Mostrando postagens com marcador reforma protestante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma protestante. Mostrar todas as postagens
domingo, 22 de abril de 2018
Pecado, Salvação e Batismo (Apresentação em PREZI)
Marcadores:
Batismo,
conversão,
ilustração,
imersão,
João Batista,
Lutero,
paulo,
pecado,
pecado original,
reforma,
reforma protestante,
salvação,
Salvador,
Trindade
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
Estudo - O Papado e o Remanescente
Apocalipse 12:17 – Satanás
perseguirá o povo de Deus na Terra - um remanescente
Origem dos Jesuítas e seus
objetivos
A ordem religiosa dos jesuítas foi fundada em
1534, por Inácio de Loyola (que tinha sido cavaleiro nas cruzadas), logo após a
Reforma Protestante. O objetivo da ordem era barrar o avanço do protestantismo,
no contexto da Contrarreforma Católica, e de não só ter fidelidade
incondicional ao Papa, mas também defender seus interesses a todo custo.
O papel histórico desempenhado
pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o
protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único
e exclusivo objetivo final devolver ao Vaticano a supremacia política mundial
(poder temporal).
Palavras do Fundador da Ordem
“Quanto a uma declaração relativa à origem, princípios e intuitos da "Sociedade de Jesus", conforme os esboçam os membros desta ordem, ver a obra intitulada: Concerning Jesuits, editada pelo Rev. John Gerald, S. J., e publicada em Londres em 1902 pela Sociedade de Verdade Católica. Nesta obra se diz que "a mola-mestra de toda a organização da Sociedade é um espírito de inteira obediência":
“Quanto a uma declaração relativa à origem, princípios e intuitos da "Sociedade de Jesus", conforme os esboçam os membros desta ordem, ver a obra intitulada: Concerning Jesuits, editada pelo Rev. John Gerald, S. J., e publicada em Londres em 1902 pela Sociedade de Verdade Católica. Nesta obra se diz que "a mola-mestra de toda a organização da Sociedade é um espírito de inteira obediência":
"'Que cada um se
persuada', escreve Santo Inácio, 'de que os que vivem sob obediência devem
consentir que sejam movidos e dirigidos pela Providência divina, mediante seus
superiores, precisamente como se fossem cadáveres, que consentem em ser levados
para qualquer parte e ser tratados de qualquer maneira, ou como o bordão de um
velho, que serve àquele que o segura em sua mão de qualquer maneira que o
deseja.'
"Esta
absoluta submissão é enobrecida por seu motivo, e deveria ser, continua o ...
fundador, 'pronta, gozosa e perseverante'; ... o religioso obediente cumpre
alegremente aquilo que seus superiores lhe confiaram para o bem geral, certo de
que desta maneira corresponde verdadeiramente com a vontade de Deus."” Nota de rodapé do GC, pág. 234.
A Voz da Pena Inspirada:
Roma convoca novas forças - Jesuítas
Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou
novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem
dos jesuítas - o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores
do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às
exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a
consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e
nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio. [...] Não havia para eles
crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar,
disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade
perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se
dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.
GC 234.
Como apareciam os Jesuítas diante da sociedade, Revivia o
Papado aonde fossem
Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se freqüentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais.
Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se freqüentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais.
Toda a pompa e ostentação exterior do culto romano eram
levadas a efeito a fim de confundir a mente e deslumbrar e cativar a
imaginação; e assim, a liberdade pela qual os pais tinham labutado e derramado
seu sangue, era traída pelos filhos. Os jesuítas rapidamente se espalharam pela
Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado. GC 235.
Usar os protestantes em benefício do papa
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu “No momento em que Inácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão de que a única possibilidade de sobrevivência para a sua ‘igreja’ seria através do reforço dos cânones e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. ‘O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas’, era a proposta pessoal de Inácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída.” Introdução do livro: A História Secreta dos Jesuítas de Edmond Paris.
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu “No momento em que Inácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão de que a única possibilidade de sobrevivência para a sua ‘igreja’ seria através do reforço dos cânones e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas, conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. ‘O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas’, era a proposta pessoal de Inácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída.” Introdução do livro: A História Secreta dos Jesuítas de Edmond Paris.
Roma sabe que os protestantes prestam homenagem a eles
através do Domingo
A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes papais como tratar com os que são desobedientes à igreja? GC 580.
A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes papais como tratar com os que são desobedientes à igreja? GC 580.
E,
convém lembrar, Roma jacta-se de que nunca muda. [...] E tivesse ela
tão-somente o poder, pô-los-ia em prática com tanto vigor agora como nos
séculos passados. GC 581.
Declarações Surpreendentes
“O diálogo ecumênico que, além da abertura aos interlocutores, deve também salvaguardar a identidade da fé católica. Só de tal forma se poderá chegar à unidade de todos os cristãos «em um só pastor» (Jo 10, 16) e sanar assim essa ferida que ainda impede à Igreja Católica a realização plena de sua universalidade na história.” Dom Amato, secretário da Congregação Vaticana para a Doutrina da Fé.
“O diálogo ecumênico que, além da abertura aos interlocutores, deve também salvaguardar a identidade da fé católica. Só de tal forma se poderá chegar à unidade de todos os cristãos «em um só pastor» (Jo 10, 16) e sanar assim essa ferida que ainda impede à Igreja Católica a realização plena de sua universalidade na história.” Dom Amato, secretário da Congregação Vaticana para a Doutrina da Fé.
"A violência é o instrumento preferido do anticristo, não é
útil ao humanismo, mas à desumanidade", Papa Bento 16 em seu livro Jesus de Nazaré.
Daniel 8:23 – Hidhah – Intriga, artifício (Não somente
advinhação, enigma, charada, provérbio, máxima).
O Povo de Israel teria entrado em
Canaã, com muito mais facilidade, se tivessem entrado na época em que deviam.
Mas, por ter havido 40 anos de atraso, seus inimigos tiveram oportunidade de se
fortalecerem e lançarem tropeços mais eficazes.
O que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz, terá que fazer em
terrível crise
O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras e difíceis. As advertências que a conformidade com o mundo tem silenciado ou retido, precisam ser dadas sob a mais feroz oposição dos inimigos da fé. [...]
O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras e difíceis. As advertências que a conformidade com o mundo tem silenciado ou retido, precisam ser dadas sob a mais feroz oposição dos inimigos da fé. [...]
Os
membros da igreja serão individualmente provados. Serão colocados em
circunstâncias em que se verão forçados a dar testemunho da verdade. Muitos
serão chamados a falar diante de concílios e em tribunais de justiça, talvez
separadamente e sozinhos. A experiência que os haveria ajudado nessa
emergência, negligenciaram obter, e sua alma se acha opressa de remorsos pelas oportunidades
desperdiçadas e os privilégios que negligenciaram. II TSM 164.
Apelo para que cada um faça sua parte na obra de Deus
Meu irmão, minha irmã, ponderai estas coisas, eu vos peço. Tendes, cada um de vós, uma obra a fazer. [...] Faltam-vos a experiência e eficiência que poderíeis ter. Antes, porém, que seja para sempre demasiado tarde, insisto convosco para que desperteis. Não vos demoreis mais. [...] Reuni todas as energias da alma, empregai as poucas horas restantes em diligente labor para Deus e vossos semelhantes. [...]
Meu irmão, minha irmã, ponderai estas coisas, eu vos peço. Tendes, cada um de vós, uma obra a fazer. [...] Faltam-vos a experiência e eficiência que poderíeis ter. Antes, porém, que seja para sempre demasiado tarde, insisto convosco para que desperteis. Não vos demoreis mais. [...] Reuni todas as energias da alma, empregai as poucas horas restantes em diligente labor para Deus e vossos semelhantes. [...]
Vosso dever não pode ser passado a outro. Ninguém senão vós mesmos pode realizar vossa obra. Caso retenhais a luz que tendes, alguém deve ser deixado em trevas por causa de vossa negligência. II TSM 165.
O trabalho deve esperar pela ordenação de pastores? Não deixe que o trabalho que precisa ser feito espere pela ordenação de
pastores. Se não há pastores para fazerem o trabalho, que homens e mulheres
inteligentes, sem pensar como poderão acumular o maior número de bens,
estabeleçam a si mesmos nessas cidades e vilas e levantem a bandeira da cruz,
usando o conhecimento que adquiriram em ganhar pessoas para a verdade. Signs of the Times, 23 de janeiro de 1893. MM (Ano:2009), Jesus Meu Modelo, 88.
Palavra dirigida pela Inspiração a cada membro: Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o
conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. I Coríntios 15:34.
Por que não
temos padecido perseguição?
O que deve acontecer para as fogueiras da
perseguição se reacenderem?
Há outra questão mais importante que deveria ocupar a atenção das igrejas de hoje. O apóstolo Paulo declara que "todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". II Tim. 3:12. Por que é, pois, que a perseguição, em grande parte, parece adormentada? A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo, e portanto não suscita oposição. A religião que em nosso tempo prevalece não é do caráter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e Seus apóstolos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por serem as grandes verdades da Palavra de Deus tão indiferentemente consideradas, por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo, é aparentemente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé e poder da igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as fogueiras da perseguição. GC 48.
Há outra questão mais importante que deveria ocupar a atenção das igrejas de hoje. O apóstolo Paulo declara que "todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". II Tim. 3:12. Por que é, pois, que a perseguição, em grande parte, parece adormentada? A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo, e portanto não suscita oposição. A religião que em nosso tempo prevalece não é do caráter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e Seus apóstolos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por serem as grandes verdades da Palavra de Deus tão indiferentemente consideradas, por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo, é aparentemente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé e poder da igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as fogueiras da perseguição. GC 48.
Mateus 13:20-21 – O semeado
na pedra, não tem raiz, vinda a perseguição se escandaliza
Serão chamados inimigos da igreja
e da religião
Calúnia e opróbrio serão a recompensa daqueles que estão ao lado da verdade tal como é em Jesus. [...] Os que dão claro testemunho contra o pecado serão com certeza tão aborrecidos como o foi o Mestre que lhes deu esta obra a fazer em Seu nome. Como Cristo, serão chamados inimigos da igreja e da religião, e quanto mais sinceros e diligentes forem seus esforços para honrar a Deus, tanto mais cruel será a inimizade dos ímpios e dos hipócritas. Não nos devemos, porém, desanimar quando assim formos tratados. I ME 73.
Calúnia e opróbrio serão a recompensa daqueles que estão ao lado da verdade tal como é em Jesus. [...] Os que dão claro testemunho contra o pecado serão com certeza tão aborrecidos como o foi o Mestre que lhes deu esta obra a fazer em Seu nome. Como Cristo, serão chamados inimigos da igreja e da religião, e quanto mais sinceros e diligentes forem seus esforços para honrar a Deus, tanto mais cruel será a inimizade dos ímpios e dos hipócritas. Não nos devemos, porém, desanimar quando assim formos tratados. I ME 73.
II Coríntios 12:9-10 – A graça
suficiente, nas fraquezas é que se tornamos fortes
Como Cristo trata a pessoa que
está sendo provada
Em
que consistia a força daqueles que no passado sofreram perseguição por amor a
Cristo? Era a união com Deus, união com o Espírito Santo, união com Cristo. A
acusação e a perseguição têm separado muitos de seus amigos terrestres, mas
nunca do amor de Cristo. Nunca a alma, provada pela tempestade, é mais
encarecidamente amada por seu Salvador do que quando sofre a perseguição por
amor à verdade. AA 85.
II Tessalonicenses 1:4 – Glória da
igreja: a fé e a perseguição
“A paz, se
possível, mas a verdade a qualquer preço”. Martin Lutero.
Marcadores:
canaã,
católicos,
Daniel e Apocalipse,
estudo,
estudo da palavra de Deus,
igreja,
israel,
jesuítas,
Lutero,
papa,
papado,
protestantes,
provas,
reforma protestante,
remanescente,
roma,
tempo do fim,
verdade
domingo, 26 de março de 2017
Organização e Progresso da Igreja - Versão 2.0 (Apresentação em PREZI)
Marcadores:
adventismo,
apologia,
arauto do advento,
associação geral,
autoridades,
Estado,
igreja,
israel,
Movimento,
organização,
presidente,
progresso da igreja,
reforma protestante,
reformadores,
roma,
unidade
segunda-feira, 19 de março de 2012
Dos Apóstolos a Wesley - Porções Seletas (Parte V)
Para a leitura da Quarta parte, clique aqui, Parte III, clicar aqui, Parte II clique aqui, para a 1ª. parte clique aqui.
Lutero cria
e ensinou que o cristão que trabalhava no arado, era um homem tão religioso
como o sacerdote que celebra o sacramento no altar. Pág. 79.
Lutero cria
e ensinou que o cristão que trabalhava no arado, era um homem tão religioso
como o sacerdote que celebra o sacramento no altar. Pág. 79.
A
contribuição mais decisiva da Reforma ao conceito da perfeição Cristã foi a
recuperação do ensinamento neotestamentário de que a vida cristã plena pode ser
a possessão de qualquer pessoa, em qualquer das vocações da vida. A Confissão
de Augsburgo expressa tal verdade em seu artigo sobre esse assunto, da seguinte
maneira: “a perfeição cristã é isto, temer a Deus sinceramente e também
conceber uma grande fé. Além disso, é, confiar que, por causa de Cristo, Deus
efetivou a paz conosco; pedir, e com certeza esperar ajuda de Deus em todos
nossos assuntos, de acordo com nosso chamamento. Nestas coisas consistem a
verdadeira perfeição e o verdadeiro culto a Deus e não no celibato, na
mendicância ou em uma aparência vil. [Artigo 27].
Aludindo ao
trabalho da empregada que cozinha, limpa a casa e faz outras tarefas
domésticas, Lutero escreve: “Posto que o mandato de Deus está ali, até uma
pequena ou humilde tarefa deve ser louvada como um serviço a Deus, que supera
consideravelmente a santidade e o ascetismo de todos os monges e monjas”.
Declarações como estas se encontram frequentemente nos sermões de Lutero.
Melanchton expressa algo muito similar: “Todo o homem, seja qual for sua
vocação, deve buscar a perfeição, ou seja, crescer no temor de Deus, na fé, no
amor fraternal, e nas virtudes espirituais similares”. Pág. 90.
Marcadores:
amor fraternal,
Cristo,
culto,
Lutero,
perfeccionismo,
perfeição,
reforma,
reforma protestante,
reformadores,
religião,
sacerdote,
santificação,
virtude
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Dos Apóstolos a Wesley - Um Estudo Claro sobre a Santidade
Recentemente li o excelente livro Dos Apóstolos a Wesley, subtítulo: Um Clássico de Santidade Cristã da Casa Nazarena de Publicações. O autor, William M. Greathouse trata do assunto da perfeição cristã na História Eclesiástica com maestria. Apesar de pequeno (apenas 136 páginas) nos introduz em todo um campo de estudo amplo, onde o tema sempre foi tratado com vigor pelos que acreditam ser esta verdade acerca da santificação algo essencial à fé cristã.
Os dois primeiros capítulos tratam de dar um perfil claro e bíblico da doutrina da santidade. Nos capítulos seguintes o tema sempre é tratado na história: começa pelos Pais da Igreja; depois vem os “Platônicos Cristãos” que se equiparam aos gnósticos; trata também da teoria de que a perfeição seria alcançada pela vida monástica e ascetismo; um capítulo inteiro é dedicado a considerações de Agostinho sobre o tema; é analisado o ensino católico; depois vem a teologia da Reforma Protestante que defendia que todo homem podia almejar a perfeição, não importando sua posição; no período pós-Reforma, é analisado o pietismo, os quakers, e por fim os morávios que desempenharam papel significante na formação do entendimento correto sobre a fé em John Wesley; no último capítulo finalmente é analisado exclusivamente a doutrina da perfeição como Wesley ensinou e pregou, e por fim são abertos 5 tópicos que tratam de pontos essenciais na direção de formar o que seria uma teologia da perfeição cristã.
É possível que a concisão do material possa não favorecer uma contextualização adequada, mas, por outro lado, nos oferece a chance de conhecer as principais correntes de pensamentos que houve na história sobre o tema de forma objetiva, tratando apenas das diferenças essenciais nas interpretações.
Nos dois primeiros capítulos, e no último capítulo, o autor não deixa de apresentar sua teologia própria, mas apesar disso, o livro dá um exemplo em como se fazer uma análise séria da história, e ao mesmo tempo não uma leitura fria do tema de alguém que está distante do tema, mas sim de alguém profundamente envolvido e apaixonando por tal verdade, mas que não deixa de estar consciente de todas as implicações. Isso não faz necessariamente com que ele faça uma leitura precipitada ou equivocada da história, mas faz que tenha bastante erudição e autoridade para tratar do tema; não é um mero pesquisador acidental, mas sim de alguém profundamente preocupado com a atenção que se tem dado a estar verdade, que não se compara com a atenção dada no passado por vários Arautos de Deus.
Pode não se concordar com tudo o que é dito, mas com certeza fará refletirmos melhor se temos dado a atenção devida a este tema tão maravilhoso e tão essencial ao estudarmos temas concernentes à salvação.
Nas próximas postagens será feita algumas breves citações de interesse.
Marcadores:
apóstolos,
arautos,
Bíblia Sagrada,
católicos,
discípulos,
fé,
história,
perfeccionismo,
perfeição,
pietismo,
reforma,
reforma protestante,
Wesley
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Seguindo os Passos dos Reformadores
Houvessem os guias de Israel recebido a Cristo, e Ele os teria honrado como mensageiros Seus para levar o evangelho ao mundo. Foi-lhes dada, primeiramente a eles, a oportunidade de se tornarem arautos do reino e da graça de Deus. Mas Israel não conheceu o tempo de sua visitação. Os ciúmes e desconfianças dos chefes judaicos maturaram em ódio aberto, e o coração do povo se desviou de Jesus.
O Sinédrio rejeitara a mensagem de Cristo, e intentava matá-Lo; portanto, Jesus partiu de Jerusalém, afastou-Se dos sacerdotes, do templo, dos guias religiosos, do povo que fora instruído na lei, e voltou-Se para outra classe, para proclamar Sua mensagem, e remir os que haviam de levar o evangelho a todas as nações.
Como a luz e a vida dos homens foi rejeitada pelas autoridades eclesiásticas nos dias de Cristo, assim tem sido rejeitada em todas as subseqüentes gerações. Freqüentemente se tem repetido a história da retirada de Cristo da Judéia. Quando os reformadores pregavam a Palavra de Deus, não tinham idéia alguma de se separar da igreja estabelecida; os guias religiosos, porém, não toleravam a luz, e os que a conduziam eram forçados a buscar outra classe, a qual estava ansiosa da verdade. Em nossos dias, poucos dos professos seguidores da Reforma são atuados pelo espírito da mesma. Poucos estão à escuta da voz de Deus, e prontos a aceitar a verdade, seja qual for a maneira por que se apresente. Muitas vezes os que seguem os passos dos reformadores são forçados a retirar-se da igreja que amam, a fim de declarar o positivo ensino da Palavra de Deus. E muitas vezes os que estão à procura da luz são, pelos mesmos ensinos, obrigados a deixar a igreja de seus pais, a fim de prestar obediência. Desejado de Todas Nações, pág. 232.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Teólogo protestante quer papa como líder dos cristãos
O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico à Alemanha. “O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim. Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem. Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos”. (Continue lendo...)
Assinar:
Postagens (Atom)



