sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Testemunho que Bates nos Deixa à Favor da Temperança

José Bates, ex-capitão de navio, homem singular em vários aspectos, que antes de conhecer o sábado lutou pela temperança, foi um pioneiro dos adventistas crentes no sábado do sétimo-dia, e, além disso, seu papel como um dos fundadores da Igreja foi decisivo principalmente influenciando doutrinariamente a Igreja; ele apresentou o sábado com grande vigor convencendo a muitos, aprofundou o entendimento da mensagem do terceiro anjo em ligação com o tema do grande conflito entre Cristo e Satanás, e que no centro desta luta estava a identificação e obediência do verdadeiro sábado (sétimo dia), desenvolvendo, por conseguinte, o tema do selamento do povo de Deus. 

No ano de 1821 José Bates começou a ter a consciência despertada para a temperança; ele havia se tornado comandante de navio há pouco tempo, quando começou a rejeitar o tomar bebidas alcoólicas, hábito tão comum aos homens do mar, inclusive o beber as mais fortes. Ele começou sua reforma impondo o limite de um copo por dia, e isso ele fazia ao meio-dia, mas ao decorrer o tempo ele começou a sentir necessidade tamanha, que preferia tomar um copo de bebida a se alimentar. Foi assim que em vez de retroceder, decidiu por fim nunca mais beber outro copo. Apenas bebia vinho em companhia de outros por isso ser elegante, entretanto não demorou muito para até mesmo o uso do vinho fosse retirado de sua dieta.

Também ficou convencido do erro de fumar, e resolveu então não usar fumo de nenhum modo. Ele teve duras batalhas que enfrentar, principalmente devido aos diversos hábitos errôneos desta vida de marinheiro, a linguagem torpe, a blasfêmia, foram defeitos de caráter que ele se esforçou para se libertar. 

Já antes do ano de 1838 se convenceu dos efeitos nocivos do chá e café, levando a tanto ele como a esposa a suprimir tais itens da mesa. Abandonaria também a alimentação cárnea em 1843.

Em certa viagem Bates sofreu intenso sofrimento mental, talvez ele tenha sofrido algum tipo de depressão, de qualquer forma, Bates nessa ocasião entregou totalmente seu coração a Jesus, entendendo que por si só não poderia vencer as lutas contra as tendências corruptas.

Certo dia, em paz de espírito a bordo do navio ele deixou registrada uma súplica a Deus, ele escreveu: “Usa-me, Senhor, eu Te Imploro, como um instrumento de Teu serviço; Conta-me entre o Teu povo peculiar” (Em História do Adventismo, pág. 80). Ele não imaginava que esta oração seria atendida em anos futuros de forma surpreendente.

Naquela época a maioria dos pioneiros freqüentemente estavam enfermos; na verdade como John Andrews certa vez disse: “Imaginávamos que a dor de cabeça, dispepsia [indigestão], náusea, febre, etc. eram em sua maior parte, coisas totalmente fora de nosso controle” (Em História do Adventismo, pág. 216); o conhecimento deles quanto a necessidade de melhor alimentação e estilo de vida era mínimo se não inexistente.     

Por isso que provavelmente o único dos pioneiros que realmente tinha uma vida saudável era o velho capitão. Ele deixara de comer alimentos cárneos, manteiga, gordura, queijo, e bolos substanciosos muito açucarados.

Dele é dito que ficou doente apenas poucos dias na vida toda, além da sua breve enfermidade final.

Apesar de que soubesse muito bem o motivo de ter saúde, Bates preferiu testemunhar pelo exemplo quase sempre. Pouco ele disse a respeito de seu regime alimentar em público até que a luz finalmente raiou àquele movimento em 1863: quando Ellen White recebeu uma visão sobre reforma de saúde. Após isso, passou ele a falar mais livremente sobre o assunto.

No ano anterior a sua morte ainda desfrutava uma condição de saúde invejável; inclusive, neste ano ele assistiu um congresso relativo ao tema da reforma de saúde em Battle Creek.

Enquanto discutia-se o assunto, derrepente alguém se lembrou e exclamou: “Onde está o Pastor Bates? Ele é a pessoa que precisamos ouvir a respeito deste assunto”.

O idoso capitão estava sentado no fundo da igreja. Chamaram-no para o púlpito o estimado irmão com 79 anos de idade, mas ainda perfeitamente ereto e caminhando rapidamente até a plataforma.               

Ele relembrou suas experiências do passado e o resultado do abandono de um hábito nocivo após outro, até que estivesse livre de qualquer hábito que soubesse que era prejudicial. Testemunhou também estar totalmente livre de dores e mal-estar.

J. O. Corliss, presente nesta reunião, deu o seguinte testemunho acerca de Bates: “[Ele] ficou em pé como uma estátua de mármore e se movimentava com a leveza de um garoto. O auditório ficou tão eletrizado diante da eloqüência do idoso senhor que por um momento só se ouviam sonoros ‘améns’” (Em Retratos dos Pioneiros, pág. 57).    

Se nota em suma que apesar de que ele tivesse muito a falar sobre seus padrões de estilo de vida, falou muito pouco. Mas fez algo melhor: deu-nos um exemplo de viver saudável na prática, não meramente teórico; a simples presença dele era uma constante advertência a favor da temperança.

Dois anos após a morte de sua amada Prudence Nye, José Bates foi chamado ao descanso em 19 de março de 1872, aos 80 anos de idade. Foi sepultado ao lado da esposa em Monterey, Michigan.

Finalizando, uma mensagem final de uma resolução de pesar feita em uma reunião da Associação de Michigan, em homenagem a José Bates: “Embora lamentamos profundamente a nossa perda, relembraremos os seus conselhos, imitaremos suas virtudes e nos esforçaremos por encontrá-lo no reino de Deus” (Em Retratos dos Pioneiros, pág. 57).
[M. Borges]

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Deveres da Congregação no Dia da Expiação

Vivemos no grande dia da expiação, e agora é tempo de que cada um se arrependa. Testemunho para Ministros, pág. 224.

O grande plano de redenção, conforme revelado na obra final para estes últimos dias, deve ser cuidadosamente estudado. As cenas relacionadas com o santuário celestial devem de tal modo impressionar o espírito e o coração de todos, que estes sejam capazes de impressionar também a outros. Todos precisam compreender melhor a obra da expiação que está sendo efetuada no santuário do Céu. Quando essa importante verdade for reconhecida e compreendida, os que a abraçaram trabalharão de acordo com Cristo, a fim de preparar um povo que esteja em pé no grande dia de Deus e seus esforços serão bem-sucedidos. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 218-220.

Havia dois compartimentos no santuário, ou tabernáculo; No primeiro o serviço era realizado diariamente durante o ano, simbolizando assim a obra de convidar as pessoas e ajuntá-las no banquete das bodas. Em um dia, no final do ano, o serviço era realizado no segundo compartimento, simbolizando a obra de escolha, entre os muitos que aceitam o convite, daqueles que são dignos da vida eterna, como ilustrado na parábola das bodas, a qual o rei entra para examinar os convidados.
Os que não aceitaram o convite, portanto, não serão julgados nessa ocasião.

Deus esperava que Seu antigo povo O servisse fielmente cada dia do ano, e aceitava seus serviços. Mas vindo o dia da expiação, requisitos especiais eram impostos sobre eles durante aquele dia:

Deveres da congregação no dia da expiação no tipo, na figura (Heb. 8:5):

1) Neste dia tereis santa convocação
2) Afligireis a vossa alma
3) Trazeis oferta queimada ao Senhor
4) Nesse dia nenhuma obra fareis (Levíticos 23:27 e 28)

Vivemos agora durante o dia antítipo da expiação ou o juízo investigativo, de forma que, temos deveres especiais como congregação e pessoa nesse dia.

1)         Aquele dia devia ser uma santa convocação. O povo devia congregar-se para o culto religioso. Paulo exorta àqueles que são tentados a abandonar os serviços religiosos quando estamos quase no limiar da obra no santuário celestial ser concluída:
“Tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência... e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. Hebreus 10:21-25. Aquele que não tem prazer de se encontrar com os da mesma fé, para adorar a Deus, tem uma “má consciência”, e perdeu sua fé para com a breve volta do Nosso Senhor Jesus Cristo.
Além do mais, uma benção cai sobre os que se reúnem para adorar a Deus; Cristo prometeu que mesmo onde estivessem dois ou três reunidos ali Ele estaria.
Este requisito é um termômetro espiritual, por meio do qual cada cristão pode testar sua condição espiritual.
           
2)         “Afligir” a alma é o mesmo que examinar o coração e remover cada pecado de lá – passando muito tempo em oração. Com isso estava ligado o segundo requisito: abstinência de alimento.
Precisamos meditar continuamente na obra de nosso Sumo Sacerdote no santuário celestial. Caso contrário, por termos a mente repleta de pensamentos terrenos, como as virgens loucas, verificaremos tarde que o noivo veio, a porta está fechada, que a obra terminou e não temos parte alguma nela.
            No serviço simbólico, a congregação no átrio prestava atenção aos sonidos das campainhas de ouro da vestimenta do sumo sacerdote, e dessa maneira o acompanhava em seu trabalho. Igualmente agora, nosso Sumo Sacerdote nos tem dado sinais nos céus, na terra e entre as nações para determinar o progresso de Sua obra.
            O verdadeiro dia da expiação abrange um período de anos. No símbolo, exigia-se um jejum de 24 horas. Agora durante o dia antítipo requer-se um completo controle do apetite. Deus designou que seu povo mantenha subjugado o apetite (I Coríntios 9:27). satanás está sempre a sugerir rédeas livres ao apetite, para controlar essas pessoas.
            Apesar de muitos fiéis fazem o possível para deter a maré da intemperança, satanás opera com tal poder que a embriaguez e o crime aumentam em ritmo alarmante na Terra.
Em 1844, quando o juízo investigativo teve início no Céu, apenas poucos homens eram escravos do tabaco. Mas agora contam-se não em milhares, mas em milhões; não só de homens, mais também de mulheres e jovens que são destruídos pelo vício.
            Deus nos convida a ter mente limpa e discernimento claro para entender tanto verdades terrenas quanto celestiais. Porém poucos estão desejosos de renunciar as coisas que seu apetite anseia.

O profeta Isaías, olhando através dos séculos, descreve o estado das coisas: “O Senhor Deus dos exércitos vos convidou naquele dia para chorar e prantear, para rapar a cabeça e cingir o cilício; mas eis aqui gozo e alegria; matam-se bois, degolam-se ovelhas, come-se carne, bebe-se vinho, e se diz: Comamos e bebamos, porque amanhã morreremos Mas o Senhor dos exércitos revelou-se aos meus ouvidos, dizendo: Certamente esta maldade não se vos perdoará até que morrais, diz o Senhor Deus dos exércitos.” (Isaías 22:12-14).

Estaremos entre os que choram e pranteiam, nesse tempo solene o qual deve haver devido exame da vida e do coração? Ou estaremos com a alegria falsa e momentânea do vinho e a maldade da matança dos animais? Por que “Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem” (Isaías 66:3). O sábio Salomão dá conselhos sobre esse assunto: “Não estejas entre os beberrões de vinho e nem entre os comilões de carne” (Provérbios 23:20). E “Melhor é um prato de hortaliça, onde há amor, do que o boi gordo, e com ele o ódio” (Provérbios 15:17).

            No dia de pentecostes os apóstolos se encheram do Espírito Santo como predito pelo profeta Joel. Mas Pedro diz que não aconteceria apenas com eles aquelas maravilhas, mas o derramamento do Espírito Santo teria lugar novamente no final da história da igreja quando chegasse “os tempos da restauração de todas as coisas” (Atos 3:21). Esse tempo é agora: o dia da expiação, e o nosso dever é cumprirmos o plano original de Deus; quanto ao alimento dado ao homem está expresso em Gênesis 1:29, o qual não inclui a morte de um animal para que sirva de alimento ao homem, porque “Todo o ser que respira louva ao Senhor” (Salmos 150:6). O regime vegetariano – este é o indicado por Deus, o qual seu povo desprezou inúmeras vezes. Acaso nós repetiremos a história?
           
3)        O terceiro requisito prescrito era trazer “oferta queimada ao Senhor”. As ofertas queimadas eram consumidas sobre o altar. Hoje, no antítipo, não oferecemos ofertas de carneiros ou ovelhas. Mas Deus espera que cumpramos o antítipo, ou seja, deseja que “espírito e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Tessalonicenses 5:23. Que toda a vida do cristão esteja sobre o altar, pronta para ser usada como convém ao Senhor.
Ninguém pode cumprir isso se não aceitar a Cristo diariamente como sua oferta pelo pecado, e saber o que significa ser aceito no amado. Há um texto muito conhecido que Paulo fala claramente sobre este ponto: “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”.

4)         O Dia da Expiação era reverenciado pela antiga congregação como um sábado cerimonial (Levíticos 23:31). Eis o quarto requisito: Todo trabalho era posto de lado, e a força do pensamento concentrada em buscar a Deus e servi-lo. A obra divina ocupava o pensamento o dia todo. Assim era o símbolo. Mas isso não significa que no dia antítipo da expiação ninguém deve atender aos seus negócios, pois Deus nunca intentou que Seu povo fosse remisso em suas atividades profissionais (Romanos 12:11). Ele prometeu abençoa-los nas coisas temporais se cumprissem o antítipo conferindo à sua obra e serviço o primeiro lugar, e aos seus interesses temporais o segundo (Mateus 6:31-33). Isso foi ensinado de modo sublime pelas palavras do Senhor: “E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia”. Lucas 21:34.
            Freqüentemente satanás persuade pessoas de bem fazendo-as crer que os cuidados cotidianos domésticos são tão importantes que não lhes sobra tempo algum para estudar a Palavra de Deus e orar. Finalmente, por falta de alimento espiritual e comunhão com Deus, tornam-se tão fracas espiritualmente que aceitam dúvidas e a incredulidade que o inimigo continuamente lhes apresenta. Quando chegar o momento em que julgarem ter tempo para estudar sua Bíblia, constatarão que agora perderam todo o gosto pela Palavra de Deus.

            O Senhor está provando a congregação de hoje, a do tempo da revelação das verdades ocultas pelos simbolismos. Devemos estar prontos. Quem cumprirá o antítipo, não deixando de congregar-se com o povo de Deus? Quem conservará sua mente clara através do controle do apetite, e o coração purificado pela oração e profundo exame introspectivo? Quem consagrará todo seu interesse sobre o altar do Senhor, a fim de ser um instrumento para sua glória, nunca permitindo que os “cuidados desta vida” debilitem a obra divina ou tragam negligência para o estudo das Sagradas Escrituras?
           Destes, nosso Sumo Sacerdote dirá que o “justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda”. Apocalipse 22:11.


TIPO

Levíticos 23:27 – “Tereis santa convocação” Todos deviam se reunir em adoração.



Levíticos 23:27 e 29 – Todos deviam afligir a alma, passando o dia em “oração, jejum e profundo exame de coração”.




Levíticos 23:27 – Trazia uma “oferta queimada ao Senhor” havia inteira consagração.




Levíticos 23:30 – Toda obra secular era posta de lado no Dia da Expiação.
ANTÍTIPO

Hebreus 10:25 – O Povo de Deus deve se reunir principalmente ao saber que o dia se aproxima



Lucas 21:34-36; Isaías 22:12-14 – A exortação é para haver clareza de espírito: “Acautelai-vos de vós mesmos” fala da abstinência a produtos prejudiciais, e da embriaguez.



I Tessalonicenses 5:23; Romanos 12:1 – “Espírito, alma e corpo” devem ser totalmente consagrados a Deus.



Lucas 21:34-36; Mateus 6:32-33 – Os cuidados da vida não nos devem sobrecarregar, neutralizando a obra de Deus no coração.

Se Alguém te Procurar...

Se Alguém te Procurar...

Com frio...
É porque você tem o cobertor.

Com alegria...
É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas...
É porque você tem o lenço.

Com versos...
É porque você tem a música.

Com dor...
É porque você tem o curativo.

Com palavras...
É porque você tem a audição.

Com fome...
É porque você tem o alimento.

Com beijos...
É porque você tem o mel.

Com dúvidas...
É porque você tem o caminho.

Com orquestras...
É porque você tem a festa.

Com desânimo...
É porque você tem o estímulo.

Com fantasias...
É porque você tem a realidade.

Com desespero...
É porque você tem a serenidade.

Com entusiasmo...
É porque você tem o brilho.

Com segredos...
É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto...
É porque você tem a calma.

Com confiança...
É porque você tem a segurança.

Com medo...
É porque você tem o amor.

Nota: Além do que já foi exposto da importância de reconhecermos que em vez de nos preocuparmos tanto em sermos ajudados, nós mesmos devíamos ajudar ao nosso próximo com o que temos, esta ilustração me recorda um texto bíblico muito conhecido em que Jesus diz o seguinte:

Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.

Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?

E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes” Mateus 25:34-40.
Oh que sublime plano da Redenção! Este no qual nos liga em amor não somente a Ele, mas também a nossos semelhantes, transformando o nosso coração egoísta. Lembrando que o resumo da Lei é: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31). M. Borges.
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