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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Onde Você Colocou o Sal?

Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

-'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.

-'Ruim' - disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.

Então o velho disse:

-'Beba um pouco dessa água'. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

-'Qual é o gosto?'

-'Bom!' disse o rapaz.

-'Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.

-'Não' disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

-'A dor, na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.

Em outras palavras:

É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.

Nota: O Mestre dos Mestres também nos ensina através de Sua Palavra que: "Tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência." (Tiago 1:2-3). e que "Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam." . Sendo assim, longe de ser sem propósito as provas da vida, elas servem para refinar nossa caráter, e qualificar para o Céu. Se formos atentar às nossas dificuldades, devemos fazê-lo com este intuito.
Também devemos deixar de desperdiçar tanta energia com nossos próprios problemas; pois é somente quando perdemos de vista o "eu",  é que começamos a enxergar a dificuldade alheia. Não devemos ter uma visão demasiadamente estreita, mas antes amar ao próximo como a si mesmo.
Assim sendo não devemos amar a nós mesmos mais do que ao próximo, e nem amar ao próximo mais do que a nós mesmos, ou seja, não é errado nos preocupar com nós mesmos, mas isso deve ser feito na quantidade certa: deixando de ser copo, para se tornar lago.
M. Borges

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Consciência

REGULANDO A CONSCIÊNCIA

Certo escritor americano nos relata algo de sua observação de grandes navios de carreira, numa pequena enseada do Rio Clyde, onde são construídos os maiores navios do mundo. O visitante se surpreende vendo em lugar tão pequeno grandes navios, cargueiros e veleiros de toda espécie, aparentemente perdendo tempo ali. Se indagar a respeito, porém, ficará sabendo que ali se encontram, com o fim de regularem as suas bússolas. 
Aquela enseada é estreitíssima – demasiadamente estreita para nela se movimentarem aqueles gigantes dos mares. É circundada, contudo, por altas colinas que protegem as águas contra os ventos. Por isso ali as águas são muito tranqüilas, sendo o local ideal para a regulagem da bússola. Em meio de ondas encapeladas, sendo o navio agitado pelos ventos em mar aberto ou mesmo em portos, onde não há perfeita quietude, seria impossível à bússola ser ajustada, por isso os navios são levados para aquele local para essa delicada operação.
Assim ocorre em nossa vida, Não podemos ter a nossa consciência devidamente regulada quando estamos em lugar inadequado, agitados pelos ventos das idéias e opiniões. Somente quando estamos no lugar calmo, nas águas sossegadas, em comunhão com Deus em oração e estudo, é que a nossa consciência pode ser regulada, ajustada e habilitada a empreender a viagem da vida mesmo em meio das tempestades que nos assolam.

O  DESPERTAR  DA  CONSCIÊNCIA
 O Rei Ricardo I, da Inglaterra, em sua viagem para a Terra Santa, foi aprisionado e lançado numa masmorra desconhecida. Tinha um trovador muito amigo, chamado Blondek, que ficou sabendo que seu rei fora levado cativo para uma prisão de um castelo entre as florestas das montanhas. Dirigiu-se para lá, empregando-se para cantar. Percorreu de um a um os castelos existentes, cantando sempre algumas árias muito conhecidas do rei diante das grades dos calabouços, até que, de uma feita, a melodia cá de fora foi ouvida pelo rei lá dentro. Desta descoberta resultou a libertação do Rei Ricardo I e sua restauração ao trono.
Assim a consciência que tenha sido aprisionada pelo pecado poderá ser acordada pela música divina da Mensagem e libertada pela iluminação da Palavra de Deus.

 Adaptado de 6.000 Sermon Illustrations.
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