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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
segunda-feira, 13 de abril de 2015
O Termo “Expiação” nos Escritos de Ellen G. White
EXPIAÇÃO NA CRUZ
Por meio do
sangue derramado olhava [Abel] para o futuro sacrifício, Cristo a morrer na
cruz do Calvário; e, confiando na expiação que ali seria feita, tinha o
testemunho de que era justo, e de que sua oferta era aceita. PP 72.
Ele [o Pai]
plantou a cruz entre céu e terra, e quando o Pai viu o sacrifício de Seu Filho,
Ele se curvou diante dele e reconheceu sua perfeição. ‘É o suficiente,’ Ele
disse, ‘a expiação está completa’”. Review and Herald, 24 de setembro de 1901.
EXPIAÇÃO EM LIGAÇÃO COM O PLANO DA REDENÇÃO
Ele deseja
que cada indivíduo de nossa raça, formado a Sua imagem, lembrasse que Deus é
infinito, e que o Seu amor revelado na expiação de Cristo em favor de toda a
humanidade, torna manifesto o valor que atribui à humanidade. Ele os convida a
virem a Ele para serem salvos. Carta 33, 1898. BS 193.
Os corações
não podem deixar de ser tocados pela história da expiação. II TSM 544.
EXPIAÇÃO NO SANTUÁRIO – APLICANDO OS BENEFÍCIOS DA GRAÇA
Jesus é o
nosso grande Sumo Sacerdote no céu. E o que Ele está fazendo? – Ele está
fazendo intercessão e expiação por seu povo que crê nEle. Review and Herald, 22 de agosto
de 1893.
A
intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial
ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte iniciou
essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. GC 489.
O grande
Sacrifício havia sido oferecido e aceito, e o Espírito Santo, que desceu no dia
de Pentecoste, levou a mente dos discípulos do santuário terrestre para o
celestial, onde Jesus havia entrado com o Seu próprio sangue, a fim de derramar
sobre os discípulos os benefícios de Sua expiação. PE 260.
Agora,
enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está a fazer expiação por nós, devemos
procurar tornar-nos perfeitos em Cristo.
GC 623.
CONCLUSÃO
O
sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado, é a grande verdade em torno da
qual se agrupam as outras. A fim de ser devidamente compreendida e apreciada,
toda verdade da Palavra de Deus, de Gênesis a Apocalipse, precisa ser estudada
à luz que dimana da cruz do Calvário. Apresento perante vós o grande, magno
monumento de misericórdia e regeneração, salvação e redenção - o Filho de Deus
erguido na cruz. Isso tem de ser o fundamento de todo discurso feito por nossos
pastores. OE 315.
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sábado, 14 de junho de 2014
O Plano da Divindade para a Redenção da Humanidade
O Plano da Redenção já havia sido feito antes da Criação da Terra
Antes que os fundamentos da Terra fossem lançados, o Pai e o Filho
Se haviam unido num concerto para redimir
o homem, se ele fosse vencido por Satanás. Haviam-Se dado as mãos, num
solene compromisso de que Cristo Se tornaria o fiador da raça humana. DTN
834.
O Próprio Deus tinha que ser
o Penhor e o Substituto da Raça Humana
o Penhor e o Substituto da Raça Humana
Visto
ser a lei de Jeová o fundamento de Seu governo no Céu assim como na Terra,
mesmo a vida de um anjo não poderia ser aceita como sacrifício por sua
transgressão. Nenhum de seus preceitos poderia ser anulado ou mudado para valer
ao homem em sua condição decaída; mas o
Filho de Deus, que criara o homem,
poderia fazer expiação por ele. Assim como a transgressão de Adão tinha
trazido miséria e morte, o sacrifício de Cristo traria vida e imortalidade. PP 66-67.
Morrendo sobre a cruz, Ele transferiu a culpa da
pessoa do transgressor para a do Substituto
divino, por meio da fé nEle como seu Redentor pessoal. Os pecados de um
mundo culpado, que em figura são descritos como sendo "vermelhos como o
carmesim" (Isa. 1:18), foram
atribuídos ao Penhor divino. MM, Ano:
1995, Cuidado de Deus, pág. 275.
Caso Deus Pai tivesse vindo ao Mundo
e se Encarnado,
teríamos a mesma História que nós temos Hoje com Cristo
Tivesse Deus, o Pai, vindo ao mundo e habitado entre nós,
humilhando-Se, velando Sua glória, a fim de que a humanidade O pudesse
contemplar, não se haveria mudado a
história que temos, da vida de Cristo. MM,
Ano: 1965, Para Conhecê-Lo, pág. 338.
O Trio Celestial estava envolvido no
Plano da Redenção
Os Três em Unidade decidiram que Cristo deveria ser o Salvador
A Divindade
moveu-se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o
Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A
fim de levarem a cabo plenamente esse
plano, foi decidido que Cristo, o
unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado. CSS 222.
Cristo Se Ofereceu para ser o Fiador
e o Substituto do Homem
Nenhum
dos anjos poderia ter se tornado fiador da raça humana: sua vida pertence a Deus; eles não podem depô-la. Todos os anjos
encontram-se sob o jugo da obediência. São mensageiros indicados por Aquele que
comanda todo o Céu. Mas Cristo é igual a
Deus, infinito e onipotente. Ele poderia pagar o preço do resgate do homem.
Ele é o eterno e auto-existente Filho,
que não estava sob nenhum jugo; e quando Deus perguntou ‘A quem enviarei?’, Ele
pôde responder: ‘Eis-Me aqui, envia-Me a Mim.’ Ele podia oferecer-Se como
fiador do homem, pois era capaz de dizer aquilo que o mais elevado anjo não
podia: ‘Eu tenho poder sobre Minha própria vida, poder para a entregar e ... poder
para reavê-la’ Youth’s Instructor, 21
de junho de 1900. Comentário
Bíblico, Vol. 5, pág. 1.136.
Não Lhe foi imposta a obrigação de
empreender a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário.
Sua vida era de suficiente valor para resgatar o homem de sua condição decaída.
Review and Herald, 17 de dezembro de
1872. MM, Ano: 1992, Exaltai-O, pág. 24.
De tanto melhor aliança Jesus foi
feito fiador. Hebreus 7:22.
Cristo é o Nosso Penhor, Fiador,
Substituto, e Mediador
Somente Jesus pode ser o Mediador pois possui Divindade e Humanidade
Somente Jesus poderia ser fiador
diante de Deus, pois
era igual a Deus. Somente Ele poderia
tornar-Se mediador entre Deus e o homem, pois possuía a divindade e a
humanidade. Jesus podia, assim, dar a garantia a ambas as partes de cumprir
as condições prescritas. Como o Filho de
Deus, representa o nosso penhor diante de Deus, e como o Verbo eterno, igual ao
Pai, assegura-nos que o amor do Pai se encontra à disposição daquele que crê em
Sua palavra empenhada. Review and
Herald, 3 de abril de 1894.
A
reconciliação do homem com Deus somente poderia ser empreendida por um mediador igual a Deus, possuidor
de atributos que O dignificassem e O declarassem digno de lidar com o Deus
Infinito em favor do homem, e que também representasse a Deus diante do mundo
caído. O substituto e penhor do homem
necessitava possuir a natureza do homem, uma conexão com a família humana,
a quem deveria representar; e, como
embaixador de Deus, teria de participar da natureza divina, possuindo conexão
com o Infinito, de modo a manifestar a Deus diante do mundo, sendo mediador
entre Deus e o homem. Review and Herald,
22 de dezembro de 1891.
A plenitude de Sua humanidade e a perfeição de Sua divindade formam
para nós um sólido fundamento sobre o qual podemos ser conduzidos à
reconciliação com Deus. Foi quando ainda éramos pecadores que Cristo morreu
por nós. Temos a redenção, o perdão dos pecados, através de Seu sangue. Suas
mãos perfuradas por cravos estendem-se do Céu à Terra. Com uma das mãos Ele
alcança os pecadores na Terra, e com a outra toca o trono do Infinito,
efetuando assim a nossa reconciliação. Cristo
se encontra hoje como nosso Advogado diante do Pai. Ele é o Mediador entre
Deus e o homem. Carregando as marcas da
crucifixão, Ele pleiteia a causa de nossas almas. 7BC 487.
E, sem
dúvida alguma, grande é o mistério da
piedade: Deus se manifestou em carne,
foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo,
recebido acima na glória. I Timóteo
3:16.
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sábado, 2 de novembro de 2013
EXISTE ESPERANÇA APÓS A MORTE?
Em sua
primeira epístola aos crentes de Tessalônica, Paulo procurou instruí-los sobre
o verdadeiro estado dos mortos. Falou dos que morrem como estando dormindo - em
estado de inconsciência: "Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes
acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que
não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim
também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com Ele. … (na
ressurreição)
Ao
ser a epístola de Paulo aberta e lida, grande alegria e consolação foi levada à
igreja pelas palavras que revelavam o verdadeiro estado dos mortos. Paulo
mostrava que os que estivessem vivos quando Cristo voltasse não iriam ao
encontro do seu Senhor precedendo aos que tinham sido postos a dormir em Jesus.
AA 257-258.
FELIZES OS QUE MORREM NO SENHOR
João
exclama: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os
mandamentos de Deus e a fé de Jesus. E ouvi uma voz do Céu, que me dizia:
Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o
Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam.”
Apocalipse 14:12 e 13.
Quão
apropriadas são as palavras de João no caso destes queridos que dormem em
Jesus! O Senhor os amava, e as palavras por eles proferidas quando em vida, os
trabalhos de amor que hão de ser lembrados, serão repetidos por outros. Sua
fervorosa sinceridade na causa de Deus, deixa um exemplo a ser seguido por
outros, pois o Espírito Santo neles operou tanto o querer como o efetuar,
segundo a Sua boa vontade. II ME 269.
O VERDADEIRO ESTADO DOS MORTOS
Aos
hebreus era expressamente proibido empenhar-se, sob qualquer forma, em pretensa
comunicação com os mortos. Deus fechou eficazmente esta porta quando disse:
“mas os mortos não sabem coisa nenhuma... o seu amor, o seu ódio e a sua inveja
já pereceram; já não têm parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol...
tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; pois na
sepultura, para onde vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem
sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:5-6 e 10 (João Ferreira de Almeida - Edição
Contemporânea). “Sai-lhes o espírito, e eles tornam-se para terra; naquele
mesmo dia perecem os seus pensamentos.” Salmos 146:4. PP 685.
FEITIÇARIA ANTIGA E MODERNA
Quase
todas as formas da antiga feitiçaria e encantamentos baseavam-se na crença da
comunicação com os mortos. Aqueles que praticavam as artes da necromancia
pretendiam ter relações com os espíritos dos mortos, e obter por meio deles
conhecimento de acontecimentos futuros. A este costume de consultar os mortos
se faz referência na profecia de Isaías: “Quando vos disserem: Consultai os
médiuns e os feiticeiros, que chilreiam
e murmuram; - respondei: não recorrerá um povo ao seu Deus? acaso a favor dos
vivos interrogar-se-ão os mortos?” Isaías. 8:19.
A
crença na comunicação com os mortos é ainda mantida, mesmo nos países professos
cristãos. Sob o nome de Espiritismo, a prática de comunicar-se com os seres que
pretendem ser os espíritos dos mortos, tem-se espalhado largamente. É ela
calculada a ganhar as simpatias daqueles que depuseram seus queridos na sepultura.
Seres espirituais algumas vezes aparecem a pessoas sob a forma de seus amigos
falecidos, e relatam incidentes ligados com sua vida, e efetuam atos que
realizavam quando vivos. Deste modo levam os homens a crerem que seus amigos
mortos são anjos que pairam sobre eles, e com eles se comunicam. PP 684.
O
relato escriturístico da visita de Saul à mulher de En-Dor, tem sido uma fonte
de perplexidade a muitos estudiosos da Bíblia. Há alguns que assumem a posição
de que Samuel estava efetivamente presente na entrevista com Saul; mas a
própria Bíblia oferece base suficiente para uma conclusão contrária. Se, como
alguns pretendem, Samuel estava no Céu, ele deveria ter sido chamado dali, ou
pelo poder de Deus, ou pelo de Satanás. Ninguém poderá crer por um momento
sequer que Satanás tivesse poder para chamar do Céu o santo profeta de Deus
para honrar os enganos de uma mulher perdida. Tampouco podemos concluir que
Deus o chamasse à caverna da feiticeira; pois o Senhor já Se havia recusado a
comunicar-Se com Saul, por meio de sonhos, por Urim, ou por profetas. I Samuel
28:6. Tais eram os meios indicados por Deus para a comunicação, e Ele os não
preteriria para transmitir a mensagem pela operação de Satanás.
A ORIGEM DESTA MENSAGEM
A
própria mensagem traz prova suficiente de sua origem. Seu objetivo não foi
levar Saul ao arrependimento, mas impeli-lo à ruína; e isto não é a obra de
Deus, mas a de Satanás. Ademais, o ato de Saul ao consultar uma pitonisa é
citado nas Escrituras como um motivo por que ele foi rejeitado por Deus e
abandonado à destruição: “Morreu Saul por causa da sua transgressão com que
transgrediu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia
guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou
ao Senhor, pelo que o matou, e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé.” I
Crônicas 10:13 e 14. Aqui declara-se distintamente que Saul consultou o
espírito de adivinhação, e não ao Senhor. Ele não se comunicou com Samuel, o
profeta de Deus; mas, mediante a feiticeira, entreteve comunicação com Satanás.
Este não podia apresentar o verdadeiro Samuel, mas apresentou um falsificado,
que serviu ao seu objetivo de enganar. PP
683.
Muitos há contudo, que
consideram o espiritismo como um simples engano. As manifestações pelas quais
ele apóia suas pretensões a um caráter sobrenatural, são atribuídas à fraude
por parte do médium. Mas, conquanto seja verdade que os resultados da
velhacaria tenham sido muitas vezes apresentados como manifestações genuínas,
tem havido também provas notáveis de poder sobrenatural. E muitos que rejeitam
o espiritismo como resultado da esperteza ou astúcia humana, quando defrontados
com manifestações que não possam explicar sob este ponto de vista, serão
levados a reconhecer suas pretensões.
O
espiritismo moderno, e as formas da antiga feitiçaria e adoração de ídolos -
tendo todos a comunicação com os mortos como seu princípio vital - fundam-se
naquela primeira mentira pela qual Satanás seduziu Eva no Éden: “Certamente não
morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes... sereis como
Deus.” Gên. 3:4 e 5. Baseados na falsidade e perpetuando esta, são
semelhantemente oriundos do pai da mentira. PP 685.
COMO É DECIDIDO NOSSO DESTINO
Na
parábola do rico e Lázaro, Cristo mostra que nesta vida os homens decidem seu
destino eterno. Durante o tempo da graça de Deus, esta é oferecida a toda a
humanidade. Mas, se os homens desperdiçam as oportunidades na satisfação
própria, afastam-se da vida eterna. Não lhes será concedida nova oportunidade.
Por sua própria escolha cavaram entre eles e Deus um abismo intransponível...
“E
morreu também o rico e foi sepultado. E, no Hades, ergueu os olhos, estando em
tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio. E, clamando, disse:
Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a
ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta
chama.” Lucas 16:22-24.
Nesta
parábola Cristo Se acercava do povo no próprio terreno deles. A doutrina de um
estado consciente de existência entre a morte e a ressurreição era mantida por
muitos dos que ouviam as palavras de Cristo. O Salvador lhes conhecia as idéias
e compôs Sua parábola de modo a inculcar verdades importantes em lugar dessas opiniões
preconcebidas. Apresentou aos ouvintes um espelho em que se pudessem ver em sua
verdadeira relação para com Deus. Usou a opinião predominante para exprimir a
idéia de que desejava todos ficassem imbuídos, isto é, que nenhum homem é
apreciado por suas posses; porque tudo que lhe pertence é unicamente emprestado
por Deus. O mau emprego destas dádivas colocá-lo-á abaixo dos mais pobres e
afligidos que amam a Deus, e nEle confiam.
A IMPOSSIBILIDADE DE SALVAR-SE DEPOIS
Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade do homem assegurar a salvação da alma depois da morte. Abraão é apresentado como a responder: “Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá.” Lucas 16:25 e 26. Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar se para a eternidade...
O rico passara a vida em complacência própria, e demasiado tarde viu que não fizera provisão para a eternidade. Reconheceu sua loucura, e pensou nos irmãos que como ele procederiam, vivendo para se comprazerem. Suplicou, então: “Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes [Lázaro] à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham para este lugar de tormento.” Mas “disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:27-31. Quando o rico solicitava evidência adicional para seus irmãos foi-lhe dito claramente que mesmo que esta evidência fosse dada, não seriam persuadidos. Seu pedido lançava uma injúria a Deus. Era como se o rico dissesse: Se me tivesses advertido mais cabalmente, eu não estaria aqui agora. Por sua resposta, Abraão é apresentado como a dizer: Teus irmãos têm sido suficientemente advertidos. Foi-lhes dada luz, porém não quiseram ver; foi-lhes apresentada a verdade, porém não quiseram ouvir. “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:31. Essas palavras demonstraram-se verdadeiras na história da nação judaica. O último e mais importante milagre de Cristo foi a ressurreição de Lázaro de Betânia, após estar morto quatro dias. Aos judeus foi concedida esta maravilhosa demonstração da divindade do Salvador, mas rejeitaram-na. Lázaro ressurgiu dentre os mortos e apresentou-lhes seu testemunho, porém eles empederniram o coração contra toda evidência, e até tentavam tirar-lhe a vida. João 12:9-11.
Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade do homem assegurar a salvação da alma depois da morte. Abraão é apresentado como a responder: “Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá.” Lucas 16:25 e 26. Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar se para a eternidade...
O rico passara a vida em complacência própria, e demasiado tarde viu que não fizera provisão para a eternidade. Reconheceu sua loucura, e pensou nos irmãos que como ele procederiam, vivendo para se comprazerem. Suplicou, então: “Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes [Lázaro] à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham para este lugar de tormento.” Mas “disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:27-31. Quando o rico solicitava evidência adicional para seus irmãos foi-lhe dito claramente que mesmo que esta evidência fosse dada, não seriam persuadidos. Seu pedido lançava uma injúria a Deus. Era como se o rico dissesse: Se me tivesses advertido mais cabalmente, eu não estaria aqui agora. Por sua resposta, Abraão é apresentado como a dizer: Teus irmãos têm sido suficientemente advertidos. Foi-lhes dada luz, porém não quiseram ver; foi-lhes apresentada a verdade, porém não quiseram ouvir. “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.” Lucas 16:31. Essas palavras demonstraram-se verdadeiras na história da nação judaica. O último e mais importante milagre de Cristo foi a ressurreição de Lázaro de Betânia, após estar morto quatro dias. Aos judeus foi concedida esta maravilhosa demonstração da divindade do Salvador, mas rejeitaram-na. Lázaro ressurgiu dentre os mortos e apresentou-lhes seu testemunho, porém eles empederniram o coração contra toda evidência, e até tentavam tirar-lhe a vida. João 12:9-11.
A
lei e os profetas são os meios designados por Deus para a salvação dos homens.
Cristo disse: Atentem para estas evidências. Se não ouvem a voz de Deus em Sua
Palavra, o testemunho de alguém que se levantasse dentre os mortos não seria
atendido.
A conversação entre Abraão e o homem outrora rico é figurativa. A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios. Deus outorga a todos luz e graça suficientes para executar a obra que lhes deu para fazer. PJ 360-365.
A conversação entre Abraão e o homem outrora rico é figurativa. A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios. Deus outorga a todos luz e graça suficientes para executar a obra que lhes deu para fazer. PJ 360-365.
Caro leitor, não se preocupe com
os que dormem, pois já selaram seu destino. Escolha hoje a quem você quer
servir. Nosso desejo é que seja o Senhor Deus Jeová. Amém.
Editado
pela Associação Geral do: Movimento
Adventista dos Naturistas do Sétimo Dia.
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Crendo de Verdade no Cristo Ressurreto!
Certa ocasião, G. K. Chesterton foi abordado
por um repórter de jornal em uma esquina próxima do Big Ben:
- Senhor – perguntou o repórter – sei que
recentemente se tornou cristão. Posso fazer uma pergunta?
- Certamente – respondeu Chesterton, sem
hesitar
- Se o Cristo Ressurreto aparecesse de
repente, e nesse momento estivesse em pé atrás do senhor, o que faria?
- Ele está – disse Chesterton, olhando nos
olhos do repórter
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A Perfeição da Cronologia Profética

É fascinante
perceber que a perfeição do cálculo profético desfaz todas as dúvidas
relacionadas à compreensão adventista sobre as 2.300 tardes e manhãs (de Daniel
8:14) e o 22 de outubro de 1844. Por exemplo: há relação entre Daniel 8 e
Daniel 9? As 70 semanas fazem parte das 2.300 tardes e manhãs? Uns dirão “sim”;
outros, “não”. No Apêndice ao Estudo 2 da Série de Estudos “A Plenitude dos
Tempos” (www.concertoeterno.com), há uma matéria sobre isso (resposta à
pergunta 2). Mas, o que estabelece definitivamente
a inter-relação entre os dois períodos não são os detalhes do
texto ou a análise das palavras mareh e
chazon – embora
tudo isso seja extremamente importante –, mas, sim, a harmoniosa engrenagem do
cálculo.
Do esquema
matemático apresentado nos estudos 6, 8 e 9, devem chamar a atenção as
seguintes constatações:
1) 2.300 anos solares envolvem uma composição de 121 ciclos
metônicos e 12 lunações que se complementam. Essa composição possibilita que os
2.300 anos comecem e terminem num dia 10 do sétimo mês, o Dia da Expiação. Num
calendário lunissolar, não é todo período que admite essa composição [por
exemplo: se o período fosse de 2.299 anos solares e fixássemos seu início no
Dia da Expiação, não seria possível terminá-lo num Dia da Expiação].
2) Contando-se as 69,5 semanas proféticas a partir de um Dia da
Expiação, o meio da septuagésima semana cairá justamente no dia da celebração
da Páscoa, o que também é uma relação bastante singular.
3) Tomando por base dados históricos e astronômicos disponíveis,
fixa-se o dia, o mês e o ano da morte de Jesus (26/27 de abril de 31).
Retrocedendo 486,5 anos, chega-se ao Dia da Expiação no ano em que Esdras
retornou de Babilônia (28/29 de outubro de 457 a.C.), eliminando a dúvida entre
458 a.C. e 457 a.C. Avançando 2.300 anos, chega-se ao Dia da Expiação em 1.844
(22/23 de outubro).
4) Fixando o começo do período na hora do sacrifício da tarde, o
meio da septuagésima semana cairá naquela noite de quinta-feira, quando Jesus
disse “Pai, é chegada a HORA” (João 17:1), e o fim das 2.300 tardes e manhãs
cairá na hora do sacrifício da tarde em Jerusalém. Levando em consideração a
diferença de fusos horários, isso provavelmente corresponde ao horário em que
Hiram Edson teve sua visão do milharal. Tudo em perfeita sincronia!
5) Por mais “avançada” que fosse a Astronomia na época de Daniel,
não havia informações e métodos que permitissem ao homem construir a complexa
arquitetura desse modelo. A própria compreensão do modelo pelo ser humano
somente se tornou possível, na extensão e profundidade apresentadas no site
“Concerto Eterno”, utilizando recursos desenvolvidos recentemente pela Ciência
Moderna. Louvado seja Deus!
Portanto, o sistema cronológico desfaz as dúvidas remanescentes e
confirma de uma
vez por todas a mensagem adventista. O esquema matemático
também confirma a inter-relação de Daniel 8 e 9. Se não admitirmos isso,
estaremos diante das maiores
coincidências da História!
Henderson Hermes Leite Velten ( www.concertoeterno.com )
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quinta-feira, 3 de março de 2011
O Cordeiro de Deus
Não é por meio de debates e discussões que a alma é iluminada. Devemos olhar e viver. Nicodemos recebeu a lição, e levou-a consigo. Examinou as Escrituras de maneira nova, não para a discussão de uma teoria, mas a fim de receber vida para a alma. Começou a ver o reino de Deus, ao submeter-se à direção do Espírito Santo.
Milhares existem, hoje em dia, que necessitam da mesma verdade ensinada a Nicodemos mediante a serpente levantada. Confiam em sua obediência à lei de Deus para se recomendarem a seu favor. Quando são solicitados a olhar a Jesus, e a crer que Ele os salva apenas pela Sua graça, exclamam: "Como pode ser isso?"
Como Nicodemos, devemos estar prontos a entrar na vida pela mesma maneira que o maior dos pecadores. Além de Cristo "nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos". Atos 4:12. Mediante a fé, recebemos a graça de Deus; mas a fé não é nosso Salvador. Ela não obtém nada. É a mão que se apega a Cristo e se apodera de Seus méritos, o remédio contra o pecado. E nem sequer nos podemos arrepender sem o auxílio do Espírito de Deus. Diz a Escritura de Cristo: "Deus com a Sua destra O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados." Atos 5:31. O arrependimento vem de Cristo, tão seguramente como vem o perdão.
Como, então, nos havemos de salvar? - "Como Moisés levantou a serpente no deserto", assim foi levantado o Filho do homem, e todo aquele que tem sido enganado e mordido pela serpente, pode olhar e viver. "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1:29. A luz que irradia da cruz revela o amor de Deus. Seu amor atrai-nos a Ele mesmo. Se não resistirmos a essa atração, seremos levados ao pé da cruz em arrependimento pelos pecados que crucificaram o Salvador. Então o Espírito de Deus, mediante a fé, produz uma nova vida na alma. Os pensamentos e desejos são postos em obediência à vontade de Cristo. O coração, o espírito, são novamente criados à imagem dAquele que opera em nós para sujeitar a Si mesmo todas as coisas. Então a lei de Deus é escrita na mente e no coração, e podemos dizer com Cristo: "Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu". Sal. 40:8. Desejado de Todas as Nações págs. 175-176.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O dia da morte de Jesus
Gostaria que fosse analisada a questão do dia da morte de Cristo ser no dia 15 e não 14 de Nisã, e como explicar a não necessidade de Ele ter morrido no mesmo dia em que se sacrificava o cordeiro pascal (14, antes do crepúsculo). E também sobre o aparente equívoco de Ellen G. White ter dito que “no segundo dia da festa [dos pães asmos], as primícias da ceifa do ano eram apresentadas perante Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 539; ou O Desejado de Todas as Nações, p. 77). – M. Continue Lendo...
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