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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O Exemplo de Cristo, para nós, é na qualidade de Filho, ou seja, como Humano


O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus podia fazer, e, sim, o que o homem podia realizar, mediante a fé no poder de Deus para ajudar em toda emergência. O homem deve, pela fé, ser participante da natureza divina e vencer toda tentação com que é assaltado. O Senhor requer agora que todo filho e filha de Adão, pela fé em Jesus Cristo, O sirva na natureza humana que temos atualmente.

O Senhor Jesus pôs uma ponte sobre o abismo causado pelo pecado. Ele ligou a Terra com o Céu, e o homem finito com o Deus infinito. Jesus, o Redentor do mundo, só podia guardar os mandamentos de Deus da mesma maneira que a humanidade pode guardá-los. "Pelas quais nos têm sido doadas as Suas preciosas e mui grandes promessas para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo." II Ped. 1:4.

Precisamos seguir o exemplo de Cristo, tendo em mente Sua qualidade de Filho e Sua humanidade. Não foi como Deus que foi tentado no deserto, nem devia como Deus suportar as contradições dos pecadores contra Si mesmo. Foi a Majestade do Céu que Se tornou homem - humilhou-Se até nossa natureza humana. Manuscrito 1, 1892. III ME 140.

sábado, 14 de junho de 2014

O Plano da Divindade para a Redenção da Humanidade

O Plano da Redenção já havia sido feito antes da Criação da Terra

Antes que os fundamentos da Terra fossem lançados, o Pai e o Filho Se haviam unido num concerto para redimir o homem, se ele fosse vencido por Satanás. Haviam-Se dado as mãos, num solene compromisso de que Cristo Se tornaria o fiador da raça humana. DTN 834.

O Próprio Deus tinha que ser
o Penhor e o Substituto da Raça Humana

Visto ser a lei de Jeová o fundamento de Seu governo no Céu assim como na Terra, mesmo a vida de um anjo não poderia ser aceita como sacrifício por sua transgressão. Nenhum de seus preceitos poderia ser anulado ou mudado para valer ao homem em sua condição decaída; mas o Filho de Deus, que criara o homem, poderia fazer expiação por ele. Assim como a transgressão de Adão tinha trazido miséria e morte, o sacrifício de Cristo traria vida e imortalidade. PP 66-67.
Morrendo sobre a cruz, Ele transferiu a culpa da pessoa do transgressor para a do Substituto divino, por meio da fé nEle como seu Redentor pessoal. Os pecados de um mundo culpado, que em figura são descritos como sendo "vermelhos como o carmesim" (Isa. 1:18), foram atribuídos ao Penhor divino. MM, Ano: 1995, Cuidado de Deus, pág. 275.
Caso Deus Pai tivesse vindo ao Mundo e se Encarnado, teríamos a mesma História que nós temos Hoje com Cristo

Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós, humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse contemplar, não se haveria mudado a história que temos, da vida de Cristo. MM, Ano: 1965, Para Conhecê-Lo, pág. 338.
O Trio Celestial estava envolvido no Plano da Redenção Os Três em Unidade decidiram que Cristo deveria ser o Salvador
A Divindade moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A fim de levarem a cabo plenamente esse plano, foi decidido que Cristo, o unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. CSS 222.
Cristo Se Ofereceu para ser o Fiador e o Substituto do Homem

Nenhum dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem. Ele é o eterno e auto-existente Filho, que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ‘A quem enviarei?’, Ele pôde responder: ‘Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não podia: ‘Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e ... poder para reavê-la’ Youth’s Instructor, 21 de junho de 1900. Comentário Bíblico, Vol. 5, pág. 1.136.
Não Lhe foi imposta a obrigação de empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário. Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída. Review and Herald, 17 de dezembro de 1872. MM, Ano: 1992, Exaltai-O, pág. 24.

            De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. Hebreus 7:22.

Cristo é o Nosso Penhor, Fiador, Substituto, e Mediador Somente Jesus pode ser o Mediador pois possui Divindade e Humanidade

Somente Jesus poderia ser fiador diante de Deus, pois era igual a Deus. Somente Ele poderia tornar-Se mediador entre Deus e o homem, pois possuía a divindade e a humanidade. Jesus podia, assim, dar a garantia a ambas as partes de cumprir as condições prescritas. Como o Filho de Deus, representa o nosso penhor diante de Deus, e como o Verbo eterno, igual ao Pai, assegura-nos que o amor do Pai se encontra à disposição daquele que crê em Sua palavra empenhada. Review and Herald, 3 de abril de 1894.
A reconciliação do homem com Deus somente poderia ser empreendida por um mediador igual a Deus, possuidor de atributos que O dignificassem e O declarassem digno de lidar com o Deus Infinito em favor do homem, e que também representasse a Deus diante do mundo caído. O substituto e penhor do homem necessitava possuir a natureza do homem, uma conexão com a família humana, a quem deveria representar; e, como embaixador de Deus, teria de participar da natureza divina, possuindo conexão com o Infinito, de modo a manifestar a Deus diante do mundo, sendo mediador entre Deus e o homem. Review and Herald, 22 de dezembro de 1891.
A plenitude de Sua humanidade e a perfeição de Sua divindade formam para nós um sólido fundamento sobre o qual podemos ser conduzidos à reconciliação com Deus. Foi quando ainda éramos pecadores que Cristo morreu por nós. Temos a redenção, o perdão dos pecados, através de Seu sangue. Suas mãos perfuradas por cravos estendem-se do Céu à Terra. Com uma das mãos Ele alcança os pecadores na Terra, e com a outra toca o trono do Infinito, efetuando assim a nossa reconciliação. Cristo se encontra hoje como nosso Advogado diante do Pai. Ele é o Mediador entre Deus e o homem. Carregando as marcas da crucifixão, Ele pleiteia a causa de nossas almas. 7BC 487.

E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória. I Timóteo 3:16.

sábado, 2 de novembro de 2013

EXISTE ESPERANÇA APÓS A MORTE?


            Em sua primeira epístola aos crentes de Tessalônica, Paulo procurou instruí-los sobre o verdadeiro estado dos mortos. Falou dos que morrem como estando dormindo - em estado de inconsciência: "Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com Ele. … (na ressurreição)
            Ao ser a epístola de Paulo aberta e lida, grande alegria e consolação foi levada à igreja pelas palavras que revelavam o verdadeiro estado dos mortos. Paulo mostrava que os que estivessem vivos quando Cristo voltasse não iriam ao encontro do seu Senhor precedendo aos que tinham sido postos a dormir em Jesus. AA 257-258.
FELIZES OS QUE MORREM NO SENHOR
           João exclama: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. E ouvi uma voz do Céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam.” Apocalipse 14:12 e 13.
            Quão apropriadas são as palavras de João no caso destes queridos que dormem em Jesus! O Senhor os amava, e as palavras por eles proferidas quando em vida, os trabalhos de amor que hão de ser lembrados, serão repetidos por outros. Sua fervorosa sinceridade na causa de Deus, deixa um exemplo a ser seguido por outros, pois o Espírito Santo neles operou tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade. II ME 269.
O VERDADEIRO ESTADO DOS MORTOS
Aos hebreus era expressamente proibido empenhar-se, sob qualquer forma, em pretensa comunicação com os mortos. Deus fechou eficazmente esta porta quando disse: “mas os mortos não sabem coisa nenhuma... o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram; já não têm parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol... tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; pois na sepultura, para onde vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:5-6 e 10 (João Ferreira de Almeida - Edição Contemporânea). “Sai-lhes o espírito, e eles tornam-se para terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.” Salmos 146:4. PP 685.
FEITIÇARIA ANTIGA E MODERNA
Quase todas as formas da antiga feitiçaria e encantamentos baseavam-se na crença da comunicação com os mortos. Aqueles que praticavam as artes da necromancia pretendiam ter relações com os espíritos dos mortos, e obter por meio deles conhecimento de acontecimentos futuros. A este costume de consultar os mortos se faz referência na profecia de Isaías: “Quando vos disserem: Consultai os médiuns e os feiticeiros,  que chilreiam e murmuram; - respondei: não recorrerá um povo ao seu Deus? acaso a favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?” Isaías. 8:19.                                                                                                                                             
A crença na comunicação com os mortos é ainda mantida, mesmo nos países professos cristãos. Sob o nome de Espiritismo, a prática de comunicar-se com os seres que pretendem ser os espíritos dos mortos, tem-se espalhado largamente. É ela calculada a ganhar as simpatias daqueles que depuseram seus queridos na sepultura. Seres espirituais algumas vezes aparecem a pessoas sob a forma de seus amigos falecidos, e relatam incidentes ligados com sua vida, e efetuam atos que realizavam quando vivos. Deste modo levam os homens a crerem que seus amigos mortos são anjos que pairam sobre eles, e com eles se comunicam. PP 684.
O relato escriturístico da visita de Saul à mulher de En-Dor, tem sido uma fonte de perplexidade a muitos estudiosos da Bíblia. Há alguns que assumem a posição de que Samuel estava efetivamente presente na entrevista com Saul; mas a própria Bíblia oferece base suficiente para uma conclusão contrária. Se, como alguns pretendem, Samuel estava no Céu, ele deveria ter sido chamado dali, ou pelo poder de Deus, ou pelo de Satanás. Ninguém poderá crer por um momento sequer que Satanás tivesse poder para chamar do Céu o santo profeta de Deus para honrar os enganos de uma mulher perdida. Tampouco podemos concluir que Deus o chamasse à caverna da feiticeira; pois o Senhor já Se havia recusado a comunicar-Se com Saul, por meio de sonhos, por Urim, ou por profetas. I Samuel 28:6. Tais eram os meios indicados por Deus para a comunicação, e Ele os não preteriria para transmitir a mensagem pela operação de Satanás.
A ORIGEM DESTA MENSAGEM
A própria mensagem traz prova suficiente de sua origem. Seu objetivo não foi levar Saul ao arrependimento, mas impeli-lo à ruína; e isto não é a obra de Deus, mas a de Satanás. Ademais, o ato de Saul ao consultar uma pitonisa é citado nas Escrituras como um motivo por que ele foi rejeitado por Deus e abandonado à destruição: “Morreu Saul por causa da sua transgressão com que transgrediu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou ao Senhor, pelo que o matou, e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé.” I Crônicas 10:13 e 14. Aqui declara-se distintamente que Saul consultou o espírito de adivinhação, e não ao Senhor. Ele não se comunicou com Samuel, o profeta de Deus; mas, mediante a feiticeira, entreteve comunicação com Satanás. Este não podia apresentar o verdadeiro Samuel, mas apresentou um falsificado, que serviu ao seu objetivo de enganar. PP 683.
Muitos há contudo, que consideram o espiritismo como um simples engano. As manifestações pelas quais ele apóia suas pretensões a um caráter sobrenatural, são atribuídas à fraude por parte do médium. Mas, conquanto seja verdade que os resultados da velhacaria tenham sido muitas vezes apresentados como manifestações genuínas, tem havido também provas notáveis de poder sobrenatural. E muitos que rejeitam o espiritismo como resultado da esperteza ou astúcia humana, quando defrontados com manifestações que não possam explicar sob este ponto de vista, serão levados a reconhecer suas pretensões.                                      
O espiritismo moderno, e as formas da antiga feitiçaria e adoração de ídolos - tendo todos a comunicação com os mortos como seu princípio vital - fundam-se naquela primeira mentira pela qual Satanás seduziu Eva no Éden: “Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes... sereis como Deus.” Gên. 3:4 e 5. Baseados na falsidade e perpetuando esta, são semelhantemente oriundos do pai da mentira. PP 685.
COMO É DECIDIDO NOSSO DESTINO
Na parábola do rico e Lázaro, Cristo mostra que nesta vida os homens decidem seu destino eterno. Durante o tempo da graça de Deus, esta é oferecida a toda a humanidade. Mas, se os homens desperdiçam as oportunidades na satisfação própria, afastam-se da vida eterna. Não lhes será concedida nova oportunidade. Por sua própria escolha cavaram entre eles e Deus um abismo intransponível...                                                                                                            
 “E morreu também o rico e foi sepultado. E, no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio. E, clamando, disse: Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.” Lucas 16:22-24.
  Nesta parábola Cristo Se acercava do povo no próprio terreno deles. A doutrina de um estado consciente de existência entre a morte e a ressurreição era mantida por muitos dos que ouviam as palavras de Cristo. O Salvador lhes conhecia as idéias e compôs Sua parábola de modo a inculcar verdades importantes em lugar dessas opiniões preconcebidas. Apresentou aos ouvintes um espelho em que se pudessem ver em sua verdadeira relação para com Deus. Usou a opinião predominante para exprimir a idéia de que desejava todos ficassem imbuídos, isto é, que nenhum homem é apreciado por suas posses; porque tudo que lhe pertence é unicamente emprestado por Deus. O mau emprego destas dádivas colocá-lo-á abaixo dos mais pobres e afligidos que amam a Deus, e nEle confiam.
A IMPOSSIBILIDADE DE SALVAR-SE DEPOIS

               Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade do homem assegurar a salvação da alma depois da morte. Abraão é apresentado como a responder: “Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá.” Lucas 16:25 e 26. Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar se para a eternidade...
                                                    
              O rico passara a vida em complacência própria, e demasiado tarde viu que não fizera provisão para a eternidade. Reconheceu sua loucura, e pensou nos irmãos que como ele procederiam, vivendo para se comprazerem. Suplicou, então: “Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes [Lázaro] à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham para este lugar de tormento.” Mas “disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:27-31.   Quando o rico solicitava evidência adicional para seus irmãos foi-lhe dito claramente que mesmo que esta evidência fosse dada, não seriam persuadidos. Seu pedido lançava uma injúria a Deus. Era como se o rico dissesse: Se me tivesses advertido mais cabalmente, eu não estaria aqui agora. Por sua resposta, Abraão é apresentado como a dizer: Teus irmãos têm sido suficientemente advertidos. Foi-lhes dada luz, porém não quiseram ver; foi-lhes apresentada a verdade, porém não quiseram ouvir. “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:31. Essas palavras demonstraram-se verdadeiras na história da nação judaica. O último e mais importante milagre de Cristo foi a ressurreição de Lázaro de Betânia, após estar morto quatro dias. Aos judeus foi concedida esta maravilhosa demonstração da divindade do Salvador, mas rejeitaram-na. Lázaro ressurgiu dentre os mortos e apresentou-lhes seu testemunho, porém eles empederniram o coração contra toda evidência, e até tentavam tirar-lhe a vida. João 12:9-11.                                                             
A lei e os profetas são os meios designados por Deus para a salvação dos homens. Cristo disse: Atentem para estas evidências. Se não ouvem a voz de Deus em Sua Palavra, o testemunho de alguém que se levantasse dentre os mortos não seria atendido.
                                                                                                                   
A conversação entre Abraão e o homem outrora rico é figurativa. A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios. Deus outorga a todos luz e graça suficientes para executar a obra que lhes deu para fazer. PJ 360-365.
Caro leitor, não se preocupe com os que dormem, pois já selaram seu destino. Escolha hoje a quem você quer servir. Nosso desejo é que seja o Senhor Deus Jeová. Amém.
Editado pela Associação Geral do: Movimento Adventista dos Naturistas do Sétimo Dia.
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Dos Apóstolos a Wesley - Porções Seletas (Parte VI)


Para ler a quinta parte, clique aqui.
A justificação pela fé é, tal como dissera Lutero, “O artigo que decide que a igreja se levanta ou cai”.

Dr. Paul Sherer disse acerca dos neoprotestantes deste século: “Se a justificação era a menina dos olhos, a santificação foi seu ponto cego”. Pág. 98.

Felipe Jacobo Spener (1633-1705) é considerado o pai do pietismo, que foi um movimento de renovação espiritual entre os luteranos da Alemanha.

A tolerância de Spener era uma excessão notável ao dogmatismo que reinava em seu tempo. Seu lema se tornou clássico: “Nos pontos essenciais, unidade; nos pontos não essenciais, liberdade; em todas as coisas, amor”. Pág. 99.

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Os morávios, ou unitas fratrum, como preferiam ser chamados, eram descendentes dos taboritas, um ramo estreito dos discípulos de Jhon Huss. Pág. 104.

Foi precisamente um grupo destes missionários que deram a John Wesley, em sua viagem à America, o primeiro testemunho que ele jamais havia ouvido da salvação pela fé. Pág. 104-105.

Em virtude dos morávios não enfatizarem a doutrina, não é fácil dizer com exatidão qual era seu credo.

Seu evidente espírito neotestamentário atraiu o pregador inglês aos morávios e o fez manter com eles estreitas relações durante seus dois anos no Novo Mundo. Ao regressar a Londres, em 1783, Wesley conheceu outro morávio, Pedro Böhler, que resultou ser o instrumento de Deus para mostrar a Wesley, a verdadeira natureza da fé justificadora. O morávio estimulou Wesley dizendo-lhe: “Pregue a fé até que a tenha; e então, porque a tens, a pregarás” [John Wesley, Works, pág. 86].

Por este conselho Wesley iniciou pregar a fé. Dois meses depois, na noite de 24 de maio, Wesley teve sua notável experiência “do ardor estranho” em seu coração. Isto aconteceu na reunião que havia comparecido de má vontade, de uma sociedade (provavelmente era morávia) na rua Aldersgate, na cidade de Londres. “Senti que confiava em Cristo, em Cristo somente, para a salvação” escreveu Wesley em seu Diário, “e me foi dada a segurança de que Ele havia tirado meus pecados, precisamente os meus, e me havia salvo da lei do pecado e da morte” [John Wesley, Works, pág. 103]. Pág. 106.
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