Mostrando postagens com marcador crença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crença. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Crendo de Verdade no Cristo Ressurreto!


Certa ocasião, G. K. Chesterton foi abordado por um repórter de jornal em uma esquina próxima do Big Ben:

 

- Senhor – perguntou o repórter – sei que recentemente se tornou cristão. Posso fazer uma pergunta?

 

- Certamente – respondeu Chesterton, sem hesitar

 

- Se o Cristo Ressurreto aparecesse de repente, e nesse momento estivesse em pé atrás do senhor, o que faria?

 

- Ele está – disse Chesterton, olhando nos olhos do repórter

terça-feira, 31 de julho de 2012

O ateu, o Crente e o Bicho-Papão - por Ed René Kivitz

Outro dia alguém me enviou pelo twitter a seguinte pergunta: “quando vc era criança também acreditava em bicho-papão, porque deixou de acreditar?”

Minha primeira reação foi ignorar a pergunta, formulada em tom de crítica a um tweet que postei testemunhando minha fé em Deus. Imaginei que o autor da pergunta não esperava resposta, apenas pretendia sugerir a estupidez da minha fé. Tive a mesma sensação que experimentei quando comecei a ler um texto sobre “razões porque deixei de ser crente” e o autor logo na primeira página comparou a crença em Deus à crença no Saci-Pererê. Mas, passado o ímpeto de deixar pra lá, resolvi responder, pelo menos para mim mesmo.

Minha resposta começaria afirmando que jamais acreditei em bicho-papão. O que me aterrorizava na infância eram os ciganos e o “velho do saco”. Devo isso às minhas avós, que diziam que esses homens malvados gostavam de raptar meninos desobedientes. Registro que acredito em ciganos e velhos do saco, não necessariamente como raptores de crianças, embora seja em parte verdadeiro. Mas resolvi responder como se meu imaginário infantil tivesse sido ocupado por esse tal de bicho-papão.

Eis, portanto, algumas razões porque, embora continue acreditando em Deus, deixei de acreditar em bicho-papão.

. Não conheço nenhum adulto que acredita em bicho-papão

. Não conheço nenhuma civilização baseada em bicho-papão

. Não conheço nenhuma religião que considere o bicho-papão um ser divino

. Nunca ouvi uma pessoa dizer que foi transformada pelo bicho-papão

. O bicho-papão não constitui o dilema existencial humano desde sempre

. Nenhuma tradição de pensamento humano se ocupa com o bicho-papão

. Nenhum gênio da humanidade viveu atormentado por causa do bicho-papão

. O bicho-papão não se sustenta num texto considerado sagrado por mais da metade da população mundial, escrito ao longo de 2 mil anos, por 40 autores diferentes

. Não existe quem atribua a existência do universo ao bicho-papão

. Jamais alguém defendeu sua fé no bicho-papão com a própria vida

. Nenhuma das virtudes humanas é associada ao bicho-papão

. O bicho-papão não é uma crença universal e atemporal

. O bicho-papão não ajuda a explicar o mundo em que vivo

. O bicho-papão não ajuda a explicar a complexidade da raça humana

. O bicho-papão não ajuda a explicar o homem que sou

Fonte: Ed René Kivitz

sábado, 12 de novembro de 2011

Aliens: cientistas da Nasa atropelam ciência experimental

“O contato com extraterrestres seria um benefício ou preocupação para a humanidade? Um cenário de análises” é um artigo publicado por cientistas da Nasa. No texto, eles defendem que a crescente emissão de gases do efeito estufa pode mostrar para os ETs que nós somos uma ameaça em expansão. Segundo eles, os aliens podem estar acompanhando as mudanças na atmosfera da Terra como um indício de que nossa civilização está crescendo sem limites e podem tomar ações drásticas para que não nos tornemos uma ameaça grave. Este é um dos diversos cenários descritos pelos cientistas, que apesar de acreditarem ser improvável, acham importante preparar a humanidade para o contato. Eles dividem as hipóteses em três categorias: benéficas, neutras e alarmantes.

As boas vão da mera detecção de inteligência extraterrestre, por exemplo, pela interceptação de comunicação alien, a contato com organismos cooperativos, que podem ajudar a avançar nossos conhecimentos e resolver problemas globais como a fome, pobreza e doenças.

Outro bom resultado seria vencer um grupo de ETs agressores ou até sermos salvos por outro grupo de aliens. Nesse caso, os humanos além de sair com a moral mais alta pela vitória, ainda poderiam conhecer a tecnologia extraterrestre.

Os resultados mais desagradáveis surgiriam se eles causassem danos à humanidade, mesmo que por acidente. Os ETs poderiam chegar para nos comer, escravizar ou atacar, mas as pessoas poderiam sofrer ainda doenças aliens. Eles poderiam ainda querer realizar experiências catastróficas que poderiam dizimar uma parte da galáxia.

Para reforçar as chances de sobrevivência da humanidade, os pesquisadores pedem cautela no envio de sinais para o espaço, e em particular, alertam contra difusão de informação sobre a nossa constituição biológica, o que poderia ser usado para fabricar armas. Em vez disso, qualquer contato com ETs deve ser limitado ao discurso matemático “até que tenhamos uma ideia melhor do tipo de ET com que estamos lidando”, disseram os autores. [Não acredito que eles acreditam nisso tudo! E eu é que sou o “crente”?! – MB]

Os extraterrestres podem ser cautelosos com civilizações que se expandem muito rapidamente, uma vez que estas podem estar propensas a destruir a vida de outros à medida que crescem, assim como os seres humanos levaram à extinção espécies na Terra. No cenário mais extremo, aliens podem optar por destruir a humanidade para proteger outras civilizações.

Por isso, eles alertam para a diminuição na emissão de gases do efeito estufa, que alteram a atmosfera da Terra, que pode ser vista do espaço, e indicaria para os extraterrestres que nossa civilização está em expansão. Se já temos motivos suficientes para evitar a emissão dos gases para preservar a vida no planeta, acabamos de ganhar mais um! [É impressionante notar as maneiras mais absurdas de promover a causa ECOmênica. Está aí mais uma: vamos parar com o aquecimento global antes que os ETs nos ataquem! – MB]

(UOL)

Nota do Blog Criacionismo: É inacreditável que cientistas estejam sendo pagos para escrever sobre o preparo da humanidade para algo improvável, ou seja, o contato com extraterrestres (na verdade, acho que eles estão é sendo pagos para assustar as pessoas a fim de que elas aceitem as propostas ambientalistas que envolvem muito mais coisas do que simplesmente salvar o planeta). Na verdade, esses cientistas só podem mesmo escrever, pois esse tipo de pesquisa não possui um objeto de estudo; nem chega perto da ciência experimental. Papai Noel e coelho da Páscoa teriam a mesma relevância. Curiosamente, esses mesmos cientistas (não todos, evidentemente) torcem o nariz quando se fala de sobrenatural. Outra coisa: Como seria a “interceptação de comunicação alien”? O que seria considerado sem sombra de dúvida “comunicação alien”? Uma mensagem? Um código? Informação complexa e específica? Por que, então, os cientistas darwinistas que creem nessa ficção alienígena não consideram o genoma um tipo de “comunicação alien” (de Deus)? Vai entender essa incoerência...[Michelson Borges].

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cientistas são mais religiosos do que se acreditava

Um estudo realizado na Universidade de Rice (EUA) mostra que apenas 15% dos cientistas das principais universidades daquele país veem a religião e a ciência como estando em conflito permanente. Apenas 15% dos entrevistados veem a religião e a ciência como sempre em conflito. Outros 15% dizem que os dois nunca estão em conflito. Mas 70% acreditam que a religião e a ciência apenas algumas vezes estão em conflito. O estudo mostrou que a maioria dos que acreditam em um conflito permanente tem um tipo particular de religião em mente (e de pessoas e de instituições religiosas). Grande parte dos entrevistados atribui a crença no conflito entre ciência e religião a problemas na esfera pública, sobretudo o ensino do criacionismo versus evolução e as pesquisas com células-tronco.

Ao longo da história, a ciência e a religião têm aparecido como estando em conflito perpétuo. Mas o novo estudo sugere que apenas uma minoria dos cientistas acredita que religião e ciência exigem fronteiras. “Quando se trata de questões como o que é a vida, formas de compreensão da realidade, as origens da Terra e como a vida se desenvolveu sobre ela, muitos veem a ciência e a religião como estando em desacordo e até mesmo em conflitos irreconciliáveis”, conta Elaine Howard Ecklund, coordenadora da pesquisa.

Mas, excluídos os fundamentalismos de ambas as partes, a maioria dos cientistas entrevistados por Ecklund e seus colegas acredita que tanto a religião quanto a ciência são “caminhos válidos de conhecimento” que podem trazer um entendimento mais amplo de questões importantes. Aproximadamente metade dos cientistas expressou alguma forma de identidade religiosa. (clique aqui para continuar a leitura)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Missão impossível: a borboleta monarca

A borboleta monarca (Danaus plexippus) é comum na América do Norte. Ela é famosa devido a sua migração de e para as áreas invernais do México e da Califórnia. A monarca começa a vida como um ovo colocado por uma borboleta adulta nas plantas de uma serralha comum, a Asclepias syriaca. Inicialmente, ela é do tamanho da cabeça de um alfinete. Quando 3 a 12 dias depois o ovo eclode, a pequena borboleta (ainda na forma de uma mini minhoca) possui oito pares de pernas (de forma a movimentar-se na planta hospedeira) e uma boca arquitetada para mastigar pétalas (o que ela o faz de forma voraz). Mas só as plantas da serralha servem; nenhuma outra planta serve. A serralha possui uma seiva branca e pegajosa que, embora altamente tóxica para os outros animais, não afeta a larva de borboleta de forma alguma. À medida que a lagarta de borboleta vai comendo, ela vai crescendo. Passado algum tempo, ela fica demasiado grande para sua pele, então ela se divide e de dentro sai a lagarta com uma nova e mais espaçosa pele pronta a ser preenchida.

Durante cerca de duas semanas, isto é tudo o que a lagarta faz: come plantas, cresce, muda de pele, come mais plantas, cresce um pouco mais, muda de pele outra vez. Esse processo se repete cinco vezes. Finalmente, ela para de comer. Em seguida, ela encontra um lugar protegido, pendura-se de pernas para o ar, tece uma ligação em seda e muda de pele mais uma vez. No entanto, dessa vez o que sai de dentro dessa nova pele não é uma larva maior, mas sim uma “embalagem” compacta, sem pernas, sem olhos e sem partes corporais visíveis, chamada de “pupa”, encapsulada numa crisálida. Não é multicolorida como a lagarta; é verde-vivo contendo manchas amarelo-dourado. Clique para aqui para continuar a ler

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Justificação e Santificação pela Fé

Quando por meio de arrependimento e fé aceitamos a Cristo como nosso Salvador, o Senhor perdoa nossos pecados e suspende a punição prescrita para a transgressão da lei. O pecador se encontra, então, diante de Deus como uma pessoa justa; desfruta o favor do Céu, e, por meio do Espírito, tem comunhão com o Pai e o Filho.
Então há ainda outra obra a ser realizada, e esta é de natureza progressiva. A alma deve ser santificada pela verdade. E isto também é realizado pela fé. Pois é somente pela graça de Cristo, a qual recebemos pela fé, que o caráter pode ser transformado.
É importante que compreendamos claramente a natureza da fé. Há muitos que crêem que Cristo é o Salvador do mundo, que o evangelho é verídico e revela o plano da salvação, mas não possuem uma fé que salva. Estão intelectualmente convencidos da verdade, mas isto não é suficiente; a fim de ser justificado, o pecador precisa ter aquela fé que se apropria dos méritos de Cristo para sua própria alma. Lemos que os demônios  "crêem e tremem", mas a sua crença não lhes traz justificação; e a crença dos que meramente dão aquiescência intelectual às verdades da Bíblia também não lhes trará os benefícios da salvação. Essa crença não atinge o ponto vital, pois a verdade não prende o coração nem transforma o caráter.
Na genuína fé para a salvação há confiança em Deus, por meio da crença no grande sacrifício expiatório efetuado pelo Filho de Deus, no Calvário. Em Cristo, o crente justificado contempla sua única esperança e seu único Libertador. Pode haver crença sem confiança; mas, sem fé, não pode haver certeza oriunda da confiança. Todo pecador que chegou ao conhecimento do poder de Cristo para salvar manifestará essa confiança de modo mais intenso ao progredir na experiência. Signs of the Times, 3 de novembro de 1890. Mensagens Escolhidas Vol. III, págs. 191-192.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Superinteressante nº 1: as sementes do que viria

Vasculhando algumas caixas com coisas velhas, minha mãe encontrou minha coleção com os primeiros exemplares da revista Superinteressante que eu religiosamente comprava na banca de jornais, todos os meses, devorava de capa a capa e depois guardava cuidadosamente em sacos plásticos. Ela aproveitou minha visita de férias e me entregou a pilha de revistas. E lá estava a relíquia: e edição de estreia lançada em 1988 com o trem-bala vermelho na capa, levitando sobre trilhos de supercondutores. Quando a vi, foi como voltar no tempo. Lembrei-me da empolgação com que a comprei, já que sempre gostei de temas científicos e a promessa da revista pioneira era exatamente esta: descortinar o mundo da ciência para leitores ávidos como eu, no alto dos meus idos 16 anos. Abri cuidadosamente a revista na página 5 e li o editorial de Victor Civita, com a promessa de que nas páginas de Superinteressante não haveria “lugar para meias-verdades, o saber por ouvir dizer, a hipótese sem evidência que a legitime”. Mas, logo abaixo, o mesmo Civita sentenciava: “Nós não descendemos do macaco, embora tenhamos com ele um ancestral comum.” Que ancestral? Onde e quando foi descoberto? Cadê seus fósseis? A primeira meia-verdade sem evidência teve que esperar apenas quatro linhas para aparecer! Continue Lendo...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...