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quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Explicações sobre a Origem da Vida e surgimento do Universo - (Dezembro de 2016)
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Estrutura Misteriosa Intriga Cientistas do Mundo Todo
Uma
estrutura misteriosa foi encontrada por um pesquisador em junho deste ano, na
Amazônia Peruana. Trata-se de um tipo de “torre”, feito por um material
parecido com teias de aranha, mas estruturado de uma forma bem diferente de
qualquer outra teia já vista. Desde então, mais três dessas “coisas” foram
encontradas. O Wired publicou uma matéria na qual diz que nem mesmo
cientistas e biólogos conseguiram identificar o material. Seria um fungo? Uma
teia de aranha diferente? E por que isso existe? Essa estrutura tem alguma
função, afinal? A verdade é que, por enquanto, ninguém sabe. De acordo com o
pesquisador que encontrou as estruturas, Troy Alexander, elas são pequenas
e não medem mais do que dois centímetros. Alexander tem divulgado imagens das
estruturas na esperança de que alguém possa entender alguma coisa a respeito
delas, mas cientistas e biólogos ainda não conseguiram explicar nada.
O
entomologista William Eberhard, do Instituto de Pesquisa Smithsonian
Tropical, disse que não tem ideia do que possa ter criado a estrutura ou
do que, de fato, ela seja. O curador emérito de aranhas do Museu Americano de
História Natural, Norman Platnick, disse ter visto a estrutura por foto, mas
não tem ideia sobre o animal responsável pela formação dessa torre em
miniatura.
Curiosos
de plantão estão palpitando e até mesmo aranhas marcianas já foram
apontadas como formadoras da “coisa”. O fato é que, até agora, ninguém sabe ao
certo o que é ou quem fez isso. Qual é o seu palpite?
Nota do Blog Criacionismo:
Meu palpite é que essa estrutura é resultado de “forças naturais” aleatórias.
Não, claro que essa não é a minha opinião, mas é mais ou menos o que os
cientistas naturalistas/darwinistas dizem quando veem estruturas muito, mas
muito mais complexas, como o DNA, por exemplo. Então, por que a teiazinha em
forma de torre tem que ter sido feita por alguém ou algo?
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Espermatozoides são Inteligentes e Calculam o Tempo
![]() |
| Análise da maneira como o espermatozoide se locomove indica um comportamento inteligente. |
Um
estudo publicado no jornal médico Journal of Cell Biology
indica que os espermatozoides são inteligentes e sabem contar. A pesquisa levou
em consideração a maneira como eles nadam e como escolhem os caminhos para
seguir adiante.
Segundo
os cientistas o esperma parece ser controlado pela concentração de cálcio do
ambiente em que está, mudando de forma ou velocidade de acordo com a situação
encontrada. Em outras palavras, é preciso que o esperma saiba contar para
perceber o quão rápido a concentração de cálcio muda.
A
mensuração é feita para que os espermas saibam como reagir quando há muito
cálcio ao seu redor. Próximo do óvulo, por exemplo, costumam haver
concentrações mais altas. Como essa contagem é feita, ainda permanece um
mistério para os cientistas. (Negritos Acrescentados)
(Fonte: TecMundo)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Cérebro Supera Computadores
Cientistas da Universidade de São Francisco e do Instituto Salk juntaram esforços para responder à questão “Em que medida é que o cérebro se compara com os nossos melhores computadores?” Como seria de esperar, e sem surpresa alguma, o cérebro sobrepõe o melhor dos computadores em quase todas as áreas. O tipo de linguagem que os cientistas usam no artigo é uma linguagem de design. Eles falam de instruções embebidas nos circuitos, informação, design das sinapses, redundância informativa, e falam ainda na capacidade cerebral de processar 100 bilhões de instruções por segundo. No fim, os cientistas admitem que o cérebro é construído segundo princípios de engenharia. A sua estrutura pode ser comparada com a dos nossos computadores, mas o cérebro é bem mais eficiente.
A análise feita é boa, mas muito mais poderia ser dito. Poder-se-ia dizer que, enquanto nossos melhores computadores são practicamente imóveis, o cérebro foi criado numa plataforma móvel. Além disso, o cérebro tem a capacidade de se auto-regenerar em caso de danos mas os computadores não. Se o computador apanha líquidos é o seu fim, mas, como se pode verificar durante as férias, água na nossa cabeça não danifica o cérebro.
O que os evolucionistas querem que nós acreditemos é que esse computador biológico, móvel, à prova de água, auto-reparador, com capacidade de executar milhões de operações por segundo, com capacidade de aprender novas funções, criou a si próprio através de múltiplos erros genéticos e do acaso (sem nenhuma Mente Inteligente por detrás). No entanto, ninguém tem problemas em reconhecer que os bem menos eficientes computadores que nós criamos são obras de design inteligente.
Lógico, não? É apenas evolucionismo [!?].
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Defenda a fé cristã com razão e precisão (1)
Vivemos num mundo paradoxal. Ao mesmo tempo em que se prega o relativismo e a ausência de verdades absolutas (menos esta, é claro), os críticos do cristianismo vivem pedindo razões para se convencerem de que a Bíblia e a fé cristã são confiáveis. Você saberia apresentar bons argumentos racionais para defender sua fé, no espírito de 1 Pedro 3:15? O doutor em filosofia e teologia e debatedor cristão William Lane Craig dá nova contribuição no campo da apologética cristã, com seu livro recém-lançado em língua portuguesa Em Guarda – Defenda a fé cristã com razão e precisão (Editora Vida Nova). A ideia é que o livro seja um verdadeiro manual para ajudar todos aqueles que desejam e/ou precisam dar a razão da fé que possuem, ao mesmo tempo em que, na mão dos céticos, pode colocá-los para pensar seriamente nas bases racionais do teísmo e do cristianismo. Escrito em linguagem simples, porém profunda, e recheado de exemplos da vida real (inclusive do próprio autor, convertido na juventude), Em Guarda é um convite à reflexão e à boa e necessária apologética – racional, serena e mansa, como recomenda o apóstolo Pedro.Como fiz com o ótimo livro Ortodoxia, de Chesterton, publicarei aqui, de quando em quando, trechos da obra de Craig, a fim de estimulá-lo a buscar conhecimento útil para defender sua fé com razão e precisão (outros ótimos livros apologéticos podem ser encontrados nesta lista).
No capítulo 1 de Em Guarda, intitulado “O que é apologética?”, Craig afirma que, “ironicamente, quem tem bons argumentos na sustentação da sua fé se torna menos inclinado a bate-bocas e a sair frustrado da discussão” (p. 14), e que, “se você tem boas razões para aquilo em que crê, então, em vez de sentir raiva, sentirá uma compaixão genuína pelos perdidos, que em geral estão desorientados. A boa apologética envolve falar ‘a verdade em amor’ (Ef 4:15)” (p. 15).
Para Craig, a apologética é importante por três razões: (1) Para influenciar a cultura (“se os cristãos puderem ser treinados para fornecer sólidas evidências daquilo em que creem e boas respostas para as perguntas e objeções dos incrédulos, então a imagem que se tem dos cristãos vai pouco a pouco mudar. Os cristãos passarão a ser vistos como pessoas inteligentes e preparadas, a serem levadas a sério, e não meros fanáticos ou palhaços. E o evangelho será uma opção concreta para essas pessoas seguirem”). (2) Para fortalecer os que creem (“quando se está passando por um período difícil e Deus parece distante, a apologética pode ajudar a pessoa a se lembrar de que sua fé não está baseada em emoções, e que, portanto, é necessário permanecer firme na fé”). (3) Para ganhar os incrédulos.
Nesse primeiro capítulo, Craig fornece noções de lógica e afirma que se as regras básicas da lógica forem seguidas, elas garantem a você que, se os passos do seu argumento (premissas) forem verdadeiros, a conclusão também será.
Ele termina o capítulo assim: “Você não gostaria de ser capaz de defender sua fé com inteligência? Não gostaria de ter alguns argumentos na ponta da língua para apresentar a alguém que diga que os cristãos não têm bons motivos para crerem naquilo que professam? Já está cansado de se sentir intimidado por incrédulos? Se estiver, então leia este livro! Estou feliz por você tê-lo escolhido e recomendo que esteja sempre en garde, ou seja, pronto para dar a razão de sua esperança” (p. 30).
Aguarde minhas observações e citações do capítulo 2.
Michelson Borges no Blog Criacionismo
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Deus Existe?
Rapidamente começaram a falar sobre Deus.
O barbeiro diz:
- Eu não acredito que Deus exista, como você disse.
- Porque você diz isso? (pergunta o cliente)
- É muito fácil, ao sair para rua nós percebemos que Deus não existe. Diga-me haveria tantos doentes? Haveria meninos abandonados? Se Deus existisse, não haveria sofrimento nem tanta dor para a humanidade.
E finalizou dizendo:
- Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.
O cliente calou-se pensando, e não quis responder para evitar uma discussão.
Ao terminar o corte de cabelo, o cliente saiu do estabelecimento e viu um homem com a barba e o cabelo compridos.
Entrou novamente na barbearia e disse ao barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Os barbeiros não existem!
- Como? Se aqui estou eu! – respondeu o barbeiro
- Não... (insiste o cliente) não existem, se existissem não haveria pessoas com o cabelo e barba tão grandes como a desse homem.
- Os barbeiros existem, essas pessoas é que não veem a mim (replica o barbeiro)
- Exato... (diz o cliente) esse é o ponto. Deus existe, o que se passa é que as pessoas não vão até Ele, não O procuram, por isso há tanto dor e miséria.
E o barbeiro calou-se pensando...
NOTA: Será que o calar-se a fim de pensar do barbeiro era de mesmo sentimento do que o do cliente anteriormente? Entendemos que não. Devemos aprender como professos cristãos, a sermos apologistas nos momentos certos, e com argumentos claros e práticos fazer esta defesa; longe de tentar se embasar em autoridades, devemos mostrar que por intermédio de nossa própria simples observação há referências suficientes para alimentar nossa fé. Ao sermos mais simples em nossas conclusões, estaremos beneficiando a nós e aos outros. Sempre tendo em vista que: “O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento” (Provérbios 1:7).
[M. Borges]
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Seria Errado Dizer que Evoluímos? (Completo)
Você se importaria em saber que o seu tatara-tatara-tatara-avô foi um macaco? À medida que uma criança vai crescendo, vai se fascinando cada vez mais com a descoberta da vida, através de tudo que aprende. Mas com o passar do tempo, chegam também as frustrações, que igualmente são conseqüentes de se ter aprendido algo. Um exemplo clássico é a figura do Papai Noel, que primeiro faz os olhinhos tenros brilharem ao voar pelo mundo da fantasia, depois os faz chorar, mergulhados na profunda decepção de ter descoberto que o velhinho natalino não existe.
Mais de oitenta por cento da nossa população de baixinhos cresce aprendendo a acreditar que Deus existe. Para a grande maioria desse grupo, também é ensinado que foi Ele quem nos fez. Há ainda um número considerável de crianças a quem não é ensinado sobre a existência de um Deus. Estando em qualquer um dos dois grupos, em alguma fase das descobertas de mundo que fará, a pessoa passará pelo conflito de duvidar de seus próprios valores por descobrir “outras verdades”, como aconteceu com o palestrante Fernando Iglesias. Embora ele tenha sido criado em um lar cristão, quando era garotão de Ensino Médio começou a ter sua fé minada pelo ensino de alguns professores.
Não existe um campo mais fértil para plantar uma semente, do que o coração de uma criança. Se você quer ter sucesso em inculcar determinado conceito em alguém, ensine-o a uma mente que ainda está limpinha e novinha, lúcida e com vigor. Até os escritores do mundo antigo sabiam disto: Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles (Provérbios 22:6).
Foi por isso que o professor Jesus Cristo, ao tentar transmitir Seus pensamentos religiosos para Seus seguidores, acreditava que quem melhor ilustrava o tipo de fé que o ser humano deveria ter em Deus eram as crianças (Marcos 9:36-37), porque, além da sinceridade, elas têm a capacidade de crer em Deus sem precisar questionar a existência dEle. E o mais esmagador: elas são felizes assim! Segundo Ele, alguns intelectuais não entendiam Sua linguagem religiosa porque não queriam aceitar Suas palavras (João 8:43).
Desde Seus dias, tem sido assim. Enquanto as crianças O louvavam, alguns eruditos, amparados por sua própria lógica, O negavam (Mateus 21:15 e 16).
Isso não quer dizer que para sermos cristãos precisamos estar encaixados naquela classe de pessoas que se conforma em acreditar apenas pela fé. A religiosidade da Bíblia não é uma crença cega, pelo contrário, ela solicita um tipo de culto racional (Romanos 12:1). A importância da ciência é enfatizada pelas Escrituras, ao mencionar que não há limite para a produção de livros (Eclesiastes 12:12), porque o conhecimento é mais importante que o ouro puro (Provérbios 8:10).
O conflito surge quando se quer negar a existência de um deus porque a ciência existe. Os meios de comunicação têm uma responsabilidade muito forte neste papel, principalmente quando apresentam determinadas teorias como se fossem comprovações científicas. A partir daí, muitos duvidam da existência de Deus e não procuram saber a verdade, porque têm medo. Uns têm medo de procurar Deus na ciência e não encontrá-Lo, outros, de encontrá-Lo.
Será que há evidências científicas de que existe um Deus Criador?
Os escritos bíblicos apóiam a ciência. Mas será que a evolução dos conhecimentos científicos não traz à Bíblia uma qualificação retrógrada?
A ciência é uma das realizações intelectuais de maior êxito da humanidade. A Escritura também é altamente respeitada, e a Bíblia é de longe o livro mais aceito no mundo. Os cientistas seculares têm proposto para as origens um modelo evolucionista lento e com períodos longos de tempo, enquanto a Escritura fala de uma criação recente por Deus. A busca em avaliar esses dois modelos das origens tem seguido um percurso interessante, contencioso e, às vezes, enganoso .
Explicar a origem da vida na Terra é uma das maiores dificuldades da teoria da evolução. Embora vários cientistas tenham trabalhado insistentemente, até hoje nada se conseguiu ainda de bons experimentos, que pelo menos chegue perto de comprovar a origem da vida. Depois de mais de 50 anos de pesquisas nessa área, as publicações apenas mostram como os avanços de tais descobertas estão empacados. À medida que se descobre o quanto as células são mais complexas do que se imaginava, fica cada vez mais difícil explicar a origem (no passado) dos seres vivos a partir de substâncias inorgânicas.
Toda célula viva possui moléculas de proteínas consideradas fundamentais para a vida. Um exemplo simples e já bem estudado é a proteína Citocromo C. Seria possível obter tal proteína, a partir de substâncias inorgânicas, ao acaso?
Cálculos cuidadosos feitos por Hubert Yockey (1992) demonstram que uma molécula de citocromo C funcional poderia ser obtida em somente 2 em 1075 tentativas. Se for aceita a estimativa otimista de Sagan de 1044 aminoácidos presentes em sua “sopa primordial” e se pudéssemos simultaneamente adicionar um novo aminoácido a cada uma das 1044 cadeias em formação, um por segundo, prosseguindo somente até haver uma falha, seriam necessários somente 1023 anos para se ter uma probabilidade de 95% de obter uma molécula funcional de citocromo C neste sistema. Isto é dez trilhões de vezes mais do que a idade que é geralmente aceita para o universo.
Então, se tudo teria começado com uma bactéria, e se a bactéria mais simples precisa de 471 proteínas para funcionar corretamente, onde e quando foi originada a vida?
Ainda que todos estes fenômenos, fatos e números tivessem realmente ocorrido, pra ciência ser honesta, ela não poderia apóiá-los como nenhum tipo de corpo de conhecimento confiável, pois ninguém estava lá para sistematizar sua explicação através da observação, identificação e pesquisa, formulados metódica, sistemática, repetitiva e racionalmente. Se alguém tentasse defender o surgimento da vida dado pelo acaso como sendo ciência, a mente científica de alguém que teria planejado todas as origens seria obrigada a perguntar: “Onde você estava quando lancei os alicerces da terra, e fixei os limites do oceano?” (Jó 38:1-20).
O problema é que no mundo científico, muitas vezes, a adequação de dados sob conceitos amplamente aceitos “que por um tempo propiciam problemas e soluções modelo”, passa a ser representada como ciência. Ou seja, visões que embora abrangentes, não passam de paradigmas, terminam sendo aceitas como verdade; podendo elas ser tanto falsas quanto verdadeiras . É o que acontece com a teoria da evolução das espécies, e pode ser resumido nas palavras de Thomas Huxley: “Primeiro é absurdo; depois pode ser; e finalmente sempre soubemos disso”. Se repetirmos uma mentira demais ela pode passar a ser considerada amplamente uma “verdade”, embora não seja.
A mídia tenta vender a idéia do surgimento da vida por acaso e evolutivamente, pintando um quadro de total abrangência da aceitação de tal conceito. Todavia, esta propaganda pode ser facilmente desmascarada se não nos bitolamos em ouvir somente o que é colocado no trombone, mas observarmos no que as pessoas têm crido.
O doutor Rodrigo P. Silva relacionou uma lista de 21 biografias de cientistas que tinham uma fé criacionista .
Da leitura desse livro, o mais interessante é poder notar duas coisas:
a) Desde o século XIV, entre os que mais se destacaram e contribuíram para a sociedade, estavam aqueles que tinham, como força para suas faculdades mentais, a fé em Deus.
b) Ao longo de toda a história sempre houve homens preeminentes que não se acanharam em atribuir ao Criador a autoria dos seus estudos.
Abaixo, alguns heróis da fé:
Cientista
|
Tempo em que viveu
|
Leonardo da Vinci
|
1452 – 1519
|
Nicolau Copérnico
|
1473 – 1513
|
Geórgias Bauer (Agrícola)
|
1494 – 1555
|
Francis Bacon
|
1561 – 1626
|
Galileu Galilei
|
1564 – 1642
|
Johannes Kepler
|
1571 – 1630
|
Blaise Pascal
|
1623 – 1662
|
Robert Boyle
|
1627 – 1691
|
Isaac Newton
|
1642 – 1727
|
Gottfried Wilhelm Liebnitz
|
1646 – 1716
|
Bartolomeu de Gusmão
|
1685 – 1724
|
Maria Gaetana Agnesi
|
1718 – 1799
|
Caroline Herschel
|
1750 – 1848
|
Geoges Cuvier
|
1769 – 1832
|
Maria Mitchell
|
1818 – 1889
|
Gregor Mendel
|
1822 – 1884
|
Louis Pasteur
|
1822 – 1895
|
William Ramsay
|
1852 – 1916
|
George Washington Carver
|
1864 – 1943
|
Carlos Chagas Filho
|
1910 – 1999
|
Wernher Von Braun
|
1912 – 1977
|
Se a ciência tem pais cristãos, ou ela é compatível com a crença em um Deus , ou os listados acima eram loucos. Se a última alternativa estivesse correta, eles não seriam aceitos como cientistas. O que acontece é que sempre houve homens como os três astronautas da Apollo 8 que, em 1968, quando estavam circundando o lado escuro da Lua e viram nosso lindo planeta azul nascer no horizonte lunar, declamaram em uníssono, para as conexões de comunicação do nosso planeta ouvirem: “No princípio Deus criou os céus e a terra!”(Gênesis 1:1).
Primeira Pesquisa – Realizada em 1916
| |
Cientistas que disseram acreditar em Deus
|
40%
|
Cientistas que disseram não acreditar em Deus
|
45%
|
Cientistas que não responderam à pesquisa
|
15%
|
Segunda Pesquisa – Realizada em 1996
| |
Cientistas que disseram acreditar em Deus
|
40%
|
Cientistas que disseram não acreditar em Deus
|
45%
|
Cientistas que não responderam à pesquisa
|
15%
|
Por que será que, passados 80 anos, nos quais a ciência tanto se desenvolveu, a crença que os cientistas têm em Deus não mudou nada? É lógico que é porque na natureza há evidências da existência do Criador!
Albert Einstein já sabia que a ciência é o estudo da criação de Deus, e por isto falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser, e não uma simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos na experiência pessoal que têm ao relacionar-se com Ele. Nem todos têm esta coragem. É por isso que, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos. Os percentuais obtidos pelas pesquisas do Instituto Gallup realizadas junto à opinião pública dos americanos, demonstram isto:
Albert Einstein já sabia que a ciência é o estudo da criação de Deus, e por isto falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser, e não uma simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos na experiência pessoal que têm ao relacionar-se com Ele. Nem todos têm esta coragem. É por isso que, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos. Os percentuais obtidos pelas pesquisas do Instituto Gallup realizadas junto à opinião pública dos americanos, demonstram isto:
CRENÇAS DE ADULTOS NOS EUA COM RESPEITO A SUAS ORIGENS
| |||
Origem
|
1982
|
1991
|
1993
|
Deus criou o homem dentro dos últimos 10 mil anos.
|
44
|
47
|
47
|
O homem desenvolveu-se ao longo de milhões de anos. Deus dirigiu o processo.
|
38
|
40
|
35
|
O homem desenvolveu-se ao longo de milhões de anos. Deus não esteve envolvido.
|
9
|
9
|
11
|
Não opinaram.
|
9
|
4
|
7
|
Alguns cientistas se perguntam como é possível que, após mais de um século de educação evolucionista, tão poucos sigam a doutrina. Para Ariel A. Roth, um cristão que atualmente é cientista, o problema é que “muitos acham difícil acreditar que o homem e todas as complexas formas de vida ao seu redor, juntamente com a Terra e um Universo que tão adequadamente os sustentam, se tornaram organizados por si mesmos”.
É muito ilógico, olhar para um sistema de complexidade irredutível, como por exemplo, o olho, e não esperar que alguém o tenha planejado . Isto tem sido motivo de discussão por dois séculos. A questão da origem do olho não é tida como um tópico favorito de discussão, por vários evolucionistas . Darwin era muito ciente deste problema, embora não conhecesse toda a complexidade do processo de visão. Ele confessou seu desespero numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: “Só de pensar no olho, tenho calafrios”. “Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver” . Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção (Salmo 139:14).
Certa vez, uma professora pediu que um de seus alunos olhasse para fora da sala de aula, e então lhe
perguntou: “Tom, você está vendo aquela árvore?” O garotinho respondeu que sim. “Então a árvore existe” afirmou a professora. Ela continuou: “E você está vendo a grama?” “Sim”, foi a resposta de Tom. Mais uma vez, ela concluiu: “Logo, a grama existe”. “Agora Tom, vá lá fora e olhe bem, para todo o céu”, a professora pediu. O garotinho foi, olhou, e voltou.
- Você viu o céu, Tom?
- Sim professora.
- Então o céu existe.
- Tom, você viu a Deus?
Quando o aluno respondeu que não, a professora explicou para a classe que Deus não existe porque ninguém nunca O viu.
Peter, um outro aluno, então pediu permissão para fazer mais algumas perguntas para Tom. A professora consentiu, e o diálogo seguiu-se assim:
- Tom, consegue ver a árvore?
- Sim.
- A grama?
- Sim.
- O céu?
- Sim.
- Consegue ver o cérebro da professora?
- Não.
- Então ela não tem cérebro!!!
A classe caiu na gargalhada.
Com sua simplicidade infantil, Peter acabara de apresentar à classe um grande seminário cuja lição era:
Nem sempre o tangível, visível ou testável é a única realidade. Precisamos aceitar que Deus é infinito (“multidimensional”), e que uma das maiores dificuldades com as quais nós, seres humanos finitos nos deparamos, é a tentativa de conhecê-Lo de forma abrangente em Sua revelação. ‘Os mais poderosos intelectos da Terra não podem compreender a Deus’ .
Dizer que é possível provar cientificamente que Deus existe seria uma tolice. Mas seria também uma tolice falar que a ciência afirma que Deus não existe. Afirmarmos que é comprovado cientificamente que o homem evoluiu, seria dizer uma grande besteira! Vamos respeitar a ciência! Finalmente, com uma mentalidade um pouco mais científica, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas (Filipenses 4:8). É sobre elas que vamos aprender nas próximas semanas!
Embora não possamos usar a ciência para provar que Deus exista ou não, podemos encontrar evidências que mostram que não estamos aqui por conta do acaso. Os arranjos e o equilíbrio especial das forças fundamentais da natureza dizem que há um Ser que colocou tudo isso junto de forma perfeita, na construção deste Universo.
Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Pergunte aos animais, e eles o ensinarão, ou às aves do céu, e elas lhe contarão; fale com a terra, e ela o instruirá, deixe que os peixes do mar o informem. Quem de todos eles ignora que a mão do SENHOR fez isso? (Isaías 40:26; Jó 12:7-9).
Alguém fora do Universo estava pensando em nós. Você não é fruto do acaso, você é a realização do sonho do grande Criador. E se você se encontra detonado pelo pecado, Ele tem para você o Plano da Redenção. Por este plano, já lhe redimiu pelo sangue de Jesus no Calvário, e quer levar-lhe um dia para o Céu.
Seria errado dizer que evoluímos?
Pr. Valdeci Jr.
Referências:
Ariel A. Roth, Origens (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001), 29-30.
Dra. Marcia Oliveira de Paula, UUNASP - SP.
Thomas Kuhn, The Structure of Scientific Revolutions, 2aed. (Chicago: University of Chicago Press, 1970), viii.
Rodrigo P. Silva, Eles Criam em Deus (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002).
Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin (Editora Jorge Zahar).
Pierre P. Grassé, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation (Nova York, San Francisco e Londres: Academic Press), 105.
Roth, 97-105.
Michelson Borges, Por Que Creio (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), 223.
Fonte: Advir
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
"O ateísmo é anormalidade", diz autor de "O Homem Eterno"
Gilbert Keith Chesterton (1874-1936), escritor londrino, foi um dos maiores defensores do cristianismo em uma época que o ateísmo era uma tendência entre intelectuais.
O progresso técnico e o desenvolvimento científico --principalmente após a Revolução Industrial, no século 18-- despertaram no homem um sentimento de controle da natureza e de independência. As críticas à doutrina e aos mistérios do cristianismo não era novidade entre os filósofos. O pensamento estava presente em iluministas como Voltaire (1694-1778).
O mundo se deparava com ideias de Friedrich Nietzsche (1844-1900), Sigmund Freud (1856-1939) e Charles Darwin (1809-1882), um período de afirmações polêmicas e chocantes.
Foi nesse cenário que Chesterton defendeu a fé e a existência de Deus. O autor exerceu grande influência e chegou a debater o assunto com Bertrand Russell (1872-1970), o ateu mais famoso e ativo da filosofia contemporânea.
Em "O Homem Eterno" (Mundo Cristão, 2010) reconta, com o seu característico humor britânico, a história da humanidade apontando a ação de Deus no mundo. Ao argumentar contra os céticos, diz no livro: "o ateísmo é anormalidade".
Conta-se que o volume foi o responsável pela conversão de C. S. Lewis, autor de "As Crônicas de Nárnia", ao cristianismo. Leia, abaixo, um trecho do exemplar.
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Aquela mitologia e aquela filosofia, à luz das quais o paganismo já foi analisado, ambas haviam sido bebidas literalmente até as fezes. Se com a multiplicação da magia o terceiro departamento, que denominamos demônios, estava cada vez mais ativo, ele nunca significou outra coisa que não fosse destruição. Resta apenas o quarto elemento, ou melhor, o primeiro; aquele que em certo sentido fora esquecido por ser o primeiro. Refiro-me àquela primeira, dominante e mesmo assim imperceptível impressão de que o universo no fim das contas tem uma única origem e um único objetivo; e por ter um objetivo deve ter um autor. O que aconteceu nessa época com essa grande verdade no fundo da mente humana talvez seja mais difícil determinar. Alguns dos estoicos sem dúvida viram isso cada vez mais claro à medida que as nuvens da mitologia se abriram e desfizeram; e dentre eles grandes homens fizeram muito lutando até o fim para lançar os fundamentos de um conceito da unidade moral do mundo. Os judeus ainda tinham sua secreta certeza disso ciosamente guardada atrás de altas cercas de exclusividade; no entanto, uma forte característica da sociedade nessa situação é o fato de que algumas figuras em voga, especialmente senhoras, realmente abraçaram o judaísmo. Mas no caso de muitas outras pessoas imagino que nesse ponto surgiu uma nova negação. O ateísmo tornou-se realmente possível nesse tempo anormal, pois o ateísmo é anormalidade. Não é simplesmente a negação de um dogma. É a inversão de um pressuposto subconsciente da alma; a sensação de que existe um significado e uma direção no mundo que ela enxerga. Lucrécio, o primeiro evolucionista que se esforçou para substituir Deus pela evolução, já havia exposto aos olhos dos homens sua dança de cintilantes átomos, com a qual ele concebeu o cosmo sendo criado do caos. Mas não foi sua forte poesia ou sua triste filosofia, imagino eu, que possibilitaram aos homens acalentar essa visão. Foi algo no sentido de uma impotência e um desespero, e com isso os homens ergueram em vão os punhos contra as estrelas, quando viram as mais belas obras da humanidade afundando lenta e fatalmente num lodaçal. Eles poderiam facilmente acreditar que até a própria criação não era uma criação, mas uma perpétua queda, quando viram que as mais sólidas e dignas obras de toda a humanidade estavam caindo devido a seu próprio peso. Poderiam imaginar que todas as estrelas eram estrelas cadentes; e que os próprios pilares de seus solenes pórticos estavam se curvando sob uma espécie de crescente Dilúvio. Para gente naquele estado de espírito havia um motivo para o ateísmo, que em certo sentido é racional. A mitologia poderia desaparecer e a filosofia poderia fossilizar-se; mas, se por trás dessas coisas havia uma realidade, com certeza essa realidade poderia ter sustentado as coisas que iam caindo. Não existia nenhum Deus; se existisse um Deus, com certeza esse era o momento exato para ele agir e salvar o mundo.
(Folha.com)
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