Apocalipse 12:17 – Satanás
perseguirá o povo de Deus na Terra - um remanescente
Origem dos Jesuítas e seus
objetivos
A ordem religiosa dos jesuítas foi fundada em
1534, por Inácio de Loyola (que tinha sido cavaleiro nas cruzadas), logo após a
Reforma Protestante. O objetivo da ordem era barrar o avanço do protestantismo,
no contexto da Contrarreforma Católica, e de não só ter fidelidade
incondicional ao Papa, mas também defender seus interesses a todo custo.
O papel histórico desempenhado
pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o
protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único
e exclusivo objetivo final devolver ao Vaticano a supremacia política mundial
(poder temporal).
Palavras do Fundador da Ordem
“Quanto a uma declaração
relativa à origem, princípios e intuitos da "Sociedade de Jesus",
conforme os esboçam os membros desta ordem, ver a obra intitulada: Concerning
Jesuits, editada pelo Rev. John Gerald, S. J., e publicada em Londres em 1902
pela Sociedade de Verdade Católica. Nesta obra se diz que "a mola-mestra
de toda a organização da Sociedade é um espírito de inteira obediência":
"'Que cada um se
persuada', escreve Santo Inácio, 'de que os que vivem sob obediência devem
consentir que sejam movidos e dirigidos pela Providência divina, mediante seus
superiores, precisamente como se fossem cadáveres, que consentem em ser levados
para qualquer parte e ser tratados de qualquer maneira, ou como o bordão de um
velho, que serve àquele que o segura em sua mão de qualquer maneira que o
deseja.'
"Esta
absoluta submissão é enobrecida por seu motivo, e deveria ser, continua o ...
fundador, 'pronta, gozosa e perseverante'; ... o religioso obediente cumpre
alegremente aquilo que seus superiores lhe confiaram para o bem geral, certo de
que desta maneira corresponde verdadeiramente com a vontade de Deus."” Nota de rodapé do GC, pág. 234.
A Voz da Pena Inspirada:
Roma convoca novas forças - Jesuítas
Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou
novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem
dos jesuítas - o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores
do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às
exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a
consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e
nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio. [...] Não havia para eles
crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar,
disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade
perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se
dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.
GC 234.
Como apareciam os Jesuítas diante da sociedade, Revivia o
Papado aonde fossem
Quando
apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e
hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao
mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse
irrepreensível exterior, ocultavam-se freqüentemente os mais criminosos e
mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam
os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não
somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da
igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo,
subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se
servos para agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os
filhos dos príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais
protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais.
Toda a pompa e ostentação exterior do culto romano eram
levadas a efeito a fim de confundir a mente e deslumbrar e cativar a
imaginação; e assim, a liberdade pela qual os pais tinham labutado e derramado
seu sangue, era traída pelos filhos. Os jesuítas rapidamente se espalharam pela
Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado. GC 235.
Usar os protestantes em benefício do papa
O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu “No
momento em que Inácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha
danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão de que
a única possibilidade de sobrevivência para a sua ‘igreja’ seria através do
reforço dos cânones e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição
católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas,
conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os
setores da sociedade. ‘O protestantismo deve ser conquistado e usado para o
benefício dos papas’, era a proposta pessoal de Inácio de Loyola ao papa Paulo
III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos
os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho,
hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão
praticamente concluída.” Introdução do livro:
A
História Secreta dos Jesuítas de Edmond
Paris.
Roma sabe que os protestantes prestam homenagem a eles
através do Domingo
A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são surpreendentes.
Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as igrejas protestantes
lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso sábado, e se preparam para
impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou em tempos passados. Os que
rejeitam a luz da verdade procurarão ainda o auxílio deste poder que a si mesmo
se intitula infalível, a fim de exaltarem uma instituição que com ele se
originou. Quão prontamente virá esse poder em auxílio dos protestantes nesta
obra, não é difícil imaginar. Quem compreende melhor do que os dirigentes
papais como tratar com os que são desobedientes à igreja? GC 580.
E,
convém lembrar, Roma jacta-se de que nunca muda. [...] E tivesse ela
tão-somente o poder, pô-los-ia em prática com tanto vigor agora como nos
séculos passados. GC 581.
Declarações Surpreendentes
“O
diálogo ecumênico que, além da abertura aos interlocutores, deve também
salvaguardar a identidade da fé católica. Só de tal forma se poderá chegar à
unidade de todos os cristãos «em um só pastor» (Jo 10, 16) e sanar assim essa
ferida que ainda impede à Igreja Católica a realização plena de sua
universalidade na história.” Dom Amato,
secretário da Congregação Vaticana para a Doutrina da Fé.
"A violência é o instrumento preferido do anticristo, não é
útil ao humanismo, mas à desumanidade", Papa Bento 16 em seu livro Jesus de Nazaré.
Daniel 8:23 – Hidhah – Intriga, artifício (Não somente
advinhação, enigma, charada, provérbio, máxima).
O Povo de Israel teria entrado em
Canaã, com muito mais facilidade, se tivessem entrado na época em que deviam.
Mas, por ter havido 40 anos de atraso, seus inimigos tiveram oportunidade de se
fortalecerem e lançarem tropeços mais eficazes.
O que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz, terá que fazer em
terrível crise
O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade
terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras e
difíceis. As advertências que a conformidade com o mundo tem silenciado ou
retido, precisam ser dadas sob a mais feroz oposição dos inimigos da fé. [...]
Os
membros da igreja serão individualmente provados. Serão colocados em
circunstâncias em que se verão forçados a dar testemunho da verdade. Muitos
serão chamados a falar diante de concílios e em tribunais de justiça, talvez
separadamente e sozinhos. A experiência que os haveria ajudado nessa
emergência, negligenciaram obter, e sua alma se acha opressa de remorsos pelas oportunidades
desperdiçadas e os privilégios que negligenciaram. II TSM 164.
Apelo para que cada um faça sua parte na obra de Deus
Meu irmão, minha irmã, ponderai estas coisas, eu vos peço. Tendes, cada um
de vós, uma obra a fazer. [...] Faltam-vos a experiência e eficiência que
poderíeis ter. Antes, porém, que seja para sempre demasiado tarde, insisto
convosco para que desperteis. Não vos demoreis mais. [...] Reuni todas as
energias da alma, empregai as poucas horas restantes em diligente labor para Deus
e vossos semelhantes. [...]
Vosso
dever não pode ser passado a outro. Ninguém senão vós mesmos pode realizar
vossa obra. Caso retenhais a luz que tendes, alguém deve ser deixado em trevas
por causa de vossa negligência. II TSM 165.
O trabalho deve esperar pela ordenação de pastores? Não deixe que o trabalho que precisa ser feito espere pela ordenação de
pastores. Se não há pastores para fazerem o trabalho, que homens e mulheres
inteligentes, sem pensar como poderão acumular o maior número de bens,
estabeleçam a si mesmos nessas cidades e vilas e levantem a bandeira da cruz,
usando o conhecimento que adquiriram em ganhar pessoas para a verdade. Signs of the Times, 23 de janeiro de 1893. MM (Ano:2009), Jesus Meu Modelo, 88.
Palavra dirigida pela Inspiração a cada membro: Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o
conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa. I Coríntios 15:34.
Por que não
temos padecido perseguição?
O que deve acontecer para as fogueiras da
perseguição se reacenderem?
Há outra questão mais importante que deveria
ocupar a atenção das igrejas de hoje. O apóstolo Paulo declara que "todos
os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". II
Tim. 3:12. Por que é, pois, que a perseguição, em grande parte, parece
adormentada? A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo, e
portanto não suscita oposição. A religião que em nosso tempo prevalece não é do
caráter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e Seus
apóstolos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por
serem as grandes verdades da Palavra de Deus tão indiferentemente consideradas,
por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo, é
aparentemente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé e poder da
igreja primitiva, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as
fogueiras da perseguição. GC 48.
Mateus 13:20-21 – O semeado
na pedra, não tem raiz, vinda a perseguição se escandaliza
Serão chamados inimigos da igreja
e da religião
Calúnia e opróbrio serão a
recompensa daqueles que estão ao lado da verdade tal como é em Jesus. [...] Os
que dão claro testemunho contra o pecado serão com certeza tão aborrecidos como
o foi o Mestre que lhes deu esta obra a fazer em Seu nome. Como Cristo, serão
chamados inimigos da igreja e da religião, e quanto mais sinceros e diligentes
forem seus esforços para honrar a Deus, tanto mais cruel será a inimizade dos
ímpios e dos hipócritas. Não nos devemos, porém, desanimar quando assim formos
tratados. I ME 73.
II Coríntios 12:9-10 – A graça
suficiente, nas fraquezas é que se tornamos fortes
Como Cristo trata a pessoa que
está sendo provada
Em
que consistia a força daqueles que no passado sofreram perseguição por amor a
Cristo? Era a união com Deus, união com o Espírito Santo, união com Cristo. A
acusação e a perseguição têm separado muitos de seus amigos terrestres, mas
nunca do amor de Cristo. Nunca a alma, provada pela tempestade, é mais
encarecidamente amada por seu Salvador do que quando sofre a perseguição por
amor à verdade. AA 85.
II Tessalonicenses 1:4 – Glória da
igreja: a fé e a perseguição
“A paz, se
possível, mas a verdade a qualquer preço”. Martin Lutero.