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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Se Alguém te Procurar...

Se Alguém te Procurar...

Com frio...
É porque você tem o cobertor.

Com alegria...
É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas...
É porque você tem o lenço.

Com versos...
É porque você tem a música.

Com dor...
É porque você tem o curativo.

Com palavras...
É porque você tem a audição.

Com fome...
É porque você tem o alimento.

Com beijos...
É porque você tem o mel.

Com dúvidas...
É porque você tem o caminho.

Com orquestras...
É porque você tem a festa.

Com desânimo...
É porque você tem o estímulo.

Com fantasias...
É porque você tem a realidade.

Com desespero...
É porque você tem a serenidade.

Com entusiasmo...
É porque você tem o brilho.

Com segredos...
É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto...
É porque você tem a calma.

Com confiança...
É porque você tem a segurança.

Com medo...
É porque você tem o amor.

Nota: Além do que já foi exposto da importância de reconhecermos que em vez de nos preocuparmos tanto em sermos ajudados, nós mesmos devíamos ajudar ao nosso próximo com o que temos, esta ilustração me recorda um texto bíblico muito conhecido em que Jesus diz o seguinte:

Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.

Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?

E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes” Mateus 25:34-40.
Oh que sublime plano da Redenção! Este no qual nos liga em amor não somente a Ele, mas também a nossos semelhantes, transformando o nosso coração egoísta. Lembrando que o resumo da Lei é: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31). M. Borges.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vida urbana afeta cérebro humano

Um estudo publicado [na] quarta-feira (22) mostra que a vida urbana afeta o cérebro, mostrando a relação entre a ativação de duas regiões do cérebro e o fato de as pessoas terem crescido ou viverem em cidades. “Basicamente a atividade cerebral em situações de estresse está ligada à urbanicidade [o fato de viver na cidade]”, afirmou ao iG Andreas Meyer-Linderberg, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, principal autor da pesquisa, publicada no periódico especializado Nature. Estudos anteriores já haviam mostrado que a saúde mental das pessoas é afetada negativamente pela vida urbana. Problemas relacionados à ansiedade, por exemplo, são mais prevalentes em pessoas que vivem em cidades e a incidência de esquizofrenia é maior em pessoas nascidas e criadas em regiões urbanas, mas ninguém havia ainda buscado medir os processos neurais por detrás deles. Clique aqui para continuar a leitura...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sobrevivendo a uma Nevasca

Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.
Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então raciocinou consigo mesmo: “aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida.
Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.
Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: “eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso”, nem pensar.
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.
Seu pensamento era muito prático: “é bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Este pensou: “esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.”
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões [ou alucinações?] para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho.
Seu raciocínio era curto e rápido: “esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos”.
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.
No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: “o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro”.
Nota: Nesta história que nos serve de grande reflexão, podemos notar que estes seis homens que foram dominados pelo “eu”, não tinham apenas defeitos, mas tinham suas virtudes; tinham sido abençoados com talentos por Deus: abençoados financeiramente, ou com a destreza no trabalho árduo, ou no conhecimento, assim por diante.
Mas o problema deles consistia em ter pensamentos egoístas que dominavam o coração: pouco importava a situação alheia (e isso não se dá apenas com o sonhador), o rico não acreditava que o pobre poderia ter sido diligente, o racista alimentava seu ódio, enquanto o odiado retribuía com ódio também; por não terem um espírito perdoador, eram incapazes de ajudar o seu algoz.
A Palavra de Deus nos adverte que: “Portanto aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando”. (Tiago 4.17). E ainda nos exorta dizendo: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos”. (Gálatas 6.9).
Que possamos pela graça de Deus deixar de lado nossos “planos acanhados e egoístas”, ao contemplar a Cristo.
 M. Borges.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Se Alguém te Procurar...

Se Alguém te Procurar...

Com frio...
É porque você tem o cobertor.

Com alegria...
É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas...
É porque você tem o lenço.

Com versos...
É porque você tem a música.

Com dor...
É porque você tem o curativo.

Com palavras...
É porque você tem a audição.

Com fome...
É porque você tem o alimento.

Com beijos...
É porque você tem o mel.

Com dúvidas...
É porque você tem o caminho.

Com orquestras...
É porque você tem a festa.

Com desânimo...
É porque você tem o estímulo.

Com fantasias...
É porque você tem a realidade.

Com desespero...
É porque você tem a serenidade.

Com entusiasmo...
É porque você tem o brilho.

Com segredos...
É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto...
É porque você tem a calma.

Com confiança...
É porque você tem a segurança.

Com medo...
É porque você tem o amor.

Nota: Além do que já foi exposto da importância de reconhecermos que em vez de nos preocuparmos tanto em sermos ajudados, nós mesmos devíamos ajudar ao nosso próximo com o que temos, esta ilustração me recorda um texto bíblico muito conhecido em que Jesus diz o seguinte:

Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes” Mateus 25:34-40.
Oh que sublime plano da Redenção! Este no qual nos liga em amor não somente a Ele, mas também a nossos semelhantes, transformando o nosso coração egoísta. Lembrando que o resumo da Lei é: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31). M. Borges.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A História do Homem que havia Caído em um Buraco

Um homem caiu em um buraco


E ele não conseguia sair de dentro do buraco
Então aconteceu que um viajante passou perto.
E acima do homem no buraco, o viajante disse que meditasse a fim de purificar sua mente,
 Assim quando ele atingisse o Nirvana, todo seu sofrimento iria cessar.
O homem então fez o que o viajante lhe disse, mas permaneceu no buraco.
Outro homem apareceu.
Ele explicou que o buraco não existia, e que o homem também não era real.
Tudo era uma ilusão.
Mas o homem que não existia, ainda estava preso no buraco que não era real.
Outro visitante chegou.
Ele instruiu o homem a fazer boas obras, para elevar seu Karma, E, ainda que ele morresse no buraco, ele poderia reencarnar em algo melhor em sua próxima vida.
Outro homem olhou do alto do buraco.
Ele ensinou aquele que estava no buraco a orar, 5 vezes por dia, e a seguir certas regras.
Se ele fosse fiel, um dia, talvez, o divino o libertaria.
O homem orou o melhor que podia, mas estava perdendo suas forças.
E no buraco ele permaneceu.
Outro homem apareceu.
Havia algo de diferente nele.
Ele chamou o homem no buraco, e perguntou-lhe se ele queria ser liberto.
O homem respondeu que sim.
Então o homem foi embora, para logo voltar e jogar uma corda,
Para que o homem pudesse subir, mas este já estava fraco de mais para subir.
Aquele homem então desceu à terra, dentro do abismo.
Ele pegou o homem, e o levou até a luz, e o homem que não conseguiria salvar-se sozinho.
Foi salvo!
E quando estava no topo, fora daquele buraco, pode ver com seus próprios olhos, que a corda tinha sido amarrada na cruz.
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