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domingo, 26 de março de 2017
Organização e Progresso da Igreja - Versão 2.0 (Apresentação em PREZI)
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segunda-feira, 19 de março de 2012
Dos Apóstolos a Wesley - Porções Seletas (Parte V)
Para a leitura da Quarta parte, clique aqui, Parte III, clicar aqui, Parte II clique aqui, para a 1ª. parte clique aqui.
Lutero cria
e ensinou que o cristão que trabalhava no arado, era um homem tão religioso
como o sacerdote que celebra o sacramento no altar. Pág. 79.
Lutero cria
e ensinou que o cristão que trabalhava no arado, era um homem tão religioso
como o sacerdote que celebra o sacramento no altar. Pág. 79.
A
contribuição mais decisiva da Reforma ao conceito da perfeição Cristã foi a
recuperação do ensinamento neotestamentário de que a vida cristã plena pode ser
a possessão de qualquer pessoa, em qualquer das vocações da vida. A Confissão
de Augsburgo expressa tal verdade em seu artigo sobre esse assunto, da seguinte
maneira: “a perfeição cristã é isto, temer a Deus sinceramente e também
conceber uma grande fé. Além disso, é, confiar que, por causa de Cristo, Deus
efetivou a paz conosco; pedir, e com certeza esperar ajuda de Deus em todos
nossos assuntos, de acordo com nosso chamamento. Nestas coisas consistem a
verdadeira perfeição e o verdadeiro culto a Deus e não no celibato, na
mendicância ou em uma aparência vil. [Artigo 27].
Aludindo ao
trabalho da empregada que cozinha, limpa a casa e faz outras tarefas
domésticas, Lutero escreve: “Posto que o mandato de Deus está ali, até uma
pequena ou humilde tarefa deve ser louvada como um serviço a Deus, que supera
consideravelmente a santidade e o ascetismo de todos os monges e monjas”.
Declarações como estas se encontram frequentemente nos sermões de Lutero.
Melanchton expressa algo muito similar: “Todo o homem, seja qual for sua
vocação, deve buscar a perfeição, ou seja, crescer no temor de Deus, na fé, no
amor fraternal, e nas virtudes espirituais similares”. Pág. 90.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Dos Apóstolos a Wesley - Porções Seletas (Parte II)
Para ler a primeira parte clique aqui.
A palavra hebraica, que traduzimos por santidade, é qodesh, a qual, com as suas correlatas, aparece mais de 830 vezes no Antigo Testamento. Pág. 15.
Os eruditos encontram três significados fundamentais em qodesh: [1] Frequentemente enuncia a idéia de “irromper com esplendor”. Assim, um erudito escreve: “Não há distinção clara entre santidade e glória”. [2] A palavra também expressa uma divisão, separação, uma elevação. [3] É provável que qodesh tenha vindo de duas raízes, uma das quais significa “novo”, “fresco”, “puro”. A santidade significa pureza, cerimonial ou moral. A pureza e a santidade são, praticamente sinônimas. Pág. 15-16.
O termo hebraico que traduzimos por perfeição significa plenitude, justiça, integridade, liberdade de mancha ou culpa, paz perfeita. Uma maneira de enunciar a idéia no Antigo Testamento era a expressão metafórica “caminhar com Deus” em fidelidade e companheirismo. Pág. 19.
A perfeição de Jó era uma questão de motivação, de seu amor desinteressado a Deus. O coração de Jó era perfeito diante de Deus, pois sua intenção era pura. Eis a idéia básica de perfeição no Antigo Testamento. Pág. 20.
O verbo teleio que se traduz “aperfeiçoar”, aparece vinte e cinco vezes no Novo Testamento. Significa (1) realizar um propósito, alcançar certa norma, atingir uma meta dada, e (2) cumprir ou completar. Paulo usa o adjetivo, teleios, sete vezes. Em vários casos é óbvio seu significado de ser “maduro”, no sentido moral (I Co 14:20; Ef 4:13-14). Mas em I Co 2:6 e 15, os “perfeitos” são considerados iguais aos “espirituais” (que ocorre em I Co 3:1). Pág. 27.
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Wesley
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Seguindo os Passos dos Reformadores
Houvessem os guias de Israel recebido a Cristo, e Ele os teria honrado como mensageiros Seus para levar o evangelho ao mundo. Foi-lhes dada, primeiramente a eles, a oportunidade de se tornarem arautos do reino e da graça de Deus. Mas Israel não conheceu o tempo de sua visitação. Os ciúmes e desconfianças dos chefes judaicos maturaram em ódio aberto, e o coração do povo se desviou de Jesus.
O Sinédrio rejeitara a mensagem de Cristo, e intentava matá-Lo; portanto, Jesus partiu de Jerusalém, afastou-Se dos sacerdotes, do templo, dos guias religiosos, do povo que fora instruído na lei, e voltou-Se para outra classe, para proclamar Sua mensagem, e remir os que haviam de levar o evangelho a todas as nações.
Como a luz e a vida dos homens foi rejeitada pelas autoridades eclesiásticas nos dias de Cristo, assim tem sido rejeitada em todas as subseqüentes gerações. Freqüentemente se tem repetido a história da retirada de Cristo da Judéia. Quando os reformadores pregavam a Palavra de Deus, não tinham idéia alguma de se separar da igreja estabelecida; os guias religiosos, porém, não toleravam a luz, e os que a conduziam eram forçados a buscar outra classe, a qual estava ansiosa da verdade. Em nossos dias, poucos dos professos seguidores da Reforma são atuados pelo espírito da mesma. Poucos estão à escuta da voz de Deus, e prontos a aceitar a verdade, seja qual for a maneira por que se apresente. Muitas vezes os que seguem os passos dos reformadores são forçados a retirar-se da igreja que amam, a fim de declarar o positivo ensino da Palavra de Deus. E muitas vezes os que estão à procura da luz são, pelos mesmos ensinos, obrigados a deixar a igreja de seus pais, a fim de prestar obediência. Desejado de Todas Nações, pág. 232.
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