Mostrando postagens com marcador minerais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador minerais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Como saber se você sofre de fome oculta?


Quantidade x qualidade: alimentação pobre em vitaminas e minerais é a causa da fome oculta e não pouca comida


Descubra como se prevenir deste mal que afeta mais de 2 bilhões de pessoas no mundo, segundo estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa de Política Alimentar, dos Estados Unidos

O nome engana e nada tem a ver com aquela sensação de estômago vazio inexplicável. Na realidade, a fome oculta está associada à qualidade, e não à quantidade, do que comemos. “O problema é resultado de uma alimentação pobre em vitaminas e minerais, micronutrientes necessários para manter o organismo a pleno vapor”, resume o nutrólogo Paulo Giorelli, presidente da regional do Rio de Janeiro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

O desconhecimento ameaça piorar ainda mais as coisas. Em levantamento feito pela área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril sobre os impactos da rotina moderna na busca pela vida saudável, 83% dos participantes admitiram nunca ter ouvido falar de fome oculta. E mais: 30% não têm ideia se sofrem de alguma carência alimentar. Então, quando o corpo começa a dar os primeiros sinais da deficiência, já está vulnerável a encrencas que atrapalham o dia a dia.

Conheça abaixo cinco dos sinais que podem ajudar identificar a fome oculta.

Sinal 1: Esgotamento físico

Cansaço, dificuldade de sair da cama, falta de ânimo para a prática de exercícios físicos. Sintomas assim, muitas vezes, estão associados a uma alimentação pobre em ferro. O consumo insuficiente do mineral, com o tempo, leva a fadiga e desânimo, culminando em um quadro de anemia. Atenue esse risco consumindo carne magra [sic], folhas verde-escuras e grãos integrais. A falta de vitamina do complexo B também pode desencadear o problema. Por isso, é preciso reforçar a presença de leite, peixe [sic], ovos e leguminosas no cardápio.

Sinal 2: Fadiga mental

O ácido fólico regula a comunicação entre os neurônios e sua escassez pode estar por trás da dificuldade de raciocínio e falta de concentração. Forrar o prato de brócolis, espinafre, agrião e rúcula, combinados com grãos, é boa estratégia para garantir mais agilidade mental.

Sinal 3: Queda de cabelo e unhas fracas

Quando faltam vitaminas A, C e E, importantes parceiras para a regeneração de tecidos, os fios enfraquecem, a pele fica áspera e as unhas, quebradiças. O betacaroteno, que dá o tom da cenoura e da abóbora, por exemplo, se transforma em vitamina A no organismo. As folhas de tom verde-escuro garantem uma longa lista de substâncias benéficas, entre elas a vitamina C. E um punhado de amêndoas é repleto de vitamina E. “Adicionar azeite a vegetais é boa pedida”, ensina a nutricionista Mariana del Bosco. Isso porque a gordura colabora no transporte e na absorção dos micronutrientes.

Sinal 4: Cãibras

Dores e contrações musculares constantes acendem o sinal amarelo para a falta de minerais. Frutas como manga e banana trazem boa quantidade de potássio. Castanha-do-pará e cereais integrais são ótimas fontes de magnésio. O cálcio, já sabemos, está em leite e derivados, além de peixes
[sic], como sardinha e salmão [sic]. “Sem se esquecer de que os minutos que ficamos ao sol fazem diferença, já que a exposição é parceira na aquisição da vitamina D e na fixação do cálcio nos ossos”, lembra Mariana.

Sinal 5: Baixa imunidade

Para melhorar as defesas, é preciso calibrar melhor a ingestão de vitamina C, presente em frutas como laranja e caju, além de tomate e brócolis. Um aporte de zinco e selênio também ajuda a manter o organismo livre de gripes e resfriados constantes. Aveia e cogumelo são ricos no primeiro mineral; castanha-do-pará, por sua vez, carrega bastante selênio.

(Fonte: Veja)

domingo, 13 de janeiro de 2013

Descubra oito motivos para incluir [ou manter] o feijão na dieta

O grão é aliado do emagrecimento e age até na prevenção do câncer

Ele faz falta no prato dos brasileiros e é o primeiro a despertar saudade no caso de quem visita um país do exterior. Não bastando o sabor delicioso e a variedade de combinações possíveis no preparo, o feijão ainda é muito bem visto por especialistas da saúde. No relatório do Sistema Vigitel do Ministério da Saúde, o feijão aparece na lista de fatores de proteção contra câncer e outras doenças crônicas. Já o Guia Alimentar para a População Brasileira (BRASIL, 2005) recomenda a ingestão de, pelo menos, uma porção diária de feijão ou outra leguminosa, como ervilha seca, lentilha e soja. A boa reputação deve-se à grande quantidade de nutrientes que o alimento possui, resultando em benefícios para a dieta e para o corpo todo. Quer saber o que seu corpo ganha a cada porção? Os especialistas contam com detalhes.

Fonte de proteínas

As proteínas vegetais que o feijão fornece são formadas por aminoácidos chamados lisinas. "Como o corpo humano não consegue produzir esse tipo de proteína sozinho, é preciso incluir o feijão e outros alimentos na dieta que forneçam esse nutriente", afirma a nutricionista Juliana Menezes, de São Paulo. Ela conta que as proteínas são essenciais para a saúde dos tecidos do corpo (osso, pele, órgãos e músculos). [...]

Ajuda a prevenir cáries

O casamento de arroz e feijão proporciona uma dose diária de flúor que pode ajudar no controle de cáries nos dentes, segundo um estudo da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp (SP). Os pesquisadores acreditam que esses alimentos absorvem o flúor presente na água tratada que costumamos utilizar para o preparo. Esse mineral fica concentrado na saliva de quem consome o arroz e o feijão, aumentando a proteção dos dentes.

Controle do peso

Inserir o feijão em uma dieta balanceada pode ajudar no emagrecimento. É preciso moderação no consumo, já que o alimento é rico em carboidratos e pode engordar - 100 gramas apresentam 22 gramas do nutriente, semelhante à quantidade encontrada no arroz (28 gramas). Mas o feijão leva vantagem por ter boas quantidades de fibras: 6,4 gramas na mesma porção. "Depois de ingeridas, essas fibras formam um gel e permanecem mais tempo no estômago, aumentando a sensação de saciedade", explica Juliana Menezes. Dessa forma, você vai demorar mais para sentir fome.

Contra o intestino preso

As fibras são famosas por aumentarem o volume das fezes, dando um empurrãozinho para o intestino funcionar melhor. A nutricionista Juliana ainda traz mais um benefício: as fibras solúveis presentes no feijão servem de base para a formação de substâncias chamadas ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). "Eles fornecem energia para que as células do intestino desempenhem bem as suas funções", afirma.

Diabetes

Esta é mais uma vantagem das fibras do feijão: fazer com que a glicose presente nos alimentos seja absorvida aos poucos. "Dessa forma, não há picos de hiperglicemia e o paciente de diabetes consegue manter a glicemia estável por mais tempo", explica Juliana Menezes.

Previne câncer e doenças degenerativas

"O feijão é fonte de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes que ajudam a reduzir o risco de alguns tipos de câncer, doenças degenerativas e problemas cardiovasculares", afirma a nutricionista Mariana Exel, do Hospital Samaritano de São Paulo. Ela também conta que as fibras do feijão ajudam a combater a obesidade e controlar os níveis de colesterol e de glicemia do sangue - problemas que aumentam as chances de doenças crônicas.

Fonte de minerais

Por ser rico em ferro, o feijão é uma das principais armas do combate à anemia ferropriva, que é a diminuição do número de células vermelhas (hemoglobina) do sangue causada pela falta do mineral. "Sem hemoglobinas, o sangue não consegue transportar oxigênio para que as células do corpo produzam energia", afirma Mariana Exel. O grão também contém boas quantidades de zinco e magnésio. O primeiro é importante para inúmeras reações químicas que ocorrem no organismo e a sua falta pode causar desde problemas de memória e até convulsões. "Já o magnésio é fundamental para a saúde dos ossos, músculos, cérebro e sistema nervoso", conta a nutricionista do Hospital Samaritano.

Vitaminas do complexo B

Entre as vitaminas presentes no feijão, há destaque para o folato, também chamado de ácido fólico e vitamina B9. "Esse nutriente é muito importante durante a gestação para evitar deformidades no feto", afirma Mariana Exel. Segundo a nutricionista, a falta dessa vitamina pode causar alterações de humor e até anemia, com sintomas parecidos ao da anemia ferropriva, como cansaço e fraqueza. Uma porção de 100 gramas de feijão contém aproximadamente 130 microgramas de ácido fólico.
Fonte: Minha Vida: Alimentação

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Uva Evita a Formação de Coágulos nas Artérias


A uva constitui um componente essencial da dieta mediterrânea e até os dias de hoje. Recentes descobertas científicas atribuem à boa saúde cardíaca das pessoas devido a alguns componentes presentes na uva.

Os componentes da uva que merecem menção especial são:
 
Açúcares, em proporção que oscila entre 15% e 30%. Uvas de regiões frias costumam ter menos açúcares, enquanto as cultivadas em terrenos cálidos e secos são mais doces.
Os dois açúcares mais abundantes na uva são a glicose e a frutose. Do ponto de vista químico, trata-se de monossacarídeos ou açúcares simples, que tem a propriedade de passar diretamente ao sangue, sem necessidade de serem digeridos..

Vitaminas: Com 0,11 mg/100 g de vitamina B1, B6 e B12, que auxiliam no combate à anemia..
A uva contém quantidade bastante significativa de provitamina A, vitamina C e de vitamina E.

Minerais: o potássio, o cobre e o ferro são os minerais mais abundantes na uva, ainda que também contenha cálcio, fósforo, magnésio.

Fibra: A uva contem aproximadamente 1% de fibra vegetal solúvel (pectina), quantidade relativamente importante tratando-se de fruta fresca.
Ácidos orgânicos (tartárico, málico, cítrico e outros). Esses ácidos produzem a alcalinização do sangue. A alcalinização do sangue e da urina facilita a eliminação de resíduos metabólicos, que em sua maior parte são do tipo ácido como o ácido úrico.

Flavonóides: Recentemente se comprovou que atuam como potente antioxidantes, impedindo a oxidação do colesterol causador da arteriosclerose e evitando a formação de trombos ou coágulos nas artérias.

Resveratrol: Detém a progressão da arteriosclerose. Sabe-se também que é um poderoso anticancerígeno.

Em essência pode-se dizer que a uva é um alimento que fornece energia às nossas células e favorece o bom estado das artérias, especialmente das coronárias que irrigam o músculo cardíaco. Também é laxante, antitóxica, diurética, antianêmica e antitumoral. Vale salientar que tenho tido êxito em alguns pacientes com problemas de Câncer utilizando entre outras técnicas a dieta da uva em suas refeições.

Nessa época do ano temos o privilégio de degustar uma boa quantidade de uvas em nossas mesas, portanto como terapeuta naturista recomendo a todos que utilizem a uva até em grande quantidade, não só como efeito curativo, mas principalmente como preventivo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...