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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Amor Materno Ajuda Criança a Lidar com Stress da Vida Adulta

Beijos, abraços e todo tipo de carinho vindo da mãe ajudam o ser humano a enfrentar melhor o stress da vida adulta. Esta é a conclusão de um estudo realizado com 500 pessoas nos Estados Unidos, ao longo de 30 anos.

Joanna Maselko, líder da pesquisa, observou que níveis altos de afeto materno facilitam a criação de laços e envolvimento humano. Além de reduzir o stress na criança, ainda pode ajudá-la a desenvolver habilidades sociais até a fase adulta.

Inicialmente, os pesquisadores avaliaram a qualidade da interação entre mães e bebês durante consultas rotineiras. Um psicólogo observou e deu uma nota para a forma como a mãe reagia às necessidades e emoções da criança. Cerca de 30 anos depois, eles voltaram a procurar os pacientes, agora adultos, e fizeram uma série de perguntas sobre bem-estar e condição emocional. Além disso, os entrevistados tinham que responder se achavam que suas mães tinham sido carinhosas.

Os resultados revelaram que as crianças de mães mais carinhosas eram capazes de lidar com todos o stress e a ansiedade melhor do que as outras, que receberam menos atenção. Segundo os estudiosos, estes resultados aumentam os indícios de que a infância é a base para a construção de uma vida adulta sólida. Contudo, a influência de outros fatores, como a personalidade, educação em casa e na escola não podem ser descartados.

O estudo foi publicado no periódico americano Journal of Epidemiology and Community Health.

(Fonte: Veja)

Nota: Depois de ter lido sobre esta pesquisa, me lembrei de alguns textos bastante significativos de Ellen G. White sobre a educação dos filhos; alguns são até mesmo relativamente conhecidos no meio adventista, entretanto, quantas vezes temos tirado da teoria esses conselhos inspirados e feito eles na prática? Vejamos os textos: “Pelos pensamentos e sentimentos alimentados nos primeiros anos, determina cada jovem a história de sua vida. Os hábitos corretos, virtuosos e varonis formados na juventude, tornar-se-ão uma parte do caráter, e geralmente determinarão a conduta da pessoa em toda a vida”. Orientação da Criança, pág. 196. A Sra. White também aconselha que: “Nos primeiros anos da vida da criança o solo do coração deve ser cuidadosamente preparado para os chuveiros da graça de Deus. Então as sementes da verdade devem ser cuidadosamente semeadas e diligentemente cuidadas. O Lar Adventista, pág. 201. Portanto, quer seja através dos beijos, abraços e carinhos ou nos momentos de repreensão, além de cuidarmos do emocional de nossos filhos cuidemos de sua espiritualidade já nos tenros anos de sua vida, para que a boa semente de fruto abundante para a santidade. [M. Borges].

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vida urbana afeta cérebro humano

Um estudo publicado [na] quarta-feira (22) mostra que a vida urbana afeta o cérebro, mostrando a relação entre a ativação de duas regiões do cérebro e o fato de as pessoas terem crescido ou viverem em cidades. “Basicamente a atividade cerebral em situações de estresse está ligada à urbanicidade [o fato de viver na cidade]”, afirmou ao iG Andreas Meyer-Linderberg, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, principal autor da pesquisa, publicada no periódico especializado Nature. Estudos anteriores já haviam mostrado que a saúde mental das pessoas é afetada negativamente pela vida urbana. Problemas relacionados à ansiedade, por exemplo, são mais prevalentes em pessoas que vivem em cidades e a incidência de esquizofrenia é maior em pessoas nascidas e criadas em regiões urbanas, mas ninguém havia ainda buscado medir os processos neurais por detrás deles. Clique aqui para continuar a leitura...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Toques carinhosos têm efeito analgésico sobre a dor

Nos dias mais cinzentos, um abraço carinhoso ou um simples toque de mais afeto fazem toda a diferença. Por mais difícil que seja a situação, o gesto simples consegue até mesmo arrancar um sorriso. E, segundo a Ciência, não se trata apenas de uma resposta educada: é uma reação de alívio.              

Pesquisadores da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, acabam de identificar que a pele conta com terminações nervosas capazes de diminuir a sensação de dor. Os estudiosos têm chamado esses nervos de receptores de prazer.               

Os estudiosos entendem que pode estar aí a chave para entender por que algumas pessoas gostam tanto de passar cremes, escovar os cabelos ou ganhar massagens: a presença dos nervos estimularia o bem-estar proporcionado por essas atividades. A maioria dos receptores de prazer, no entanto, concentra-se na palma das mãos e na sola dos pés.          

Isso explica por que, muitas vezes, é preferível receber um abraço a ouvir palavras de conforto. O simples toque de outra pessoa já produz um efeito anestésico sobre o corpo, diminuindo o sofrimento.


(Fonte: MSN: Minha Vida)

NOTA: Cada vez mais se vê pesquisas demonstrando como nos afeta os sentimentos diretamente em nossa saúde. Principalmente nesse tempo em que as doenças do século estão relacionados com stress ou depressão, vemos na prática que o que o cérebro causa, o corpo padece juntamente. Mas não somente para causas ruins, também favoravelmente como informa esta pesquisa. Vemos que através de um simples gesto de carinho, de afeto, há grande poder para o bem. Ainda de quanto maior valor será se recebermos também o "toque da cura" de Jesus, esta cura que não se limita a cura física, mas transpõe igualmente para uma cura espiritual.
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