanto, pede livros”.
Amigos, se este homem de Deus, este gigante espiritual que foi Paulo, no momento extremo da vida não pediu alimentos, remédios ou qualquer outra coisa, apenas pediu “traga-me os livros”, o que dirá de nós, pobres e indigentes espirituais?
Há uma frase que quero deixar com você, dos meus tempos de grande aperto financeiro. Ela joga por terra a desculpa esfarrapada daqueles que dizem que não lêem mais e não compram mais livros por falta de dinheiro – enquanto vivem gastando o dinheiro com “aquilo que não é pão e leite”, coisas supérfluas.
Não lembro mais o autor, e é o que menos importa, mas sei que é um filósofo e dizia o seguinte: “Venda a camisa e compre livros!” Estão lembrados da frase de John Piper: “Preferiria viver sem comida a viver sem livros”?
Da mesma forma que Paulo, afirmemos hoje: “Traga-me os livros!”
(Elizeu Lira, no blog Nisto Cremos)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Os Dois Textos Principais Sobre a Natureza Humana de Cristo
Nestes dois textos do Espírito de Profecia, é abordado mais diretamente o assunto da Natureza humana de Cristo; sendo que esclarecem vários pontos que tem sido de interesse principalmente nos últimos tempos
“Ele não tomou sobre Si nem mesmo a natureza de anjos, mas a humanidade, perfeitamente idêntica à nossa própria natureza, a não ser pela mancha do pecado. ... Ele tinha a razão, a consciência, a memória, a vontade e as afeições da alma humana, a qual estava unida com a Sua natureza divina.
“Nosso Senhor foi tentado tal como o homem é tentado. Ele poderia ter cedido à tentação, igual aos seres humanos. Sua natureza finita era pura e sem mancha, mas a natureza divina ... não foi humanizada; tampouco a humanidade foi divinizada pela mistura ou união das duas naturezas; cada uma delas reteve seu caráter e propriedades essenciais.
“Aqui, entretanto, não devemos nos tornar comuns ou terrenos em nossos pensamentos, e em nossas idéias pervetidas não devemos pensar que a possibilidade de Cristo ceder às tentações de Satanás degradou Sua humanidade fazendo com que Ele viesse a possuir as mesmas propensões pecaminosas e corruptas que o homem possui.
“A combinação da natureza divinas com a humana O fez capaz de ceder às tentações de Satanás. A provação de Cristo, aqui, foi muito maior do que a de Adão e Eva, pois Cristo tomou a nossa natureza caída, mas não corrompida; e, a menos que Ele desse ouvidos às palavras de Satanás em lugar das palavras de Deus, não seria corrompido. Supor que Ele não poderia ceder à tentação é coloca-Lo onde Ele não poder ficar, como um exemplo perfeito para o homem. A força e o poder desta parte da humilhação de Cristo, a qual é a mais significativa, não serviria de instrução e ajuda aos seres humanos. ...
“Em sua humilhação, Ele desceu para ser tentado tal como o homem foi tentado; Sua natureza era a mesma do homem, capaz de sucumbir à tentação. Sua própria pureza e santidade foram assoladas pelo inimigo caído, o mesmo que se corrompeu e foi expulso do Céu. Quão profunda e intensamente Cristo deve ter sentido esta humilhação.
“De que maneira os anjos caídos olham para Aquele que é puro e incontaminado, o Príncipe da vida.” Manuscrito 57, 1890 (Confirmação em Manuscript Releases , Vol. 16, pg. 182).
“Seja cuidadoso, exageradamente cuidadoso, ao tratar da natureza humana de Cristo. Não O apresente diante das pessoas como um homem com propensões para o pecado. Ele é o segundo Adão. O primeiro Adão foi criado como um ser puro, sem pecado nem mancha alguma de pecado sobre ele; era a imagem de Deus. Poderia cair, e caiu deveras ao transgredir. Por causa do pecado, sua posteridade nasceu com propensões inerentes para a desobediência. Mas Jesus Cristo era o Filho unigênito de Deus. Ele tomou sobre Si a natureza humana, e foi tentado em todos as coisas, como a natureza humana é tentada. Ele poderia ter pecado; poderia ter caído, mas nem por um momento sequer houve nEle uma má propensão. Ele foi assaltado com tentações no deserto, tal como Adão foi assaltado com tentações no Éden.
“Irmão Baker, evite toda e qualquer questão relacionada com a humanidade de Cristo que possa ser mal-entendida. A verdade fica muito próxima da trilha da presunção. Ao tratar sobre a humanidade de Cristo, é preciso que esteja muito atento a cada afirmação para que suas palavras não sejam entendidas de maneira diferente, e assim perca a percepção clara da Sua humanidade combinada com a divindade, ou que a deixe empalidecer. ...
“Estas palavras não são aplicadas a nenhum ser humano, exceto o Filho do Deus Infinito. Nunca, de maneira alguma, deixe a mais leve impressão sobre as mentes humanas de que havia uma mancha ou inclinação para a corrupção sobre Cristo, ou que, de alguma maneira, Ele cedeu à corrupção. Ele foi tentado em todas as coisas como o homem é tentado, e mesmo assim é chamado o ente santo. Isto é um mistério que foi deixado sem explicação para mortais: Cristo podia ser tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. A encarnação de Cristo sempre foi e sempre será um mistério. O que foi revelado, assim o foi para nós e nossos filhos, mas que todos os seres humanos se acautelem quanto a considerar Cristo totalmente, como nós outros, pois isso não pode ser. Não é necessário que saibamos o momento exato em que a humanidade uniu-se com a divindade. Devemos manter nossos pés sobre a rocha, Cristo Jesus, O Deus revelado em humanidade.
“Percebo que há perigo na abordagem a assuntos que tratam da humanidade do Filho do Deus infinito. Ele realmente humilhou-Se ao ver que estava em forma de homem, para que pudesse compreender a força de todas as tentações que assolam o homem.
“O primeiro Adão caiu; o segundo Adão apegou-se a Deus e à Sua palavra sob as mais probantes circunstâncias, e a Sua fé na bondade, misericórdia, e amor do Seu Pai não vacilou por um instante sequer. ‘Está escrito’ foi a sua arma de resistência e é a espada do Espírito que todos os seres humanos devem usar. ‘Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim’ – nada a responder, quando em tentação. Nenhuma chance foi dada como resposta às múltiplas tentações por Ele sofridas. Nenhuma vez Cristo pisou no terreno de Satanás, dando-lhe qualquer vantagem. Satanás nada encontrou nEle que encorajasse seu avanços.” Carta 8, 1895 (enviada a W. L. H. Baker no fim de 1895 ou princípio de 1896; também em Manuscript Releases 414).
(Itálicos no Texto foram Acrescentados)
Textos em Humanidade de Cristo de W. Whidden
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Amor Materno Ajuda Criança a Lidar com Stress da Vida Adulta
Beijos, abraços e todo tipo de carinho vindo da mãe ajudam o ser humano a enfrentar melhor o stress da vida adulta. Esta é a conclusão de um estudo realizado com 500 pessoas nos Estados Unidos, ao longo de 30 anos.
Joanna Maselko, líder da pesquisa, observou que níveis altos de afeto materno facilitam a criação de laços e envolvimento humano. Além de reduzir o stress na criança, ainda pode ajudá-la a desenvolver habilidades sociais até a fase adulta.
Inicialmente, os pesquisadores avaliaram a qualidade da interação entre mães e bebês durante consultas rotineiras. Um psicólogo observou e deu uma nota para a forma como a mãe reagia às necessidades e emoções da criança. Cerca de 30 anos depois, eles voltaram a procurar os pacientes, agora adultos, e fizeram uma série de perguntas sobre bem-estar e condição emocional. Além disso, os entrevistados tinham que responder se achavam que suas mães tinham sido carinhosas.
Os resultados revelaram que as crianças de mães mais carinhosas eram capazes de lidar com todos o stress e a ansiedade melhor do que as outras, que receberam menos atenção. Segundo os estudiosos, estes resultados aumentam os indícios de que a infância é a base para a construção de uma vida adulta sólida. Contudo, a influência de outros fatores, como a personalidade, educação em casa e na escola não podem ser descartados.
O estudo foi publicado no periódico americano Journal of Epidemiology and Community Health.
(Fonte: Veja)
Nota: Depois de ter lido sobre esta pesquisa, me lembrei de alguns textos bastante significativos de Ellen G. White sobre a educação dos filhos; alguns são até mesmo relativamente conhecidos no meio adventista, entretanto, quantas vezes temos tirado da teoria esses conselhos inspirados e feito eles na prática? Vejamos os textos: “Pelos pensamentos e sentimentos alimentados nos primeiros anos, determina cada jovem a história de sua vida. Os hábitos corretos, virtuosos e varonis formados na juventude, tornar-se-ão uma parte do caráter, e geralmente determinarão a conduta da pessoa em toda a vida”. Orientação da Criança, pág. 196. A Sra. White também aconselha que: “Nos primeiros anos da vida da criança o solo do coração deve ser cuidadosamente preparado para os chuveiros da graça de Deus. Então as sementes da verdade devem ser cuidadosamente semeadas e diligentemente cuidadas. O Lar Adventista, pág. 201. Portanto, quer seja através dos beijos, abraços e carinhos ou nos momentos de repreensão, além de cuidarmos do emocional de nossos filhos cuidemos de sua espiritualidade já nos tenros anos de sua vida, para que a boa semente de fruto abundante para a santidade. [M. Borges].
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Em contraste a verdadeira e a falsa definição da Trindade
Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas, não são para confiar. Fazem-se definições como essas: "O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz corporificada; o Espírito é a luz derramada." "O Pai é como o orvalho, vapor invisível; o Filho é como o orvalho condensado em uma bela forma; o Espírito é como o orvalho caído sobre a sede da vida." Outra apresentação: "O Pai é como o vapor invisível; o Filho como a nuvem plúmbea; o Espírito é chuva caída e operando em poder refrigerante."
Todas essas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas. Enfraquecem e diminuem a Majestade a que não pode ser comparada nenhuma semelhança terrena. Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem.
O Pai não pode ser definido por coisas da Terra. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais.
O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada. A Palavra de Deus declara que Ele é "a expressa imagem da Sua pessoa". Heb. 1:3. "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna." João 3:16. Aí se manifesta a personalidade do Pai.
O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal. Há três pessoas vivas pertencentes ao Trio Celestial; em nome destes três grandes poderes - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo.
Special Testimonies, Série B, Nº 7, págs. 62 e 63. Em Evangelismo págs. 614-615.
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