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domingo, 25 de agosto de 2013

27 Dicas de Como Escrever Bem


27 Dicas de Como Escrever Bem
 
 
1. Vc. deve evitar abrev., etc.

 

2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

 

3. Anule aliterações altamente abusivas.

 

4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.

 

5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.

 

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

 

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

 

8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?

 

9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa droga.

 

10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.

 

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

 

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem ideias próprias.”

 

13. Frases incompletas podem causar

 

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma ideia.

 

15. Seja mais ou menos específico.

 

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

 

17. A voz passiva deve ser evitada.

 

18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

 

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

 

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

 

21. Exagero é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.

 

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “Mesóclises: evitá-las-ei!”

 

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

 

24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!

 

25. Evite frases exageradamente longas, pois elas dificultam a compreensão da ideia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma ideia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, dessa forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular por meio do uso de frases mais curtas.

 

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língua portuguêza.

 

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

 

*Observação: a dica 17 não vale para textos técnicos. (Autor desconhecido).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Textos de Ellen G. White para Escritores e Editores N°. VII



Regularmente tem sido reproduzido textos do Espírito de Profecia do livro “O Outro Poder: Conselhos para Escritores e Editores”.

Obs: A referência das páginas entre parênteses são sempre do livro mencionado acima. Também constando ao final do texto sua fonte primária.




Necessidade de Termos uma Compreensão Clara da Palavra de Deus                           
Sempre que o povo de Deus estiver crescendo em graça, obterá constantemente compreensão mais clara de Sua Palavra. Há de distinguir mais luz e beleza em suas sagradas verdades. Isto se tem verificado na história da igreja em todos os séculos, e assim continuará até ao fim. Mas à medida que a verdadeira vida espiritual declina, tem sido sempre a tendência cessar o crente de avançar no conhecimento da verdade.
Atitude para com Nova Luz                                                                                  
 Os homens ficam satisfeitos com a luz já recebida da Palavra de Deus, e desistem de qualquer posterior estudo das Escrituras. Tornam-se conservadores, e procuram evitar novo exame.     
O fato de não haver controvérsias ou agitações entre o povo de Deus, não deveria ser olhado como prova conclusiva de que eles estão mantendo com firmeza a sã doutrina. Há razão para temer que não estejam discernindo claramente entre a verdade e o erro. Quando não surgem novas questões em resultado de análise das Escrituras, quando não aparecem divergências de opinião que instiguem os homens a examinar a Bíblia por si mesmos, para se certificarem de que possuem a verdade, haverá muitos agora, como antigamente, que se apegarão às tradições, cultuando nem sabem o quê.  

 Tem-me sido mostrado que muitos dos que professam a verdade presente, não sabem o que crêem. Não compreendem as provas de sua fé. Não apreciam devidamente a obra para este tempo. Quando chegar o tempo de angústia, e ao examinarem a posição em que se encontram, homens que agora pregam a outros, verificarão que há muitas coisas para as quais não podem dar uma razão satisfatória. Até que fossem assim provados, desconheciam sua grande ignorância.                           
E há muitos na igreja que contam por certo que compreendem aquilo em que crêem, mas que até surgir uma discussão, ignoram sua fraqueza. Quando separados dos da mesma fé, e forçados a estar sozinhos e expor por si mesmos sua crença, ficarão surpreendidos de ver quão confusas são suas idéias do que têm aceito como verdade. É certo que tem havido entre nós um afastamento do Deus vivo, e um voltar-se para os homens, pondo a sabedoria humana em lugar da divina.
Exame Crítico das Posições                                                                                   
Deus despertará Seu povo; se outros meios falharem, introduzir-se-ão entre eles heresias, as quais os hão de peneirar, separando a palha do trigo. O Senhor chama todos os que crêem em Sua Palavra, para que despertem do sono. Tem vindo uma preciosa luz, apropriada aos nossos dias. É a verdade bíblica, mostrando os perigos que se acham mesmo iminentes sobre nós. Essa luz nos deve levar ao estudo diligente das Escrituras, e a um mais atento exame crítico das posições que mantemos.                
É vontade de Deus que todos os fundamentos e posições da verdade, sejam cuidadosa e perseverantemente estudados, com oração e jejum. Os crentes não devem ficar em suposições e mal definidas idéias do que constitui a verdade. Sua fé deve estar firmemente estabelecida sobre a Palavra de Deus, de maneira que, quando o tempo de prova chegar, e eles forem levados perante os concílios para responder por sua fé, sejam capazes de, com mansidão e temor, dar a razão para a esperança que neles há.                                                                                                      
Agitai, agitai, agitai! Os assuntos que apresentamos ao mundo devem ser para nós uma realidade viva. É importante que, ao defender as doutrinas que consideramos artigos fundamentais da fé, nunca nos permitamos o emprego de argumentos que não sejam inteiramente retos. Eles podem fazer calar um adversário, mas não honram a verdade. Devemos apresentar argumentos legítimos, que, não somente façam silenciar os oponentes, mas que suportem a mais profunda e perscrutadora investigação. [...]
Contínua Indagação e Busca de Maior Luz                                                                                 
Seja qual for o grande adiantamento intelectual do homem, não pense ele, nem por um momento, que não há necessidade de inteira e contínua indagação das Escrituras em busca de maior luz. Como um povo, somos convidados individualmente ao estudo da profecia. Devemos observar atentamente, a fim de distinguir qualquer raio de luz que Deus nos apresente. Devemos apanhar os primeiros clarões da verdade; e, mediante estudo acompanhado de oração, poder-se-á obter mais intensa luz, a qual poderá ser apresentada aos outros.                         
Quando o povo de Deus está à vontade, satisfeito com a luz que já possui, podemos estar certos de que Ele os não favorecerá. É Sua vontade que marchem sempre avante, recebendo a intensa e sempre crescente luz que para eles brilha. A atitude atual da igreja não agrada a Deus. Tem-se introduzido uma confiança que os tem levado a não sentir nenhuma necessidade de mais verdade e maior luz. Vivemos numa época em que Satanás opera à direita e à esquerda, em nossa frente e por trás de nós; e todavia, como um povo, estamos dormindo. Deus deseja que se faça ouvir uma voz despertando Seu povo para a ação. Obreiros Evangélicos págs. 297-300; Testemunhos para Igreja, Vol. 5, pág. 708-709. (págs. 26-28).

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Textos de Ellen G. White para Escritores e Editores N°. VI

Regularmente tem sido reproduzido textos do Espírito de Profecia do livro “O Outro Poder: Conselhos para Escritores e Editores”.

Obs: A referência das páginas entre parênteses são sempre do livro mencionado acima. Também constando ao final do texto sua fonte primária.

Nossas Explicações das Escrituras são Infalíveis?
Não há desculpas para ninguém assumir a posição de que não há mais verdades a serem reveladas, e de que todas as nossas visões da Bíblia não têm qualquer erro. O fato de certas doutrinas terem sido consideradas como a verdade por muitos anos pelo nosso povo não é uma prova de que nossas idéias sejam infalíveis. O tempo não converte o erro em verdade. A idade não transforma o erro em verdade e ela pode ser reexaminada. Nenhuma verdadeira doutrina terá algo a perder pela cuidadosa investigação.
Vivemos em tempos perigosos, e não nos convém aceitar tudo o que é apresentado sem profundo exame; da mesma forma, não podemos rejeitar o que quer que contenha os frutos do Espírito de Deus; devemos ser receptivos, mansos e humildes de coração. Há aqueles que se opõem a tudo o que não está de acordo com as próprias ideias e, por agirem assim, colocam em risco seus interesses eternos tal qual a nação judaica em sua rejeição de Cristo.
O Senhor deseja que nossas opiniões sejam colocadas à prova, que possamos ver a necessidade de examinar detalhadamente os oráculos vivos para ver se estamos ou não andando de acordo com nossa fé. Muitos que professam crer na verdade têm se acomodado, dizendo: “rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta” (Ap. 3:17). Review and Herald, 20 de dezembro de 1892. (Págs. 24-25).      

Estudar Diligentemente as Escrituras
Como examinar as Escrituras? Iremos de um para outro pilar das nossas doutrinas, tentando fazer com que toda Bíblia se molde a nossas opiniões preconcebidas? Ou levaremos nossas idéias e visões às Escrituras e avaliaremos cada aspecto de nossas teorias em comparação com a Verdade? Muitos que leem e mesmo ensinam a Bíblia, não compreendem a preciosa verdade que estão ensinando ou estudando.
Os homens nutrem erros, embora a verdade esteja claramente assinalada; mas se trouxessem suas próprias doutrinas à luz da Palavra de Deus e não lessem a Palavra de Deus à luz de suas doutrinas, para provar que suas ideias estão certas, não andariam em escuridão e cegueira e nem alimentariam o erro. Muitos conferem às palavras da Bíblia um significado que se adapte a suas opiniões, enganando a si mesmos e iludindo outros com suas falsas interpretações da Palavra de Deus.
Ao estudarmos a Palavra de Deus, devemos fazê-lo com coração humilde. Todo egoísmo, todo amor pela originalidade, deve ser colocado de lado. Opiniões aceitas por muito tempo não devem ser consideradas infalíveis. Foi a relutância dos judeus em deixar suas antigas tradições que os levou à ruína. Estavam determinados a não ver qualquer falha em suas opiniões próprias e na sua forma de expor as Escrituras. Mesmo que homens respeitados tenham defendido certas visões, se não estiverem claramente sustentadas pela Palavra, devem ser rejeitadas. Os que sinceramente desejam a verdade não serão relutantes em franquear à pesquisa e crítica as suas posições, e não se aborrecerão se suas opiniões e ideias forem contraditadas. Este era o espírito acariciado entre nós quarenta anos atrás. [...]

Lições a Aprender e Desaprender
Temos muitas lições a aprender, e muitas, muitas a desaprender. Unicamente Deus e o Céu são infalíveis. Os que pensam que nunca terão de desistir de um ponto de vista acariciado, jamais terão ocasião de mudar de opinião, serão decepcionados. Enquanto nos apegarmos às próprias ideias e opiniões com determinada persistência, não podemos ter a unidade pela qual Cristo orou.        
Pudessem aqueles que são autossuficientes ver do ponto de vista em que o universo de Deus os vê, pudessem ver como Deus os vê, sentiriam tanta fraqueza, demonstrariam tanto desejo por sabedoria, que clamariam ao Senhor para ser sua justiça; desejariam esconder-se de Sua presença.
Diz o apóstolo, “não sois de vós mesmos. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus ao vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Cor. 6:19, 20). Quando nossos planos e projetos são rejeitados, quando homens que dependem de nossa orientação concluem que o Senhor deseja que ajam e julguem por si mesmos, não devemos ter espírito de censura ou exercer autoridade arbitrária para compeli-los a aceitarem nossas ideias. Aqueles que ocupam posições de autoridade devem constantemente cultivar o autocontrole. [...]

A Mensagem, os Líderes, e o Povo
A repreensão do Senhor estará sobre os que impedem o caminho, para que não chegue ao povo mais clara luz. Uma grande obra te de ser feita, e Deus vê que nossos dirigentes necessitam de maior luz, a fim de se unirem aos mensageiros que ele envia para realizarem a obra que ele deseja que se faça. O Senhor tem suscitado os mensageiros, e os dotado de Seu Espírito, e tem dito: “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados” (Is. 58:1).
Ninguém corra o risco de interpor-se entre o povo e a mensagem do Céu. Essa mensagem há de chegar ao povo; e se não houvesse nenhuma voz entre os homens para a anunciar, as próprias pedras clamariam. Eu suplico a todo pastor que busque o Senhor, ponha de lado o orgulho e a luta pela supremacia, e humilhe o coração diante de Deus. A frieza de coração, a incredulidade dos que deveriam ter fé é que mantêm fracas as igrejas. Review and Herald, 26 de julho de 1892. (Págs. 25-26).

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