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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Covid-19: vitamina D reduz fatores de risco, dizem cientistas italianos


Um estudo feito por cientistas da Universidade de Turim concluiu que a vitamina D pode reduzir os fatores de risco de pacientes com Covid-19.


A pesquisa avançou após um estudo inicial, realizado em Turim, mostrar que “os pacientes com a Covid-19 apresentavam uma prevalência muita alta de deficiência de vitamina D”.


A vitamina D tem papel ativo na regulação do sistema imunológico e, segundo os cientistas, evidências indicam que o composto tem efeito “na redução do risco de infecções respiratórios de origem viral, inclusive na da Covid-19”.


O cientistas, então, recomendaram aos médicos que, associada a outras medidas, eles garantam “níveis adequados” de vitamina D “em pacientes já contagiados, seus familiares, agentes de saúde, idosos frágeis, no público de residências assistenciais, em pessoas em regime de isolamento e em todos aqueles que, por vários motivos, não se expõem adequadamente à luz solar”.



(Fonte: https://www.oantagonista.com/mundo/covid-19-vitamina-d-reduz-fatores-de-risco-dizem-cientistas-italianos/)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Febre Infantil Não é Doença























Imagine chamar a polícia toda vez que o alarme do carro dispara antes mesmo de verificar se alguém tentou roubá-lo ou se foi apenas uma pedra que caiu na carroceria e disparou o sinal. Seria um caos, não? Mas é exatamente isso que os adultos fazem quando os pequenos têm febre - e nem se dão conta. Basta o termômetro indicar mais de 37 °C que começa a correria para encontrar um remédio antes mesmo de averiguar o estado de saúde da criança. A questão é: o uso de medicamento, nessas horas, pode ter consequências negativas. 
 
Tanto é que a mais importante revista científica de pediatria do mundo, a americana Pediatrics, lançou um alerta recente sobre o uso indiscriminado de antitérmicos. No artigo, assinado por especialistas da Academia Americana de Pediatria, os médicos recomendam que não se recorra a esse tipo de remédio com o objetivo exclusivo de reduzir a temperatura corporal de meninos e meninas. "Só que, infelizmente, muitos pais têm um medo exagerado e irracional da febre", lamenta o pediatra Jayme Murahovschi, da Academia Brasileira de Pediatria. É aí que mora o perigo. 

Isso porque a automedicação é sempre arriscada. "Os antitérmicos não atuam sobre a doença que desencadeou a subida da temperatura, só diminuem a febre", lembra a infectologista e pediatra Cristina Rodrigues da Cruz, professora da Universidade Federal do Paraná. "A preocupação, quando há febre, deve ser com o diagnóstico do que a causou, feito por um pediatra." Além disso, o calor corporal - desde que não passe de um limite tolerável - até costuma dar uma mão para exterminar o que por ventura está por trás de toda a encrenca. 

"A febre de até 38,6 °C otimiza o sistema imunológico", confirma a pediatra Joelma Gonçalves Martin, professora da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior do estado. "Ou seja, ficar um pouco mais quente do que o normal ajuda a criança a se defender, porque a produção de anticorpos protetores aumenta, recrutam-se algumas células de defesa de maneira mais rápida e inibe-se a multiplicação de diversos micro-organismos", explica. [...]
 
Mas nenhum pai ou mãe deveria se desesperar nessas horas. Talvez esse seja o recado mais importante do artigo americano. Em mais de 60% dos casos, a elevação da temperatura é apenas uma das respostas do organismo à presença de algum micro-organismo estranho - e logo, logo esse calorão todo passa. Funciona assim: quando um vírus ou bactéria entra no corpo e é reconhecido como invasor, leva à produção de substâncias conhecidas como mediadores inflamatórios. "Eles provocam vasodilatação local, esquentando a região", explica a fisiologista Silvia Nishida, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp, em Botucatu. "E atuam no termostato cerebral, o hipotálamo, elevando o ponto de ajuste da temperatura do corpo." 

Então, se antes o termômetro do organismo se esforçava para não passar de 36,5 °C, agora ele acha que o melhor é deixar tudo bem quente. "A partir daí ocorre uma série de estímulos, responsáveis por produzir e reter calor, como a ereção dos pelos e a constrição dos vasos periféricos", afirma Joelma. A pediatra e neonatologista Fernanda Zicolloto, do Hospital e Maternidade Santa Joana, na capital paulista, deixa um aviso: "A febre é sempre um bom sintoma". Basta não se apavorar com ela e averiguar o que a provoca antes de partir para qualquer medicação. (Itálicos acrescentados).
 
(Fonte: M de Mulher)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sorrir Previne Doenças do Coração, diz Estudo

A risada deve ser verdadeira, senão só provoca mais tensão na pessoa

Chega de dizer que não há motivos para sorrir. A cada dia novos estudos confirmam que uma boa risada faz muito bem à saúde.

As metodologias mudam, mas a conclusão é sempre a mesma: para viver mais e melhor, seja feliz.  Um dos últimos trabalhos sobre o tema foi apresentado este ano em uma conferência realizada em Orlando, na Flórida.

Depois de acompanhar 20 voluntários assistindo a filmes de guerra e comédia, o médico Michel Miller, da Universidade de Maryland, concluiu que o sorriso diário tem o poder de baixar a pressão arterial, reduzir o estresse, aumentar o relaxamento muscular e acelerar o sistema imunológico.

Tudo isso graças às endorfinas produzidas durante as risadas. Estas substâncias atuam como antidepressivos naturais, dando uma deliciosa sensação de alívio e bem-estar.

Na mesma conferência, outro estudo, desta vez feito pela Duke University, revelou que 44% de mil pacientes analisados apresentavam maior risco de morte por doenças cardíacas. Motivo: eles não tinham o hábito de sorrir. E sem alegria, os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, aumentam. Em outras palavras, felicidade é fundamental para quem pretende levar uma vida saudável.

Rindo à toa

O hábito de sorrir é ótimo para a saúde, mas não adianta querer forçar aquele sorriso amarelo. Psicólogos lembram que não é a contração dos músculos da face que trazem os benefícios, mas sim as emoções provocadas pelo ato.

Em momentos de tristeza, fingir gargalhadas só aumenta a tensão. O correto é respeitar os próprios sentimentos, mas sempre buscando razões para uma boa risada sincera.

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