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domingo, 22 de abril de 2018
Pecado, Salvação e Batismo (Apresentação em PREZI)
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domingo, 25 de agosto de 2013
27 Dicas de Como Escrever Bem
27 Dicas de Como Escrever Bem
1. Vc. deve evitar
abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se
empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do
conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo
que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações
altamente abusivas.
4. “não esqueça das
maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio
alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns
assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses
(mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos
estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no
emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo
calão podem transformar seu texto numa droga.
10. Nunca generalize:
generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a
mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição
da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a
palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações.
Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem ideias próprias.”
13. Frases incompletas
podem causar
14. Não seja redundante,
não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar
cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma
ideia.
15. Seja mais ou menos
específico.
16. Frases com apenas
uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve
ser evitada.
18. Use a pontuação
corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar
o sinal de interrogação
19. Quem precisa de
perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a
A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagero é cem
bilhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises.
Repita comigo: “Mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita
são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das
exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
25. Evite frases
exageradamente longas, pois elas dificultam a compreensão da ideia contida
nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma ideia central, o que nem
sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, dessa forma, o pobre leitor a
separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o
que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que
devemos estimular por meio do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a
hortografia, para não estrupar a língua portuguêza.
27. Seja incisivo e
coerente, ou não.
*Observação: a dica 17 não vale para
textos técnicos. (Autor desconhecido).
terça-feira, 15 de maio de 2012
O Que é Paz?

O
Que é Paz?
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista
que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram. As mais
exuberantes paisagens foram pintadas. Lugares que retratavam lagos, montanhas
exuberantes, o mar sereno e calmo, enfim, tudo que é tipo de pintura
paisagista. A todas elas o rei observou e ficou admirado com a paz que as
mesmas expressavam.
Porém, a escolhida pelo rei foi uma pintura onde
haviam montanhas que acabavam em imensos abismos, completamente despidas de
qualquer espécie de vegetação. Sobre elas havia imensas e pesadas nuvens que
estavam provocando diversos relâmpagos em meio à tempestade. E do abismo caía
uma enorme cachoeira que acabava em uma imensa e espumosa torrente de água.
Incrível!
Todos os demais artistas não conseguiam compreender
porque o rei havia escolhido um local tão inóspito e nada pacífico para
expressar a paz perfeita que tanto desejava encontrar. Foi quando o rei
explicou:
-
Se vocês observarem bem, atrás da cachoeira há um arbusto que está crescendo
por meio de uma fenda na rocha. Neste arbusto há um ninho de passarinho que
estava habitado. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava uma
pequena e simples mamãe passarinho calmamente sentada no seu ninho, cuidando
dos seus filhotes.
-
Paz não significa estar num lugar sem barulho, sem problemas, sem trabalho
árduo, sem dor, sem sofrimento. Paz significa que, apesar de se estar no meio
de tudo isso, podemos permanecer calmos em nosso coração. Este é o verdadeiro
significado da paz.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Vida após o parto
No ventre de uma mulher grávida, dois gêmeos dialogam:– Você acredita em vida após o parto?
– Claro! Deve haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
– Bobagem, não há vida após o nascimento! Afinal, como seria essa vida?
– Não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que há aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a nossa boca.
– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido, pois o cordão umbilical é muito curto.
– Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
– Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
– Bem, não sei exatamente como será depois do nascimento, mas, com certeza, veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
– Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde está?
– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.
– Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.
– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Penso que após o parto a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.
(Autor desconhecido, no Blog Criacionismo)
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Malaquias 3:3 - Promessa Preciosa
"E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata..."
Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e à natureza de Deus.
Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.
Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assisti-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.
Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.
Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.
A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'
Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.
Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.
A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'
Ele sorriu e disse: 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.'
Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você.
Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.
Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assisti-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.
Ela foi assisti-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.
Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que se segure a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.
A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'
Ela perguntou para o artesão se ele tinha mesmo que ficar sentado o tempo todo na frente do fogo enquanto a prata estava sendo refinada.
Ele disse que sim; que não somente ele tinha que ficar lá, segurando a prata, mas que ele tinha que, também, manter seus olhos na mesma o tempo todo que ela estivesse nas chamas. Se a prata ficasse um minuto a mais no fogo, seria destruída.
A mulher ficou em silêncio por um momento. Então, ela perguntou: 'Como você sabe quando a prata está totalmente refinada?'
Ele sorriu e disse: 'Ah, isso é fácil... É quando eu vejo minha imagem nela.'
Se hoje você está sentindo o calor do fogo, lembre-se que os olhos de Deus estão sobre você e que Ele vai ficar cuidando de você até que Ele veja Sua imagem em você.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Deus Existe?
Rapidamente começaram a falar sobre Deus.
O barbeiro diz:
- Eu não acredito que Deus exista, como você disse.
- Porque você diz isso? (pergunta o cliente)
- É muito fácil, ao sair para rua nós percebemos que Deus não existe. Diga-me haveria tantos doentes? Haveria meninos abandonados? Se Deus existisse, não haveria sofrimento nem tanta dor para a humanidade.
E finalizou dizendo:
- Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.
O cliente calou-se pensando, e não quis responder para evitar uma discussão.
Ao terminar o corte de cabelo, o cliente saiu do estabelecimento e viu um homem com a barba e o cabelo compridos.
Entrou novamente na barbearia e disse ao barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Os barbeiros não existem!
- Como? Se aqui estou eu! – respondeu o barbeiro
- Não... (insiste o cliente) não existem, se existissem não haveria pessoas com o cabelo e barba tão grandes como a desse homem.
- Os barbeiros existem, essas pessoas é que não veem a mim (replica o barbeiro)
- Exato... (diz o cliente) esse é o ponto. Deus existe, o que se passa é que as pessoas não vão até Ele, não O procuram, por isso há tanto dor e miséria.
E o barbeiro calou-se pensando...
NOTA: Será que o calar-se a fim de pensar do barbeiro era de mesmo sentimento do que o do cliente anteriormente? Entendemos que não. Devemos aprender como professos cristãos, a sermos apologistas nos momentos certos, e com argumentos claros e práticos fazer esta defesa; longe de tentar se embasar em autoridades, devemos mostrar que por intermédio de nossa própria simples observação há referências suficientes para alimentar nossa fé. Ao sermos mais simples em nossas conclusões, estaremos beneficiando a nós e aos outros. Sempre tendo em vista que: “O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento” (Provérbios 1:7).
[M. Borges]
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Se Alguém te Procurar...
Com frio...
É porque você tem o cobertor.
Com alegria...
É porque você tem o sorriso.
Com lágrimas...
É porque você tem o lenço.
Com versos...
É porque você tem a música.
Com dor...
É porque você tem o curativo.
Com palavras...
É porque você tem a audição.
Com fome...
É porque você tem o alimento.
Com beijos...
É porque você tem o mel.
Com dúvidas...
É porque você tem o caminho.
Com orquestras...
É porque você tem a festa.
Com desânimo...
É porque você tem o estímulo.
Com fantasias...
É porque você tem a realidade.
Com desespero...
É porque você tem a serenidade.
Com entusiasmo...
É porque você tem o brilho.
Com segredos...
É porque você tem a cumplicidade.
Com tumulto...
É porque você tem a calma.
Com confiança...
É porque você tem a segurança.
Com medo...
É porque você tem o amor.
Nota: Além do que já foi exposto da importância de reconhecermos que em vez de nos preocuparmos tanto em sermos ajudados, nós mesmos devíamos ajudar ao nosso próximo com o que temos, esta ilustração me recorda um texto bíblico muito conhecido em que Jesus diz o seguinte:
“Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes” Mateus 25:34-40.
Oh que sublime plano da Redenção! Este no qual nos liga em amor não somente a Ele, mas também a nossos semelhantes, transformando o nosso coração egoísta. Lembrando que o resumo da Lei é: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31). M. Borges.
Oh que sublime plano da Redenção! Este no qual nos liga em amor não somente a Ele, mas também a nossos semelhantes, transformando o nosso coração egoísta. Lembrando que o resumo da Lei é: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31). M. Borges.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Ilustrações Sobre Redenção
Apesar de não podermos ser puros como Jesus desde o nascimento, sendo um “Ente Santo” (Lucas 1:35), Ele nos dá uma segunda chance, o chamado - novo nascimento – ele quer dizer a nós o mesmo que disse aquela mulher adúltera (um caso aparentemente sem solução): “Vai e não peques mais” João 8:11 u.p.
Há uma ilustração para este caso, muito fácil de entender: vamos imaginar uma pessoa que está com sua vida um fracasso, uma desilusão; ela, por más influências, começa a piorar na sua vida moral, e não consegue ficar na casa de seus pais; pois não conseguiria cometer certos pecados com seu pai por perto, estando sem seu pai, vai se afundando de pecados, e vai aumentando a desilusão da vida. Todavia, não se lembra de seus pais (diferentemente do que acontece com o filho pródigo), apesar de O Espírito Santo estar tentando lembrá-la do mal que fez de ter deixado a casa de seus pais.
Mas o seu pai amoroso a acha e a traz para casa. Apesar de tudo o que ela fez, ele cuida como ela tivesse morrido algum tempo atrás e agora tenha ressuscitado (Lucas 15:24).
Poderia terminar a história aqui, mas é bem verdade que ela caiu, e voltou ao mundo, seu pai a buscou de novo e de novo, mas ela sempre voltava, até que experimentou uma conversão quando ela passou perto da morte. O seu pai a trouxe do fundo do poço, e ela não entendia a bondade de seu pai e perguntou: por quê? Por que você não vai me condenar? Seu pai apenas responde: só peço que não volte mais.
Este é o mistério da piedade de nosso Salvador, ele é bondoso, piedoso, amoroso, Ele é o Campeão de Amor. Também aprendemos pelas escrituras que mesmo com o novo nascimento (João 3:7) podemos cair (I Coríntios 10:12; I João 2:1); mas se não deixarmos de nos apegarmos em Cristo podemos ficar tranquilos em Seus braços de amor. Apesar de podermos cair quantas vezes for, podemos se levantar em todas essas vezes, e sua única exigência é: vai e não peques mais.
Mas quanto ao segredo da vitória, para não cair outra vez, sabemos que é andar lado a lado com Jesus, acompanhar suas pegadas e se entregar a vontade de Nosso Salvador, custe o que custar.
Isto me leva a lembrar de outra ilustração: Há de um homem que podia ver sua vida espiritual com Cristo, como ele andando na praia com Jesus: ele via que em todos os momentos felizes e bons na vida dele, estava Jesus andando com ele, as pegadas dos dois na areia da praia apareciam lado a lado. Mas é claro que havia momentos de dificuldades, de desilusão, e tristezas; e nestes momentos, ele não via as pegadas dos dois, mais de um apenas! Ficou perplexo, e se queixava: acaso Deus tem me abandonado nas dificuldades, tenho ficado sozinho nos momentos que mais precisava dEle?
Mas o homem estava errado! Quando ele estava em dificuldades, as pegadas que apareciam na areia eram as de Cristo. Ele carregava o homem nos braços para que agüentasse, para que ficasse protegido do maligno.
Aquele homem não reconhecia verdadeiramente sua necessidade de Jesus Cristo; achava que era possível por si mesmo ter passado por todas aquelas dificuldades; achava que Jesus estava com ele somente nos momentos felizes. Mas como pode pensar isso, visto que nas dificuldades Cristo estava mais próximo, consolando-o? As pegadas na dificuldade, não poderiam ser de outro a não ser Jesus.
Para não cair mais, acredite realmente que precisa de Deus, ele é o pão que veio do céu (João 6:51), nosso alimento espiritual. [M. Borges]
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sábado, 26 de novembro de 2011
Sinopses sobre Justificação e Santificação pela Fé
Justificação
Lutero, antes de conhecer a justificação pela fé, não entendia como Deus poderia salvá-lo em Sua Justiça, sendo que entendia que justiça é dar a pessoa o que ela merece.
Justificação forense é ser declarado legalmente justo.
Imaginem que vocês tenham uma conta bancária em que está negativa em R$200.000,00, e não tendo como pagar.
Então imaginem que um milionário liga para seu banco e diz que quer unir a conta dele com a sua, ou seja, abrir uma conta conjunta.
O que pertence a ele passa a pertencer também a você. É creditado, transferido para sua conta. E então a sua dívida é coberta pela imensa fortuna deste milionário. Como o gerente trataria agora você? Trataria como um milionário. Isto é imputação.
Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. (II Coríntios 5:21).
Na cruz Cristo tomou nosso lugar, ele foi declarado, atribuído, imputado, de forma forense os nossos pecados. Pecado sobre Ele, mas não nEle.
Da mesma forma nós somos com Sua justiça declarados justos. Você passa a ter justiça sobre você, mas não em você.
Somos declarados justos da mesma forma que Cristo foi declarado pecado. E isso é a Graça de Deus, um favor imerecido.
O fundamento da justificação é a graça de Deus, e não a fé: a fé em si, é apenas o instrumento, o meio, pelo qual nos apropriamos da (recebemos a) graça.
Corremos o risco muitas vezes de fazer da fé, outro tipo de obras. Esta questão fica clara quando é lido o texto “Porque pela graça sois salvos, mediante [através] a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2:8).
“Mediante a fé, recebemos a graça de Deus; mas a fé não é nosso Salvador. Ela não obtém nada. É a mão que se apega a Cristo e se apodera de Seus méritos, o remédio contra o pecado. E nem sequer nos podemos arrepender sem o auxílio do Espírito de Deus. Diz a Escritura de Cristo: "Deus com a Sua destra O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados." Atos 5:31. O arrependimento vem de Cristo, tão seguramente como vem o perdão” (Desejado de Todas as Nações, pág. 175).
A fé não é auto-gerada, você não a produz; ter fé é como se apaixonar; você se apaixona não devido a sua habilidade de produzir amor, mas devido à habilidade da outra pessoa de despertar amor em você. Da mesma forma a fé é baseada na habilidade de Cristo despertar fé em você.
A fé não é contra as obras, no ensino dos apóstolos, ela é somente contra quando obras se tornam um método de salvação, criando uma forma de competição com Cristo.
Quando nós estamos doentes, esperamos melhorar quanto para ir ao médico? Acaso não vamos até ele doentes? E os doentes (físicos e espirituais) que encontraram Jesus, eles continuaram doentes?
Santificação
Santificação é o resultado da justificação. Justificação não depende da santificação, mas a santificação depende da justificação. Logo elas não devem ser confundidas, mas também não devem ser separadas.
Justificação é aceitação da obra de Cristo por mim; santificação, em mim.
Uma é a raiz, a outra o fruto.
Uma é fundamento de nossa paz, a outra é base da nossa pureza
Uma é remoção da culpa do pecado, a outra é a remoção do poder do pecado
Uma é a justiça imputada, a outra é a justiça comunicada.
Uma é o nosso título para o céu, a outra nossa adequação para o Céu.
Uma tem haver com Cristo como Nosso Substituto, a outra como Nosso Exemplo, Modelo.
Uma árvore não produz frutos para provar que está viva, ela produz frutos por que está viva.
O significado de santificação é separar para uso particular, especial. Separação do pecado.
Nós não vencemos como Cristo venceu, mas vencemos porque Ele venceu.
Nossa luta, nossa dedicação, fervor, surgem da gratidão, da vontade de agradá-Lo, cumprindo a vontade de Deus em nós.
A forma que os perfeccionistas consideram a Cristo, apenas como um modelo, e não um substituto também, simplesmente se torna algo frustrante, pois quando está se alcançando o ideal, ele se reprojeta para mais longe.
Nunca chegaremos a um estágio aqui nesta terra, que não nos seja necessário dizer: Pai Nosso, perdoa as nossas dívidas...
Na santificação, obra de uma vida toda, não estamos avançando para a santidade, como fosse um alvo a ser atingido, na verdade estamos avançamos em santidade.
Em busca da perfeição, não nos tornamos cada vez mais independentes de Cristo, por termos nos tornados (pretensamente) mais fortes espiritualmente, mas a santificação verdadeira é você tomar consciência crescente de que você depende de Cristo.
Um menino estava visitando um monumento em Washington, um enorme obelisco branco de granito e mármore de 170 metros de altura, o menino impressionado, tira uma moeda de um quarto de dólar, 25 centavos, e diz: - pai eu gostaria de comprar esse monumento.
O pai em solidariedade diz: - vá conversar com o guarda do parque e fale de seu plano.
O garoto vai ao guarda e diz, tirando novamente do bolso sua moeda brilhante de 25 centavos:
- Eu gostaria de comprar!
O guarda passa a mão sobre a cabeça do garoto e diz:
- filho, primeiro, não está à venda, em segundo lugar, o seu dinheiro não é o suficiente para comprá-lo, e em terceiro lugar, como americano, já é seu.
A salvação é assim, não está à venda, não poderíamos comprá-la, mas se você está em Cristo ela já pertence a você. Pela graça de Deus a salvação é sua.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
"Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus"
O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em "Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus". O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença.
Para o autor, alguns ateístas têm um "fervor religioso" tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade.
Ao longo dos capítulos, o autor usa linguagem simples e citações de outros autores para mostrar que as descobertas feitas pelo homem não excluem a existência de um Deus. Lennox também expõe o que considera as fraquezas da ciência e revela que a maior parte das respostas que ela oferece são especulações teóricas que precisam da fé da comunidade científica para existir. Ele ainda ressalta momentos em que os acadêmicos precisaram se desmentir e até voltar atrás com suas afirmações.
Entre os temas discutidos estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.
Leia trecho inicial do capítulo "Deus - Uma Hipótese Desnecessária?".
*
Deus - Uma Hipótese Desnecessária?
A ciência tem alcançado êxito impressionante na investigação do Universo físico e na elucidação de como ele funciona. A pesquisa científica também levou à erradicação de muitas doenças horríveis e nos deu esperanças de eliminar muitas outras. E a investigação científica alcançou outro efeito numa direção completamente diferente: ela serviu para libertar muita gente de medos supersticiosos. Por exemplo, ninguém precisa mais pensar que um eclipse da Lua é causado por algum demônio assustador, que necessita ser apaziguado. Por tudo isso e por inúmeras outras coisas devemos ser muito gratos.
Porém, em algumas áreas, o próprio sucesso da ciência tem também conduzido à ideia de que, por conseguirmos entender os mecanismos do Universo sem apelar para Deus, podemos concluir com segurança que nunca houve nenhum Deus que projetou e criou este Universo. Todavia, esse raciocínio segue uma falácia lógica comum, que podemos ilustrar como segue.
Tomemos um carro motorizado Ford. É concebível que alguém de uma parte remota do mundo que o visse pela primeira vez e nada soubesse sobre a engenharia moderna pudesse imaginar que existe um deus (o sr. Ford) dentro da máquina, fazendo-a funcionar. Essa pessoa também poderia imaginar que quando o motor funcionava suavemente o sr. Ford gostava dela, e quando ele se recusava a funcionar era porque o sr. Ford não gostava dela. É óbvio que, se em seguida a pessoa passasse a estudar engenharia e desmontasse o motor, ela descobriria que não existe nenhum sr. Ford dentro dele. Tampouco se exigiria muita inteligência da parte dela para ver que não é necessário introduzir o sr. Ford na explicação de funcionamento do motor. Sua compreensão dos princípios impessoais da combustão interna seria mais que suficiente para explicar como o motor funciona. Até aqui, tudo bem. Mas se a pessoa então decidisse que seu entendimento dos princípios do funcionamento do motor tornavam impossível sua crença na existência de um sr. Ford, que foi quem de fato projetou a máquina, isso seria evidentemente falso - na terminologia filosófica ela estaria cometendo um erro de categoria. Se nunca houvesse existido um sr. Ford para projetar os mecanismos, nenhum mecanismo existiria para que a pessoa entendesse.
(Folha Online)
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